Autor CCDIBC

porCCDIBC

CCDIBC faz agenda com grandes players na China

Missão liderada pelo presidente da CCDIBC, FABIO HU participa de grandes encontros com o governo, empresários e investidores

A China está no centro do interesse do mundo. E ter espaço neste momento global chinês é o desejo de todos os países. Com o Brasil não é diferente. Por isso a CCDIBC cumpriu agenda com importantes players chineses, desde governos e investidores, passando por empresas e centros tecnológicos. Nas cidades de PEQUIM, SHENZHEN, FUZHOU, ZHEIJIANG, DONGGUAN E XIAMEN.

Na agenda da missão foram feitas parcerias para novas rodadas de investimentos no Brasil, com encontros importantes com a direção do CHINA EXIM BANK – THE EXPORT-IMPORT BANK OF CHINA, tendo a frente o seu PRESIDENTE, YONGXIANG ZHANG, e seu SECRETÁRIO-GERAL, XUGUO WANG. O que permitirá a CCDIBC abrir para o Brasil novas oportunidades de negócios e crédito para projetos.

Outra grande parceria fechada é a participação, com exclusividade, no ITTC 2018, maior fórum de transferência de tecnologia transnacional da China, que será realizado em Pequim, em setembro. A CCDIBC terá um dia especial para promover novos negócios do Brasil, principalmente em inovação e tecnologia, para uma plateia presente no evento que reúne os maiores investidores da China. Este fórum faz parte da estratégia da Nova Rota da Seda – Belt and Roud.

Brasil na China

Outro importante acordo dará a CCDIBC a representação de projeto que pretende criar na China o primeiro centro de exposição do Brasil. Que ficará na região metropolitana de Pequim. Um investimento que mudará o contexto de relações comerciais, aproximando as empresas, governos e empreendedores dos dois países.

Para o presidente da CCDIBC é um passo importante esta nova dinâmica de negócios entre a China e o Brasil. “Esta missão foi estratégica. Conseguimos reunir empresários e representantes de governos no Brasil com figuras importantes da China. Num momento de muitos projetos e

novos investimentos. Nossa Câmara, mais uma vez, sai na frente”, explica Fabio Hu, que volta animado com este novo momento para as oportunidades e geração de divisas.

Para o vice-presidente da CCDIBC, ROBERTO LIAO, as perspectivas são as melhores. “Estamos avançando para grandes negócios e muitas formas de financiamento. O que falta no Brasil é projeto. E vamos organizar esta etapa, para abrir novos mercados”, afirma.

Para a secretária-geral da CCDIBC, ANDREIA WANG, as possibilidades e oportunidades estão dadas. “O Brasil tem tudo para ganhar e a China também. Vamos ser esta ponte, agora com mais estrutura e novos parceiros”, explica Wang, que é responsável pela parte China da CCDIBC.

Escritório em Pequim

Outra novidade fruto da missão foi à parceria para inauguração de novo escritório da CCDIBC em Pequim. Esta nova unidade será estratégica para atração de empresas e governos do Brasil. O diferencial de ter agentes preparados para prospectar e para organizar agendas bilaterais de negócios. Pesquisa de mercado e novos projetos.

Ainda em Pequim, o presidente da CCDIBC Fabio Hu teve importante agenda com o embaixador do Brasil na China, Marcos Caramuru de Paiva. Na pauta uma parceria para dar suporte para os dois países em negócios e eventos. O embaixador acha importante trabalhar com a CCDIBC, pois as possibilidades são muitas e quanto mais gente trabalhando melhor.

“O Brasil precisa de ajuda para promover seus negócios e a Câmara está à disposição do embaixador. Vamos fazer muitos trabalhos juntos”, afirma Fabio HU.

