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China diz que reagirá após nova ameaça de tarifas dos EUA sobre US$ 200 bilhões

A China acusou os Estados Unidos nesta quarta-feira (11) de intimidação e alertou que vai responder depois que o governo norte-americano elevou o tom na disputa comercial, ameaçando com novas tarifas de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses na terça-feira (10).

A alíquota de 10% entraria em vigor em pelo menos dois meses e inclui uma série de bens, entre eles soja, aço, alumínio, produtos químicos e alimentícios.

Pequim afirma que vai responder mais uma vez contra as medidas tarifárias de Washington, inclusive por “medidas qualitativas”. Empresas norte-americanas na China temem que essa ameaça possa significar inspeções mais duras ou atrasos em aprovações de investimentos ou mesmo boicotes ao consumidor.

Na sexta-feira (6), a China apresentou uma ação contra os EUA na Organização Mundial do Comércio (OMC) pela imposição de taxas de importação, informou seu Ministério do Comércio.

O Ministério das Relações Exteriores descreveu as ameaças de Washington como “intimidação típica” e disse que a China precisa contra-atacar para proteger seus interesses.

“Essa é uma luta entre unilateralismo e multilateralismo, protecionismo e livre comércio, poder e regras”, afirmou a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Hua Chunying, nesta quarta.

Lista de produtos

Na terça-feira (10), autoridades dos EUA divulgaram a lista de milhares de importações chinesas que o governo norte-americano quer atingir com as novas tarifas. A medida provocou críticas de alguns grupos industriais dos EUA.

Os US$ 200 bilhões superam de longe o valor total de bens que a China importa dos EUA, o que significa que Pequim pode precisar pensar em maneiras criativas de responder a tais medidas dos EUA. O montante corresponde a 40% das vendas chinesas anuais para os EUA.

A nova lista de produtos sobretaxados da China inclui:

  • centenas de produtos alimentícios
  • soja e milho
  • tabaco
  • peixes
  • produtos químicos
  • carvão
  • algodão
  • aço e alumínio

Reação dos mercados

Os mercados acionários da China caíram nesta quarta, após três dias seguidos de ganhos, e o iuan enfraqueceu depois que os Estados Unidos ameaçaram com mais tarifas de importação sobre produtos chineses, intensificando o conflito entre as duas maiores economias do mundo.

As bolsas de valores europeias também operavam em queda nesta quarta com a escalada na disputa comercial entre os EUA e a China, após ganhos seguidos de seis sessões.

O dólar sobe frente ao real, também refletindo o agravamento do cenário internacional depois que os Estados Unidos ameaçaram adotar novas tarifas sobre produtos da China.

Entenda a tensão entre EUA e China

Há anos, os EUA reclamam de um considerável déficit comercial (que é a diferença do volume exportado entre os dois países) com a China. A meta de Trump era reduzir em pelo menos US$ 100 bilhões o rombo com a China.

Os EUA defendem que o país asiático rouba propriedade intelectual, especialmente no setor de tecnologia, além de violar segredos comerciais de empresas americanas, gerando uma concorrência desleal com o resto do mundo.

O tiro inicial foi dado em abril, quando os EUA anunciaram tarifas de US$ 50 bilhões sobre 1,3 mil produtos chineses, alegando violação de propriedade intelectual. Em resposta, a China impôs tarifas de 25% sobre 128 produtos dos EUA, como soja, carros, aviões, carne e produtos químicos.

Desde então, os dois países não pararam de trocar novas ameaças e agravaram a guerra comercial. Guerras comerciais começam quando um país impõe tarifas comerciais à importação de outro, que responde sobretaxando os produtos do concorrente.

Na semana passada, Washington impôs tarifas de 25% sobre US$ 34 bilhões em importações chinesas, somando 818 produtos. As taxas miram em produtos chineses que, para o governo de Trump, são comercializados de forma injusta, como veículos de passageiros, transmissores de rádio, peças para aviões e discos rígidos para computadores.

Uma segunda parte dos bens, avaliada em US$ 16 bilhões, será analisada após um processo de revisão e observação do público.

Veja abaixo a cronologia da tensão entre EUA e China:

2001: China entra oficialmente na OMC.