Foco no meio ambiente

Outro destaque da missão é a parceria para trazer usinas e caminhões de tratamento de lixo. Uma realidade das novas tecnologias chinesas. A CCDIBC representará uma fábrica de FUJIAN, a FUJIAN PAUL INVIRONMENTAIL ENERGY CO. “A questão das novas tecnologias em meio ambiente possuem, atualmente, condição de prioridade na China, com

liderança do presidente Xi Jiping. E caberá a esta nova parceria implementar este novo modelo de tratamento de lixo, o que favorecerá as políticas públicas e privadas para combater este problema”, afirma Fabio Hu, que atende com esta parceria uma demanda de muitas cidades brasileiras que buscam na CCDIBC formas de resolver o problema do lixo nas cidades do Brasil.

porCCDIBC

China lança com sucesso satélite Gaofen-5 de monitoramento ambiental

Pontualmente às 2h28 do dia 9 (horário de Beijing), a China lançou com sucesso o satélite Gaofen-5, um equipamento de imagem hiperespectral, como parte de seu projeto de observação da Terra de alta resolução. O satélite Gaofen-5 foi lançado por um foguete Longa Marcha 4C, a partir do Centro de Lançamento de Satélites de Taiyuan, na Província de Shanxi, no norte do país. O satélite será usado para monitoramento ambiental abrangente, exploração de recursos de terrenos e detecção de elementos meteorológicos, entre outras áreas. Ele ajudará a reduzir a dependência da China dos dados de satélites hiperespectrais estrangeiros.

O projetista-chefe da série Gaofen, Tong Xudong, afirmou que o Gaofen-5 é equipado com seis itens de observação avançadas, como câmera hiperespectral infravermelho de onda curta e um detector de gases de efeito estufa.

“É o primeiro satélite hiperespectral de espectro total do mundo para observação abrangente da atmosfera e da Terra. Tem a maior resolução espectral entre os satélites de sensoriamento remoto da China.”

Segundo informações, o satélite é capaz de obter dados espectrais de radiação infravermelha ultravioleta a onda longa, e detectar de forma abrangente os elementos ambientais e meteorológicos, como gases de poluição atmosférica e gases de efeito estufa, entre outros.

O oficial do Ministério de Ecologia e Meio Ambiente, Wang Qiao, disse que o Gaofen-5 consiste em um símbolo importante da capacidade de observação da Terra de alta resolução da China.

“O lançamento deste satélite é de grande importância para o monitoramento dinâmico da poluição atmosférica na China, e também pode desempenhar um papel importante no controle da poluição da água e na supervisão ambiental.”

Segundo informações divulgadas pelo governo, os dados dos satélites do projeto da China têm sido amplamente aplicados em mais de 20 indústrias e 30 províncias (regiões autônomas e municípios), tornando-se um meio indispensável para a execução dos trabalhos dos departamentos relacionados.

Em relação à cooperação internacional, o projeto também se tornou uma importante ligação para intercâmbios e cooperações.

“O projeto promoveu efetivamente a assinatura e implementação de acordos de cooperação e memorandos de entendimento entre a China e a Rússia, China e o Brasil, além China e o Egipto e entre a China e a Índia. No Dia Aeroespacial deste ano, foi divulgado ao mundo o plano de cooperação internacional do satélite Gaofen-5. O país também convidou organizações e instituições internacionais para realizar cooperação internacional com o satélite Gaofen-5”.

Tradução: Cecília Ma

Revisão: Rafael Fontana

Fonte: http://portuguese.cri.cn

porCCDIBC

Comércio exterior da China torna-se mais equilibrado em abril

Dados divulgados no dia 8 de Maio pela Administração Geral das Alfândegas (AGA) da China mostram que, em abril, o valor total das importações e exportações da China totalizaram 2,36 trilhões de yuans, um aumento de 7,2%. O superávit comercial foi de 182,8 bilhões de yuans. Especialistas afirmaram que o comércio internacional da China se tornou mais equilibrado.

Em abril, o valor total das importações e exportações da China continuou a crescer. As exportações aumentaram 1,27 trilhão de yuans, um aumento de 3,7%, enquanto as importações alcançaram 1,09 trilhão de yuans, um aumento de 11,6%. O vice-diretor do Instituto de Mercados Internacionais da Academia de Comércio Internacional e Cooperação Econômica da China, Bai Ming, disse que os resultados conquistados demandaram esforços profundos.