2006: Henry Paulson assume a secretária do Tesouro dos EUA com a missão de reduzir o déficit comercial do país com a China.

2007: Departamento de Comércio ameaçam sobretaxas sobre a importação de papel da China.

2012: Durante a campanha presidencial, Obama e Romney discutiram as práticas comerciais da China.

2016: Na eleição, Trump chega a ameaçar elevar para 30% a tarifa sobre todos os produtos chineses.

Dezembro de 2016: Ao fim dos 15 anos para fazer mudanças propostas pela OMC, China não altera nada e continua a ser encarada apenas como economia “semi-aberta” por EUA e UE.

8 de março de 2018: EUA impõem sobretaxas ao aço e alumínio importado de vários países.

2 de abril de 2018: em resposta, China impõe tarifas de 25% sobre 128 produtos dos EUA, como soja, carros, aviões, carne e produtos químicos.

5 de abril de 2018: China recorre à OMC contra tarifas dos EUA para o aço e alumínio.

5 de abril de 2018: Trump propõe sobretaxar mais US$ 100 bilhões em produtos chineses.

31 de maio de 2015: Trump retira isenção a tarifas sobre aço e alumínio da UE, Candá e México.

1 de junho: EUA oficializam imposição de cotas e sobretaxas à importação de aço brasileiro.

15 de junho de 2018: EUA começam a sobretaxar parte dos US$ 50 bilhões em produtos chineses. Outra parte é prevista para 6 de julho.

16 de junho de 2018: China surpreende com ameaças de novas tarifas, agora sobre o petróleo bruto, gás natural e produtos de energia dos EUA.

19 de junho de 2018: Trump ameaça impor tarifa de 10% sobre US$ 200 bilhões em bens chineses, em retaliação.

19 de junho de 2018: Pequim criticou “chantagem” e alertou que irá retaliar, em um rápido agravamento do conflito comercial.

6 de julho de 2018: começa a cobrança de tarifas sobre 818 produtos chineses, no valor de R$ 34 bilhões.

6 de julho de 2018: China apresenta ação na OMC contra os EUA contra as tarifas.

10 de julho de 2018: EUA anunciam nova lista com tarifas de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses.

11 de julho de 2018: China acusa os EUA de intimidação e alerta que vai responder às novas tarifas.

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Empresas de Jinjiang se expandem para o exterior e viram marca internacional

A cidade de Jinjiang, província de Fujian, foi uma importante cidade na antiga rota da seda marítima da China, em que o comércio exterior viveu um momento de grande prosperidade. Hoje em dia, a cidade se situa na vanguarda da aplicação da reforma e abertura do país, testemunhando a penetração de empresas locais no mercado exterior, criando um modelo internacional.

A cidade passou gradualmente da condição de “cidade industrial” chinesa para uma “cidade de grife internacional”. O caminho de transformação de Jinjiang teve início no estilo de vida de sua população, incluindo hábitos como o modo de se vestir e a gastronomia local.

O Grupo de Alimentos Panpan, uma das corporações mais conhecidas em Jinjiang, já exporta seus produtos para mais de 40 países e regiões. Em 2017, o volume de venda no exterior ultrapassou 7 bilhões de yuans. O presidente do Grupo, Cai Jinan, afirma que a Panpan estabelecerá fábricas em alguns países do Sudeste Asiático e da Europa.

“Já estabelecemos uma empresa nas Filipinas. No passado, nossa matéria-prima vinha da Indonésia, Tailândia, Canadá e Austrália, entre outros países. Agora instalamos primeiramente a empresa e vendemos nossos produtos. Se a venda for abundante, podemos abrir uma fábrica no local, avançar rumo à tendência internacional.”

Para criar um modelo internacional para a Panpan, a empresa cooperou de forma ampla com algumas instituições e universidades chinesas. Ele fundou um laboratório de estudo, conjuntamente com os institutos de estudo sobre alimentos e bebidas do Japão, Estados Unidos, Alemanha e Itália, realizando a cooperação estratégica nessa área. A empresa também enviou regularmente funcionários para os países do BRICS, além de outros países e regiões, para estudar e buscar oportunidades de colaboração.

A Empresa de Vestuário de Qipai é outra empresa que se concentra no mercado externo. O valor da marca Qipai ultrapassa 42,5 bilhões de yuans, ficando na linha de frente entre as marcas de vestuário.

A empresa foi fundada em 1979, quase ao mesmo momento de aplicação da reforma e abertura da China. Nesses quase 40 anos de desenvolvimento, mais de 3,5 mil lojas especializadas foram abertas em cidades por toda a China. O presidente da empresa, Hong Zhaoshe, conta que a empresa está planejando ampliar seu trabalho no mercado internacional.

“Se a nossa empresa puder sair para o exterior, isso representará um grande salto para o nosso desenvolvimento. Portanto, ampliamos agora o mercado externo e alguns trabalhos já são executados. Por exemplo, atividades relacionadas com o comércio eletrônico e a criação de nossas filiais no exterior. Tudo isso é o que planejamos agora.”

O Grupo de Hengan é o maior fabricante de lenço de papel e produtos de higiene para maternidade. Fundado em 1985, ele já acumula 30 bilhões de yuans em ativos fixos.

O gerente-geral de relações públicas da empresa, Chen Fapei, afirma que, graças à aplicação da iniciativa do Cinturão e Rota, a empresa tem acelerado o passo para estender ainda mais a cadeia industrial e se instalar no mercado internacional.

“Desde 2016, aceleramos o ritmo para planejar nosso trabalho no exterior. De 2016 a 2017, adquirimos uma companhia da Malásia que produz fraldas. E investimos na Indonésia e na Rússia para abrir fábricas. Em abril deste ano, investimos em uma planta de polpa biológica da Finlândia. Tudo isso representa nosso trabalho no exterior. No contexto do Cinturão e Rota, acredito que nossa empresa encontrará uma condição para desenvolvimento rápido.”

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Trem de carga China-Ásia Central

Há um trem de carga China-Ásia Central que é chamado pelo nome da cidade Qingdao. O trem parte de Qingdao para cinco países da Ásia Central. Desde 2015, mais de três mil trens carregando produtos feitos pela China, Japão e Coreia do Sul têm percorrido em esta ferrovia. A Cúpula da Organização de Cooperação de Shanghai será realizada em breve, em Qingdao. Aproveitando esta ocasião, o trem, carregando muita esperança, será conduzido rumo à Ásia Central.

Fonte: http://portuguese.cri.cn/videos/list/469/20180605/140689.html

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CCDIBC faz agenda estratégica no Sul

Presidente Fabio Hu liderou missão que reuniu áreas de negócios, medicina, tecnologia, alimentos, esportes, turismo e cultura

Em missão estratégica, Fabio Hu, presidente da Câmara de Comércio de Desenvolvimento Internacional Brasil-China (CCDIBC), liderou articulações com o estado do Rio Grande do Sul, um dos mais desenvolvidos e importantes na economia do Brasil. A Agenda incluiu passagem pela Assembleia Legislativa, PUC-RS, municípios de Serafina, Palmeira das Missões e Novo Barreiro. E teve organização da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação (CONTAC) e do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), entidades parcerias da CCDIBC.

Agenda em Porto Alegre

Como parte de aproximação na área de tecnologia, a missão conheceu as instalações do TECNOPUC, que reúne parque tecnológico e laboratórios como o Labelo. A comitiva conversou sobre a possiblidade de parcerias entre empresas privadas e a PUC, com possiblidade de intercâmbio com universidades chinesas. E também de organização de uma missão de empresas, estudantes, empreendedores voltados a área de tecnologia.

A agenda também incluiu uma conversa com o vice-presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, Deputado Nelsinho Metalúrgico (PT-RS). Na pauta a aproximação do Estado com a China, por meio de financiamento de projetos públicos e privados, além da formação de uma Frente Parlamentar Brasil-China.

Ainda na cidade, a convite do empresário Eduardo Borges de Assis, o presidente conheceu a Arena Grêmio, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro de Futebol. Empresários e o próprio presidente do Grêmio trataram de possíveis parcerias com a China.