“Em abril, o crescimento do comércio internacional se manteve dentro de um intervalo moderado. O crescimento das exportações foi um pouco mais lento, em contraste com o crescimento mais rápido das importações. A economia mundial está se recuperando gradualmente, mas ao mesmo tempo o protecionismo comercial está muito acentuado, nossas exportações estão realmente sob pressão. Neste ano, o renminbi se valorizou significativamente em comparação com o mesmo período do ano passado, por isso não é fácil para as exportações alcançarem esse crescimento”.

Os dados também mostram que as importações e exportações da China para os principais parceiros comerciais continuam a crescer. Entre eles, as taxas de crescimento das importações e exportações com alguns países ao longo do Cinturão e Rota são mais rápidos. Nos primeiros quatro meses deste ano, a União Europeia, os Estados Unidos e a ASEAN continuam sendo os três principais parceiros comerciais da China. O diretor da Divisão de Estatísticas Integradas da Administração Geral das Alfândegas da China, Huang Songping, abordou essa dinâmica.

“Desde que a iniciativa do Cinturão e Rota foi apresentada, a cooperação econômica e comercial entre a China e os países ao longo das rotas continuou a se aprofundar. Este ano, sua taxa de crescimento comercial é maior do que o nível geral de importações e exportações da China”.

Nos últimos meses, o superávit comercial da China continuou a mostrar uma tendência de estreitamento. O vice-diretor do Instituto de Comércio Exterior da Academia de Comércio Internacional e Cooperação Econômica da China, Liang Ming, afirmou que o movimento mostra que as importações e as exportações da China priorizaram o desenvolvimento equilibrado.

“Atualmente, estamos dando mais atenção ao desenvolvimento equilibrado das importações e exportações. No ano passado, aumentamos nossos esforços na importação. E ao mesmo tempo, estamos preparando a exposição de importadora, que será realizada em novembro. A reunião do Birô Político do Comitê Central do Partido Comunista da China propôs no mês passado medidas para expandir a demanda doméstica, solicitando maior expansão da escala de importações. Acho que o superávit tende a ficar menor”.

Tradução: Cecília Ma

Revisão: Rafael Fontana
Font: http://portuguese.cri.cn

porCCDIBC

Assembleia do Espirito Santo avança na criação de Frente Parlamentar Rota do Desenvolvimento

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Erick Musso (PRB), recebeu o vice-presidente da Câmara de Comércio de Desenvolvimento Internacional Brasil – China (CCDIBC), Bruno Lachis, para definirem os pontos da formalização da Frente Parlamentar Rota do Desenvolvimento.

O objetivo da Frente Parlamentar será debater as ações da integração política empresarial com o comércio chinês por meio da Câmara. Dois escritórios, um no Espírito Santo e outro na China, serão instalados com a função de aproximar as instituições governamentais e também para facilitar os trâmites.

“Hoje demos um passo muito importante para a economia capixaba. A criação dessa Frente Parlamentar nos garante o estreitamento das relações com empresas chinesas que querem investir ao redor do mundo. Trazer essas empresas para qualquer município do Espírito Santo é muito importante, não só para a economia, mas também para a geração de empregos e o crescimento do nosso Estado em todo o mundo”, destaca Musso.

O vice-presidente Bruno falou da importância dessa aproximação Brasil e China: “as empresas chinesas interessadas em investir no Espírito Santo serão direcionadas a esse escritório em Pequim, onde receberão todo o suporte necessário para a articulação. Nosso Estado ganhará muito com isso e nós capixabas também”.

A criação da Frente Parlamentar tem o comando do deputado estadual Rafael Favatto (PEN) e o apoio do governo do Estado e da Associação dos Municípios do Estado do Espírito Santo (Amunes). A Assembleia criou uma Comissão Especial, composta de três membros, para, no prazo de 180 dias, analisar oportunidades e parcerias institucionais e comerciais entre o Estado e a China, visando apresentar as potencialidades de nossos municípios, discutir projetos, incentivar demandas institucionais e comerciais em parceria com Câmara de Comércio e Desenvolvimento Internacional Brasil-China.