Agenda na região de Palmeira das Missões

Região que reúne 72 municípios, primeira em produtividade agrícola, com destaque para soja e erva mate, a missão chinesa conheceu o potencial econômico e as oportunidades que podem surgir de uma parceria estratégica.

O grupo teve agenda na cidade de Serafina, com o presidente Siderlei de Oliveira e parte da diretoria da CONTAC, e o representante do MPA, Romário Rossseto, além de outras lideranças. Na mesa a proposta de criação de uma Bolsa de Alimentos Brasil-China. A proposta decorre de parceria já existente da CCDIBC com a CONTAC e o MPA e deve gerar novas reuniões para estruturação. E uma possível missão à China ainda este ano.

Em Palmeira das Missões, os chineses tiveram reunião no Sindicato dos Trabalhares Rurais, que reuniu lideranças, entre elas o presidente do sindicato, Jorge Almeida, o prefeito da cidade, Dudu Freire – acompanhado de secretários e procuradoria –, do deputado estadual Jeferson Fernandes (PT-RS), além de representantes da Emater-RS,  Universidade de Santa Maria, Ibramate, vereadores da região, agricultores e empresários.

Na pauta a parceria para financiamento e gestão tecnológica do Hospital da Região, rojeto e antigo sonho da população. Uma equipe de três médicos chineses, Dr. Chen Shyn Thoe, Dr. Chen Shue Hone e Dr. Liu Em Liang, acompanhados de Rubens Kiso, especialista em gestão empresarial e tecnológica da FGV, apresentou uma proposta de adaptação do projeto atual do hospital para um modelo híbrido, que reunirá medicina tradicional chinesa e ocidental, com tecnologia de referência mundial a ser implantada.

A proposta dos chineses faz parte de possível parceria, que tem no gestor do projeto local, Plinío Simas, uma possível articulação técnica, com o apoio das autoridades e das entidades locais, para tornar possível esta atração do investimento chinês para tornar possível este empreendimento. O que gerará oferta de mais leitos e um melhor sistema de diagnostico e gestão, que envolverá os 72 municípios atendimentos. Além de outras áreas do estado e do Mercosul.

Erva mate

No município de Novo Barreiro, o grupo foi recebido pelo prefeito Tito, que reuniu representantes das ervateiras, autoridades, vereadores, Sebrae, universidades, o Ibramate. Foi mostrado o potencial desta cultura para a economia local, bem como a possível expansão para a China. E após o grupo teve uma visita no complexo desta cultura e degustação de produtos. Além de vinhos e bebidas, estas por meio da cidade de Constantina, na qual foram recebidos pelo prefeito Gerri Sawaris.

Cultura e negócios

Como parte da programação, o grupo de chineses conheceu o festival Carijo, mais importante evento do gênero no Brasil. Uma grande exposição da cultura e de negócios da região. E ficou em tenda dos trabalhadores rurais.

Além de assistir a programação, o jornalista chinês Oscar Yuen, tocou em violão chinês duas músicas, sendo uma chinesa e outra brasileira, empolgando os participantes, que acompanharam com palmas.

Ainda dentro das dependências do festival, o grupo teve reunião com a Associação dos Municípios da Zona de Produção do Rio Grande do Sul (AMZOP), liderada pelo presidente e prefeito de Liberato Salzano, Gilson de Carli. Reunião esta que contou com vários prefeitos da região, empresários, lideranças de trabalhadores e da CONTAC e MPA, além de representantes do legislativo e de câmaras municipais.

Após explanação dos projetos e ações que podem ser feitas entre os dois países, com foco na região, foi assinada uma carta de intenção para que a CCDIBC possa atrair investimentos e oportunidades em áreas como educação, inovação, turismo, esportes, cidades inteligentes, alimentação, entre outros.

Com destaque para a área do meio ambiente, por meios dos projetos de usina de lixo e caminhão de lixo hospitalar. Além de Led público e cadeia de geração solar e eólica de energia.

Para o presidente da CCDIBC, Fabio Hu a agenda no Sul representa a abertura de novos centros dinâmicos de negócios entre o Brasil e a China. “A China precisa conhecer diretamente quem vende para ela. E fazer negócios diretamente com estes parceiros. O que traz o ganha-ganha para todos. E esta região é próspera em vários setores. E vamos buscar melhorar esta aproximação e gerar emprego e renda para os povos do Brasil e da China”, finalizou Hu, que encaminhará, oficialmente, uma proposta de missão para a China. ,

O grupo teve acompanhamento da secretaria geral da CCDIBC na China,  Sra Andrea Wang, e do diretor de Comunicação da CCDIBC, Daniel Castro.

Veja galeria de fotos:

CCDIBC FAZ AGENDA ESTRATÉGICA NO SUL
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CCDIBC faz agenda com grandes players na China

Missão liderada pelo presidente da CCDIBC, FABIO HU participa de grandes encontros com o governo, empresários e investidores

A China está no centro do interesse do mundo. E ter espaço neste momento global chinês é o desejo de todos os países. Com o Brasil não é diferente. Por isso a CCDIBC cumpriu agenda com importantes players chineses, desde governos e investidores, passando por empresas e centros tecnológicos. Nas cidades de PEQUIM, SHENZHEN, FUZHOU, ZHEIJIANG, DONGGUAN E XIAMEN.

Na agenda da missão foram feitas parcerias para novas rodadas de investimentos no Brasil, com encontros importantes com a direção do CHINA EXIM BANK – THE EXPORT-IMPORT BANK OF CHINA, tendo a frente o seu PRESIDENTE, YONGXIANG ZHANG, e seu SECRETÁRIO-GERAL, XUGUO WANG. O que permitirá a CCDIBC abrir para o Brasil novas oportunidades de negócios e crédito para projetos.

Outra grande parceria fechada é a participação, com exclusividade, no ITTC 2018, maior fórum de transferência de tecnologia transnacional da China, que será realizado em Pequim, em setembro. A CCDIBC terá um dia especial para promover novos negócios do Brasil, principalmente em inovação e tecnologia, para uma plateia presente no evento que reúne os maiores investidores da China. Este fórum faz parte da estratégia da Nova Rota da Seda – Belt and Roud.

Brasil na China

Outro importante acordo dará a CCDIBC a representação de projeto que pretende criar na China o primeiro centro de exposição do Brasil. Que ficará na região metropolitana de Pequim. Um investimento que mudará o contexto de relações comerciais, aproximando as empresas, governos e empreendedores dos dois países.

Para o presidente da CCDIBC é um passo importante esta nova dinâmica de negócios entre a China e o Brasil. “Esta missão foi estratégica. Conseguimos reunir empresários e representantes de governos no Brasil com figuras importantes da China. Num momento de muitos projetos e

novos investimentos. Nossa Câmara, mais uma vez, sai na frente”, explica Fabio Hu, que volta animado com este novo momento para as oportunidades e geração de divisas.

Para o vice-presidente da CCDIBC, ROBERTO LIAO, as perspectivas são as melhores. “Estamos avançando para grandes negócios e muitas formas de financiamento. O que falta no Brasil é projeto. E vamos organizar esta etapa, para abrir novos mercados”, afirma.

Para a secretária-geral da CCDIBC, ANDREIA WANG, as possibilidades e oportunidades estão dadas. “O Brasil tem tudo para ganhar e a China também. Vamos ser esta ponte, agora com mais estrutura e novos parceiros”, explica Wang, que é responsável pela parte China da CCDIBC.

Escritório em Pequim

Outra novidade fruto da missão foi à parceria para inauguração de novo escritório da CCDIBC em Pequim. Esta nova unidade será estratégica para atração de empresas e governos do Brasil. O diferencial de ter agentes preparados para prospectar e para organizar agendas bilaterais de negócios. Pesquisa de mercado e novos projetos.

Ainda em Pequim, o presidente da CCDIBC Fabio Hu teve importante agenda com o embaixador do Brasil na China, Marcos Caramuru de Paiva. Na pauta uma parceria para dar suporte para os dois países em negócios e eventos. O embaixador acha importante trabalhar com a CCDIBC, pois as possibilidades são muitas e quanto mais gente trabalhando melhor.

“O Brasil precisa de ajuda para promover seus negócios e a Câmara está à disposição do embaixador. Vamos fazer muitos trabalhos juntos”, afirma Fabio HU.