Apoio estratégico

Na China em missão comercial, o presidente da CCDIBC felicitou a parceria. “O Espírito Santo é região excepcional para aportar novos investimentos chineses no Brasil. Esta Frente é estratégica para aproximar as relações entre o Brasil, o Estado e a China”, afirmou Fabio Hu, que parabeniza excelente trabalho feito pelo vice-Presidente Bruno Lachis.

Fonte: Assembleia do ES

porCCDIBC

Caetano Soares toma posse como novo Vice-Presidente da CCDIBC

Empresário lidera nova gestão da câmara chinesa na região Norte do País

A China virou o foco de empresas, governos e empreendedores. Mas como aproveitar as oportunidades e se tornar parceiro da economia que mais cresce no mundo? E maior parceiro comercial do Brasil? De trajetória visionária para novos negócios, o empresário CAETANO SOARES PINTO liderará na região Norte esta nova fase de parceria com a China.

A Câmara de Comércio de Desenvolvimento Internacional Brasil-China (CCDIBC), com sede em São Paulo, convidou Caetano para liderar um processo de regionalização do foco de investimentos chineses. E em função de sua larga experiência e trajetória de inovação, a câmara deu posse de VICE-PRESIDENTE NACIONAL. A cerimonia foi comandada pelo presidente da CCDIBC, Fábio Hu.

US$ 3 bilhões

Vale destacar que a CCDIBC representa o fundo do grupo Huayang, um dos maiores conglomerados empresariais da China – que mereceu destaque em matéria no Jornal Valor Econômico. A parceria envolve a CCDIBC representar o fundo no Brasil para apresentar projetos de empresas públicas e privadas. O grupo Huayang, como destaca a matéria, disponibilizou cerca US$ 3 bilhões para o Brasil.

“Nosso objetivo é nomear pessoas competentes e inovadoras, com vasta experiência de negócios no Brasil. E por isso escolhemos Caetano e estamos muito felizes com essa nomeação”, explica Fabio Hu, presidente da CCDIBC.

“O Brasil, principalmente a região Norte, com destaque para o Amapá e o Para, são as portas de entrada para novos investimentos chineses. E vamos buscar estas oportunidades com um bom trabalho. Focado em resultados”, afirma Caetano, que organiza uma agenda de aproximação com a China, que envolverá eventos e muitos negócios.

O objetivo é focar na região, que para a CCDIBC conta com muitas oportunidades e que está em acordo com o planejamento da gestão Xi Jiping, presidente da China, em promover e regionalizar os negócios entre os dois países.

investimentos

A China investiu US$ 20,9 bilhões no Brasil em 2017, maior valor desde 2010 uma vez que a recessão ajudou a reduzir os preços de ativos e atraiu investidores, de acordo com o Ministério do Planejamento brasileiro.

Os dados apontam que 2017 foi o segundo melhor ano dos investimentos chineses no Brasil. Entre anunciados e confirmados, a China se envolveu em 250 projetos no Brasil no período de 2003 a 2017 com valores totais de US$ 123,9 bilhões. Destes, 93 projetos foram confirmados, totalizando US$ 53,5 bilhões.

CAETANO SOARES PINTO

Natural de Palmeira dos Índios, no Estado de Alagoas, Caetano Soares Pinto esteve pela primeira vez no Amapá em 1992. De lá pra cá foram muitas idas e vinda até fixar residência em 2009, quando instalou representação de multinacional do ramo náutico. Foi da direção de grandes grupos de comunicação, como o SBT-RJ, TV Itapoan-BA e TV Bandeirantes-Rio. Trabalhou como chefe de gabinete e assessor especial da Presidência na empresa CODESA – Companhia Docas do Espírito Santo.

 

Publicação Recomendada:

Parceria da CCDIBC com Fundo Chinês é destaque no Valor Econômico

http://brasilchina.org.br/2017/11/06/parceria-da-ccdibc-com-fundo-chines-e-destaque-no-valor-economico/

porCCDIBC

CCDIBC lança nova plataforma de associação e acesso à China

Associados terão tratamento diferenciado e ações serão focadas na geração de resultados

A China tornou-se um dos mais importantes players mundiais. E a cada ano essa importância aumenta MAIS. Essa nova demanda também impacta no trabalho da CCDIBC.

A partir de abril, a CCDIBC, que reúne cerca de dois mil associados na China, passará a atender, de forma preferencial, seus associados no Brasil.

Aqui no Brasil, a CCDIBC tem parcerias com autoridades das três esferas de poder, além de amplos contatos com associações e empresas dos mais variados setores.

Promovendo missões, eventos, reuniões, acordos de cooperação e muitos negócios.

Para ter acesso a esta estrutura, a CCDIBC oferece a seus associados um apoio estratégico para realizar seu negócio ou satisfazer seu objetivo de parcerias com a China.

“Em função da grande procura, a Câmara precisa focar em seus associados ou em quem deseja se associar”, explica Hu, que preside a CCDIBC.

 

NOVA POLITICA DE SÓCIOS  

A partir de abril, a CCDIBC aceitará novos associados no Brasil. Para se associar as empresas precisam conhecer os serviços oferecidos e fazer inscrição de filiação. A taxa anual semestral é de R$ 500,00. E a anual de R$ 700,00.

Para quem não for associado e deseja apenas uma primeira reunião, a CCDIBC cobrará R$ 200,00 (até uma hora de encontro).

“A grande demanda da China por novos negócios exige um novo formato de trabalho. Precisamos focar nas empresas que querem, de fato, fazer negócios, que possuem projetos ou que queiram novas parcerias para seus negócios”, conclui Hu.

A secretaria da CCDIBC está à disposição para esclarecer dúvidas.

Para representação ou abertura de escritório os interessados devem entrar em contato com a CCDIBC

porCCDIBC

China investirá US$ 330 mi na produção de energia solar em Chapada e deve gerar 300 empregos

Mais um empreendimento chinês demonstrou pretensões de investimentos em Mato Grosso. Na terça-feira (30) a CED Prometheus assinou o protocolo de intenções para a instalação de uma usina de energia de solar avaliada em US$ 330 milhões, na região de Chapada dos Guimarães (64 km de Cuiabá). Com capital 100% privado e participação da empresa da China, a obra deve gerar cerca de 300 empregos diretos e indiretos somente no período de construção, de acordo com as previsões iniciais.

De acordo com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), o documento também leva a chancela do governador Pedro Taques (PSDB), da prefeita do município, Thelma de Oliveira, e de empresários que farão parte do projeto. “Escolheram Chapada, porque a incidência solar lá é muito boa. Com isto mostraremos o nosso compromisso e do Governo do Estado em investir no turismo, mas também preocupado com o desenvolvimento sustentável”, disse a gestora.

Os recursos serão aplicados no desenvolvimento, aquisição, engenharia e construção do centro de produção de energia fotovoltaica de 300MWp na região do Manso, a 129 quilômetros da Capital. A eletricidade produzida ali atenderá as indústrias do Estado reduzindo os custos com o produto. “Temos a certeza que vamos ser beneficiados e as indústrias poderão fazer o aluguel dessas unidades solares”, disse o presidente do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso, Jandir Milan.

O governador Pedro Taques durante assinatura do protocolo de interesse. 

O presidente da empresa FAAD, Fernando Augusto Filho, explica que a principal vantagem é ter uma energia 25 a 30% mais barata, o que tornará o cenário mais competitivo, criando novos empregos e estimulando a circulação de mercadorias no Estado. Ele também lembra do recolhimento do Imposto Sobre Serviço (ISS) que será pago por todos os setores envolvidos na obra . “Vem para dentro do governo do estado e do município uma boa quantia”, conclui.

A Sedec informou ainda que o empreendimento seguirá os mesmos moldes do condomínio fotovoltaico que está sendo desenvolvido em Palmira, em Paraná, onde mais de 150.000 m² em painéis solares atenderão exclusivamente as indústrias da região. “O investimento em energia fotovoltaica nos chamou a atenção, justamente, pela questão ambiental e pela deficiência energética que o país pode ter no caso do crescimento”, ressaltou o prefeito de Palmeira, Edir Havrechaki.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Carlos Avalone, é fundamental ter um Estado que tenha autossuficiência energética e garantir isto as gerações futuras. “Quando temos uma matriz de energia diversificada oferecemos mais garantia aos investidores. A Fiemt vai fazer uma reunião apresentando aos empresários este projeto. Então, tudo isto barateia o custo para Mato Grosso, gera mais empregos e atrai investidores dando condições para que eles se instalem no Estado”.