Foco no meio ambiente

Outro destaque da missão é a parceria para trazer usinas e caminhões de tratamento de lixo. Uma realidade das novas tecnologias chinesas. A CCDIBC representará uma fábrica de FUJIAN, a FUJIAN PAUL INVIRONMENTAIL ENERGY CO. “A questão das novas tecnologias em meio ambiente possuem, atualmente, condição de prioridade na China, com

liderança do presidente Xi Jiping. E caberá a esta nova parceria implementar este novo modelo de tratamento de lixo, o que favorecerá as políticas públicas e privadas para combater este problema”, afirma Fabio Hu, que atende com esta parceria uma demanda de muitas cidades brasileiras que buscam na CCDIBC formas de resolver o problema do lixo nas cidades do Brasil.

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China lança com sucesso satélite Gaofen-5 de monitoramento ambiental

Pontualmente às 2h28 do dia 9 (horário de Beijing), a China lançou com sucesso o satélite Gaofen-5, um equipamento de imagem hiperespectral, como parte de seu projeto de observação da Terra de alta resolução. O satélite Gaofen-5 foi lançado por um foguete Longa Marcha 4C, a partir do Centro de Lançamento de Satélites de Taiyuan, na Província de Shanxi, no norte do país. O satélite será usado para monitoramento ambiental abrangente, exploração de recursos de terrenos e detecção de elementos meteorológicos, entre outras áreas. Ele ajudará a reduzir a dependência da China dos dados de satélites hiperespectrais estrangeiros.

O projetista-chefe da série Gaofen, Tong Xudong, afirmou que o Gaofen-5 é equipado com seis itens de observação avançadas, como câmera hiperespectral infravermelho de onda curta e um detector de gases de efeito estufa.

“É o primeiro satélite hiperespectral de espectro total do mundo para observação abrangente da atmosfera e da Terra. Tem a maior resolução espectral entre os satélites de sensoriamento remoto da China.”

Segundo informações, o satélite é capaz de obter dados espectrais de radiação infravermelha ultravioleta a onda longa, e detectar de forma abrangente os elementos ambientais e meteorológicos, como gases de poluição atmosférica e gases de efeito estufa, entre outros.

O oficial do Ministério de Ecologia e Meio Ambiente, Wang Qiao, disse que o Gaofen-5 consiste em um símbolo importante da capacidade de observação da Terra de alta resolução da China.

“O lançamento deste satélite é de grande importância para o monitoramento dinâmico da poluição atmosférica na China, e também pode desempenhar um papel importante no controle da poluição da água e na supervisão ambiental.”

Segundo informações divulgadas pelo governo, os dados dos satélites do projeto da China têm sido amplamente aplicados em mais de 20 indústrias e 30 províncias (regiões autônomas e municípios), tornando-se um meio indispensável para a execução dos trabalhos dos departamentos relacionados.

Em relação à cooperação internacional, o projeto também se tornou uma importante ligação para intercâmbios e cooperações.

“O projeto promoveu efetivamente a assinatura e implementação de acordos de cooperação e memorandos de entendimento entre a China e a Rússia, China e o Brasil, além China e o Egipto e entre a China e a Índia. No Dia Aeroespacial deste ano, foi divulgado ao mundo o plano de cooperação internacional do satélite Gaofen-5. O país também convidou organizações e instituições internacionais para realizar cooperação internacional com o satélite Gaofen-5”.

Tradução: Cecília Ma

Revisão: Rafael Fontana

Fonte: http://portuguese.cri.cn

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Comércio exterior da China torna-se mais equilibrado em abril

Dados divulgados no dia 8 de Maio pela Administração Geral das Alfândegas (AGA) da China mostram que, em abril, o valor total das importações e exportações da China totalizaram 2,36 trilhões de yuans, um aumento de 7,2%. O superávit comercial foi de 182,8 bilhões de yuans. Especialistas afirmaram que o comércio internacional da China se tornou mais equilibrado.

Em abril, o valor total das importações e exportações da China continuou a crescer. As exportações aumentaram 1,27 trilhão de yuans, um aumento de 3,7%, enquanto as importações alcançaram 1,09 trilhão de yuans, um aumento de 11,6%. O vice-diretor do Instituto de Mercados Internacionais da Academia de Comércio Internacional e Cooperação Econômica da China, Bai Ming, disse que os resultados conquistados demandaram esforços profundos.

“Em abril, o crescimento do comércio internacional se manteve dentro de um intervalo moderado. O crescimento das exportações foi um pouco mais lento, em contraste com o crescimento mais rápido das importações. A economia mundial está se recuperando gradualmente, mas ao mesmo tempo o protecionismo comercial está muito acentuado, nossas exportações estão realmente sob pressão. Neste ano, o renminbi se valorizou significativamente em comparação com o mesmo período do ano passado, por isso não é fácil para as exportações alcançarem esse crescimento”.

Os dados também mostram que as importações e exportações da China para os principais parceiros comerciais continuam a crescer. Entre eles, as taxas de crescimento das importações e exportações com alguns países ao longo do Cinturão e Rota são mais rápidos. Nos primeiros quatro meses deste ano, a União Europeia, os Estados Unidos e a ASEAN continuam sendo os três principais parceiros comerciais da China. O diretor da Divisão de Estatísticas Integradas da Administração Geral das Alfândegas da China, Huang Songping, abordou essa dinâmica.

“Desde que a iniciativa do Cinturão e Rota foi apresentada, a cooperação econômica e comercial entre a China e os países ao longo das rotas continuou a se aprofundar. Este ano, sua taxa de crescimento comercial é maior do que o nível geral de importações e exportações da China”.

Nos últimos meses, o superávit comercial da China continuou a mostrar uma tendência de estreitamento. O vice-diretor do Instituto de Comércio Exterior da Academia de Comércio Internacional e Cooperação Econômica da China, Liang Ming, afirmou que o movimento mostra que as importações e as exportações da China priorizaram o desenvolvimento equilibrado.

“Atualmente, estamos dando mais atenção ao desenvolvimento equilibrado das importações e exportações. No ano passado, aumentamos nossos esforços na importação. E ao mesmo tempo, estamos preparando a exposição de importadora, que será realizada em novembro. A reunião do Birô Político do Comitê Central do Partido Comunista da China propôs no mês passado medidas para expandir a demanda doméstica, solicitando maior expansão da escala de importações. Acho que o superávit tende a ficar menor”.

Tradução: Cecília Ma

Revisão: Rafael Fontana
Font: http://portuguese.cri.cn

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Assembleia do Espirito Santo avança na criação de Frente Parlamentar Rota do Desenvolvimento

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Erick Musso (PRB), recebeu o vice-presidente da Câmara de Comércio de Desenvolvimento Internacional Brasil – China (CCDIBC), Bruno Lachis, para definirem os pontos da formalização da Frente Parlamentar Rota do Desenvolvimento.

O objetivo da Frente Parlamentar será debater as ações da integração política empresarial com o comércio chinês por meio da Câmara. Dois escritórios, um no Espírito Santo e outro na China, serão instalados com a função de aproximar as instituições governamentais e também para facilitar os trâmites.

“Hoje demos um passo muito importante para a economia capixaba. A criação dessa Frente Parlamentar nos garante o estreitamento das relações com empresas chinesas que querem investir ao redor do mundo. Trazer essas empresas para qualquer município do Espírito Santo é muito importante, não só para a economia, mas também para a geração de empregos e o crescimento do nosso Estado em todo o mundo”, destaca Musso.

O vice-presidente Bruno falou da importância dessa aproximação Brasil e China: “as empresas chinesas interessadas em investir no Espírito Santo serão direcionadas a esse escritório em Pequim, onde receberão todo o suporte necessário para a articulação. Nosso Estado ganhará muito com isso e nós capixabas também”.

A criação da Frente Parlamentar tem o comando do deputado estadual Rafael Favatto (PEN) e o apoio do governo do Estado e da Associação dos Municípios do Estado do Espírito Santo (Amunes). A Assembleia criou uma Comissão Especial, composta de três membros, para, no prazo de 180 dias, analisar oportunidades e parcerias institucionais e comerciais entre o Estado e a China, visando apresentar as potencialidades de nossos municípios, discutir projetos, incentivar demandas institucionais e comerciais em parceria com Câmara de Comércio e Desenvolvimento Internacional Brasil-China.