Série de investimentos

Nos últimos meses, empresários do país oriental apresentaram interesse em investir em diversos segmentos em Mato Grosso. É o caso da Zhuhai Yuren Agricultural Aviation, que, recentemente visitou 10 municípios do Estado em busca do melhor local para instalação de uma fábrica de drones agrícolas avaliada U$ 22 milhões. Os produtos devem custar R$ 19 mil.

Além dela, há ainda a Corona Energy Technology, que  pode instalar uma fábrica de placas solares no Estado e a COFCO International, maior indúsitria do setor alimentício chinês, que também assinou um protocolo de intenções para ampliar seus investimentos por aqui.

Em novembro de 2017 a Câmara de Comércio do Governo Chinês,  China International Eletronic Commerce Center, aprovou a apresentação do Programa de Incentivo a Projetos de Interesse Social (PIPS-MT), para Barra dos Bugres (175 km de Cuiabá). O município pode receber até R$ 90 milhões em recursos que devem resolver os problemas de infraestrutura locais.

A sequência de anúncios destas pretensões decorre, segundo o Governo do Estado, da visita de uma comitiva mato-grossense ao país no último ano. A missão de negócios foi realizada em 2017.

Fonte: http://www.olhardireto.com.br/agro/noticias/exibir.asp?id=25981&noticia=china-investira-us-330-mi-na-producao-de-energia-solar-em-chapada-e-deve-gerar-300-empregos

porCCDIBC

Chineses vão investir R$ 5 bilhões em Mato Grosso

Capital será empregado principalmente em empreendimentos para geração de energia fotovoltaica e biocombustível

Empresas chinesas irão investir cerca de R$ 5 bilhões no setor de energia renovável nos próximos cinco anos em Mato Grosso. O dinheiro será aplicado nas áreas de biocombustível e usinas fotovoltaicas, sendo que dois projetos estão em andamento e um deles está em fase de elaboração. A expectativa do governo do Estado é que mais de dois mil empregos diretos e indiretos sejam gerados por estes empreendimentos.

A empresa Sepco1 Construções do Brasil Ltda, consorciada da empresa estatal Powerchina, se reuniu na quinta-feira (08.03) com o governador Pedro Taques e apresentou o projeto de construção de usinas fotovoltaicas no estado. Atualmente, a empresa, que tem unidade administrativa em Vera (460 km ao norte de Cuiabá), é responsável pela construção da linha de transmissão entre Cláudia e Paranatinga e executa outras obras similares no Brasil.

O diretor executivo adjunto da Sepco1, Shi Shixiao, explicou que a China está em processo de abertura para o capitalismo e existe um posicionamento governamental para investimento em empreendimentos fora do país. O objetivo desta ação é exportar capital para evitar acúmulo e assim, controlar a inflação.

Primeiro, vamos atuar com a solar porque tem menos impacto ao meio ambiente, maior facilidade para instalação e ainda tem a captação favorecida pelo relevo de Mato Grosso

Por meio do incentivo governamental Belt and Road (uma espécie de cinturão viário ou rota), a Sepco 1 pretende investir mais de R$ 1 bilhão em Mato Grosso para a construção da usina fotovoltaica. Dentro desta linha estratégica, em andamento em países da África, os chineses querem desenvolver novas rotas comerciais e promoção econômica.

Conforme o coordenador administrativo da Sepco1, Bernardo Nien, técnicos estão fazendo a captação de informações sobre demanda energética  em Mato Grosso para definir o local de instalação e o sistema de comercialização do produto.  Ele acrescenta que o objetivo principal é o desenvolvimento de energia solar e eólica.

“Primeiro, vamos atuar com a solar porque tem menos impacto ao meio ambiente, maior facilidade para instalação e ainda tem a captação favorecida pelo relevo de Mato Grosso. Porém, estudamos a possibilidade de expandir para a segunda forma de captação”.

A Sepco1 foi uma das 11 empresas que procuraram o governo, após a promoção do Mato Grosso Investment Forum, na China, em novembro do ano passado. O evento teve o objetivo de apresentar o Estado para investidores asiáticos.

Além de atuar com produção de energia solar, eólica e nuclear, a empresa aplica nos setores de construção, logística, investimentos, linhas de crédito e infraestrutura.

 

Celeridade no licenciamento e segurança jurídica

Durante a reunião com a Sepco 1, o governador Pedro Taques apresentou as potencialidades de Mato Grosso e disse que o estado está preparado para receber as empresas internacionais, oferecendo transparência nos processos, de forma a impulsionar os negócios com sustentabilidade. “Investimentos como estes são bem-vindos, porque não apenas vão gerar empregos, conhecimento e tecnologia, mas também reforçar o potencial produtivo e competitivo de Mato Grosso em todo o mundo”, destacou Taques.

A assessora de Assuntos Internacionais do Governo do Estado, Rita Chiletto, explica que o número de empresas chinesas que procuram o Estado em busca de parceria e suporte para investir foi grande após o Mato Grosso Investment Forum. “Tivemos a visita de 11 empresas, sendo que uma delas marcou a visita um mês após o evento na China”.

Conforme Chiletto, muitas já tentaram entrar no mercado brasileiro em outras ocasiões, mas acabaram tendo as iniciativas frustradas pelo excesso de burocracia e falta de expertise em atuar de acordo com as legislações vigentes no país tanto para a abertura de empreendimentos, como participação de processos licitatórios.

A técnica relata que uma das estratégias utilizadas atualmente é se consorciar com empresas brasileiras que estão nas áreas de interesse.

O secretário de Estado de Meio Ambiente, André Baby, informou que o tempo para a liberação das licenças ambientais foi reduzido em Mato Grosso após um trabalho de modernização de processo, sem comprometer o cumprimento da legislação.

Baby assegura que hoje, o processo demora 180 dias nos casos mais complexos. Porém, existem demandas que são liberadas em até 90 dias. O período é inferior a média nacional, que gira em torno de 270 dias.

Mais setores

Entre as empresas chinesas que anunciaram investimentos no Estado está a Zhuhai Yuren Agricultural, especialista em drones para a agricultura. Ela pretende instalar uma montadora no município de Sorriso.

Também está na lista a COFCO que manifestou interesse na construção de silos e na ampliação dos negócios. A empresa comprou 4 milhões de toneladas de grãos, orçadas em aproximadamente R$ 15 milhões, e até 2022, a quantidade será ampliada para 7 milhões de toneladas.

No setor de comércio está prevista a construção de uma filial comercial da empresa XCMG, especializada em maquinários para a construção civil.

Fonte: http://midianews.com.br/politica/chineses-vao-investir-r-5-bilhoes-em-mato-grosso/320033

porCCDIBC

Lançada pedra fundamental do Porto São Luís

O presidente internacional da China Communications Construction Company (CCCC), Chen Zhong, afirmou que o Porto São Luís será um dos principais portos de produtos a granel do Brasil.

SÃO LUÍS – Em uma cerimônia com a presença do governador Flávio Dino, entre outras autoridades políticas, e do segmento empresarial, foi lançada hoje (16) a Pedra Fundamental do Porto São Luís, marcando o início das obras. O presidente internacional da China Communications Construction Company (CCCC), sócia majoritária do empreendimento, Chen Zhong, destacou o novo modelo de parceria entre os dois países e afirmou que o Porto São Luís será um dos principais portos de produtos a granel do Brasil.

Além do governador e do presidente da CCCC, foram convidados para compôr a mesa de abertura do evento o embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang, o vice-governador do Maranhão Carlos Brandão, a cônsul da China no Recife, Li Feiyue, o presidente da CCCC para as Américas, Chang Yunbo, os representantes das empresas brasileiras sócias do Porto, Walter Torre Júnior, da WPR, e Paulo Remy, da Lyon Capital, o presidente do Conselho do grupo Herun, Yu Songbo, e o presidente da Federação das Indústrias do Maranhão (FIEMA), Edilson Baldez.