Apoio estratégico

Na China em missão comercial, o presidente da CCDIBC felicitou a parceria. “O Espírito Santo é região excepcional para aportar novos investimentos chineses no Brasil. Esta Frente é estratégica para aproximar as relações entre o Brasil, o Estado e a China”, afirmou Fabio Hu, que parabeniza excelente trabalho feito pelo vice-Presidente Bruno Lachis.

Fonte: Assembleia do ES

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Caetano Soares toma posse como novo Vice-Presidente da CCDIBC

Empresário lidera nova gestão da câmara chinesa na região Norte do País

A China virou o foco de empresas, governos e empreendedores. Mas como aproveitar as oportunidades e se tornar parceiro da economia que mais cresce no mundo? E maior parceiro comercial do Brasil? De trajetória visionária para novos negócios, o empresário CAETANO SOARES PINTO liderará na região Norte esta nova fase de parceria com a China.

A Câmara de Comércio de Desenvolvimento Internacional Brasil-China (CCDIBC), com sede em São Paulo, convidou Caetano para liderar um processo de regionalização do foco de investimentos chineses. E em função de sua larga experiência e trajetória de inovação, a câmara deu posse de VICE-PRESIDENTE NACIONAL. A cerimonia foi comandada pelo presidente da CCDIBC, Fábio Hu.

US$ 3 bilhões

Vale destacar que a CCDIBC representa o fundo do grupo Huayang, um dos maiores conglomerados empresariais da China – que mereceu destaque em matéria no Jornal Valor Econômico. A parceria envolve a CCDIBC representar o fundo no Brasil para apresentar projetos de empresas públicas e privadas. O grupo Huayang, como destaca a matéria, disponibilizou cerca US$ 3 bilhões para o Brasil.

“Nosso objetivo é nomear pessoas competentes e inovadoras, com vasta experiência de negócios no Brasil. E por isso escolhemos Caetano e estamos muito felizes com essa nomeação”, explica Fabio Hu, presidente da CCDIBC.

“O Brasil, principalmente a região Norte, com destaque para o Amapá e o Para, são as portas de entrada para novos investimentos chineses. E vamos buscar estas oportunidades com um bom trabalho. Focado em resultados”, afirma Caetano, que organiza uma agenda de aproximação com a China, que envolverá eventos e muitos negócios.

O objetivo é focar na região, que para a CCDIBC conta com muitas oportunidades e que está em acordo com o planejamento da gestão Xi Jiping, presidente da China, em promover e regionalizar os negócios entre os dois países.

investimentos

A China investiu US$ 20,9 bilhões no Brasil em 2017, maior valor desde 2010 uma vez que a recessão ajudou a reduzir os preços de ativos e atraiu investidores, de acordo com o Ministério do Planejamento brasileiro.

Os dados apontam que 2017 foi o segundo melhor ano dos investimentos chineses no Brasil. Entre anunciados e confirmados, a China se envolveu em 250 projetos no Brasil no período de 2003 a 2017 com valores totais de US$ 123,9 bilhões. Destes, 93 projetos foram confirmados, totalizando US$ 53,5 bilhões.

CAETANO SOARES PINTO

Natural de Palmeira dos Índios, no Estado de Alagoas, Caetano Soares Pinto esteve pela primeira vez no Amapá em 1992. De lá pra cá foram muitas idas e vinda até fixar residência em 2009, quando instalou representação de multinacional do ramo náutico. Foi da direção de grandes grupos de comunicação, como o SBT-RJ, TV Itapoan-BA e TV Bandeirantes-Rio. Trabalhou como chefe de gabinete e assessor especial da Presidência na empresa CODESA – Companhia Docas do Espírito Santo.

 

Publicação Recomendada:

Parceria da CCDIBC com Fundo Chinês é destaque no Valor Econômico

http://brasilchina.org.br/2017/11/06/parceria-da-ccdibc-com-fundo-chines-e-destaque-no-valor-economico/