O presidente Chen Zhong citou os pontos relevantes do projeto, entre eles a geração de quatro mil empregos. “Vamos respeitar as leis locais e trabalhar para preservar o meio ambiente com a sociedade. Que os talentos façam parte desse projeto que é ambicioso e pode ser um grande modelo para o país”.

Com capacidade de movimentação inicial de dez milhões de toneladas ao ano, Chen Zhong ressaltou que o escoamento da produção via Porto São Luís beneficiará sete estados brasileiros, por meio da integração com a Ferrovia Carajás.

O sócio da WPR, Walter Torre, falou da escolha da cidade para a construção do projeto, que além da potencialidade local a motivação está no desenvolvimento do Estado.

“Escolhemos São Luís não apenas pelas suas características naturais e geográficas únicas com vocação natural para a atividade portuária, mas também para trazer um novo patamar de desenvolvimento para o Maranhão, pois além de geração de emprego e capacitação da mão de obra local, estão previstas várias obras de infraestrutura na região limítrofe com o projeto, como saneamento, pavimentação, legalização fundiária, construção de escolas, implantação de posto de saúde entre outros”.

O governador Flávio Dino destacou o incremento da produção e a geração de empregos. “Temos hoje três portos no Maranhão, dois privados e um público, movimentando 200 milhões de toneladas ao ano. O Porto São Luís não divide, não compete, ele soma. Haverá abertura de milhares de oportunidades de trabalho e negócios”, disse. “Todas as leis brasileiras estão sendo rigorosamente seguidas para segurança jurídica e eficiência. Temos certeza que será um grande sucesso”, completou.

Para formalizar o empreendimento, houve a assinatura do contrato de condições particulares de engenharia entre a empresa Concremat e o CEO do Porto São Luís, Lin Le. Também foi assinada a carta mandato para financiamento com a indústria comercial da China (ICBC), entre o vice-presidente da ICBC Brasil, Zhou Yun Peng, e os diretores do Porto São Luís, Paulo Remy e Walter Torre.

O embaixador Li Jinzhang disse que este é um “momento histórico entre China e Brasil”, citando a importância de um porto para o desenvolvimento econômico do Estado. “É um condutor para o crescimento regional e atrairá mais empresas para se instalarem aqui”. O presidente da Fiema, Edilson Baldez, seguiu o mesmo raciocínio do desenvolvimento econômico. “É um projeto muito importante para o Maranhão e para o Brasil”, frisou.

Sobre o porto

O Porto São Luís é um terminal de uso privado, cuja primeira fase da obra está orçada em R$ 800 milhões e deve ser concluída dentro de quatro anos – com a geração estimada de quatro mil empregos diretos.

A capacidade de movimentação do novo terminal é de cerca de dez milhões de toneladas por ano – sendo sete milhões de soja e milho, 1,5 milhão de fertilizantes, 1,5 milhão de carga geral e 1, 8 milhão metros cúbicos de derivados de petróleo.

A obra compreende uma área de 200 hectares onde serão construídos seis berços, sendo quatro na primeira fase de construção e dois na segunda, mais ponte de acesso, acesso rodoferroviário e pera ferroviária.

Sobre os investidores

CCCC- A China Communications Construction Company (CCCC) é a maior empresa de insfraestrutura da China e a quinta maior do mundo. Entre as obras com a assinatura da empresa estão a maior ponte do mundo, que liga Macau e Zhuai, com 55 quilômetros de extensão. A CCCC está listada na Bolsa de Hong Kong

WPR- Empresa paulista de infraestrutura do empresário Walter Torre Júnior

LYON CAPITAL – A Lyon Capital, empresa de private equity independente, que prospecta oportunidades de negócios, especialmente na área de infraestrutura em toda a América Latina, tendo Paulo Remy Gillet Neto, Nilton Bertuchi e Roberto Ferrari, como principais acionistas.

 

Fonte : http://imirante.com/sao-luis/noticias/2018/03/16/lancada-pedra-fundamental-do-porto-sao-luis.shtml