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Políticas tarifárias dos EUA são medidas hegemônicas, diz economista chinês

A nova rodada de medidas tarifárias dos Estados Unidos destinadas aos produtos chineses no valor de US$ 200 bilhões é uma ação ao mesmo tempo unilateral e hegemônica, disse ontem (18) o ex-vice-ministro chinês das Finanças, Zhu Guangyao. O economista falou durante o seminário do relacionamento comercial entre China e Estados Unidos realizado em Bruxelas, capital belga.

Zhu Guangyao disse que a economia global mantém uma positiva tendência de desenvolvimento. No entanto, o unilateralismo, o protecionismo comercial e o nacionalismo prejudicam as perspectivas da economia mundial.

De acordo com ele, a China é participante, construtora, defensora e contribuidora do sistema econômico internacional e até do sistema internacional contemporâneo. O país desempenha, portanto, um papel positivo e importante no cenário mundial.

Zhu Guangyao lembrou que o atual sistema econômico internacional foi construído após a Segunda Guerra Mundial sob as propostas dos EUA. No entanto, Washington está causando profundos danos ao sistema construído por si próprio, disse Zhu Guangyao.

 

Tradução: Li Jinchuan

Edição: Rafael Fontana

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WORKSHOP ENSINA COMO LUCRAR COM A “GUERRA” EUA X CHINA

“OPORTUNIDADES BRASIL CHINA” É UMA INICIATIVA DO JORNALISTA, ESCRITOR E CONSULTOR DANIEL CASTRO, COM APOIO DA CÂMARA DE COMÉRCIO DE DESENVOLVIMENTO INTERNACIONAL BRASIL-CHINA (CCDIBC)

PRIMEIRAS TURMAS OCORRERÃO NA SEDE DA CCDIBC, EM SÃO PAULO (CENTRO), DIAS 29 E 30 DE SETEMBRO.

 

O Brasil pode ganhar R$ 28,5 bilhões com a “guerra” comercial EUA x China, segundo estudo da Confederação Nacional da Indústria –CNI. Em novembro próximo, a China realizará a maior feira de importação do mundo e, nos próximos cinco anos, importará produtos e serviços num valor superior a USS 10 trilhões… Com lucrar com esta janela de oportunidades?

Como o objetivo de responder estas e outras questões, de forma prática, é lançado o “WORKSHOP OPORTUNIDADES BRASIL-CHINA”.

Entre os temas estão:

CONJUNTURA DE NEGÓCIOS BRASIL-CHINA;
O QUE A CHINA E O BRASIL QUEREM COMPRAR E VENDER;
COMO ESCOLHER UM PARCEIRO/ ETIQUETA EMPRESARIAL;
ACESSO A CRÉDITO E FUNDOS DE INVESTIMENTOS;
MISSÕES NA CHINA – O QUE É IMPORTANTE CONHECER;
FEIRAS NA CHINA – O QUE É IMPORTANTE VISITAR;
SETORES ESTRATÉGICOS E MERCADOS POTENCIAIS;
IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO;
COMUNICAÇÃO ESTRATÉGICA;
ROTA DA SEDA;
INOVAÇÃO/TECNOLOGIA;
COMO MONTAR SEU PROJETO PARA A CHINA!

O WORKSHOP engloba todos aqueles que já fazem ou pretendem trabalhar com a China: EXECUTIVOS, GESTORES (PÚBLICOS E PRIVADOS), ESTUDANTES, EMPREENDEDORES, EMPRESÁRIOS (PEQUENOS, MÉDIOS E GRANDES), ADÊMICOS, COMUNICADORES, ADVOGADOS, PROFISSIONAIS, CONSULTORES, ASSOCIAÇÕES, ONGS E STARTUPS…

OLHAR BRASIL-CHINA

O WORKSHOP é uma iniciativa do jornalista, escritor e consultor Daniel Castro, com apoio da CÂMARA DE COMÉRCIO DE DESENVOLVIMENTO INTERNACIONAL BRASIL-CHINA (CCDIBC), que trabalha com a China desde 2002.

Especialista nas relações e negócios entre os dois gigantes, Castro acompanhou mais de três mil missões de negócios Brasil-China, com destaque para eventos importantes como as maiores feiras e eventos no Brasil e na China. Além de amplo material já produzido sobre os dois países.

Em seu livro mais recente, Castro faz uma reflexão de por onde anda a China e para onde vai o mundo. “China: de volta para o presente” é material didático do WORKSHOP, que usa ferramentas tecnológicas e muitas experiências, além de ferramentas tecnológicas.

“WORKSHOP OPORTUNIDADES BRASIL-CHINA”

PRÓXIMAS TURMAS: 29 e 30 de setembro

LOCAL: SEDE DA CCDIBC; AVENIDA SÃO LUÍZ, 89 – 9º (CENTRO)

AO LADO DO EDIFÍCIO ITÁLIA

 

PREÇO ESPECIAL – PRIMEIRAS TURMAS

R$ 600,00*
*DESCONTO PARA GRUPOS FECHADOS EM EMPRESAS E ENTIDADES!

 

 

CERTIFICADO INTERNACIONAL

Os participantes terão direito a certificado internacional, emitido pela CÂMARA DE COMÉRCIO DE DESENVOLVIMENTO INTERNACIONAL BRASIL-CHINA (CCDIBC), que atua no Brasil desde 2002. E que tem mais de dois mil associados na China.

 

INFORMAÇÕES:
+55 11 3214-2266
CONTATO@BRASILCHINA.ORG.BR

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR A APRESENTAÇÃO COMPLETA

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Presidente da CCDIBC é homenageado no Dia do imigrante Chinês

Fabio Hu participou de ato que homenageou a comunidade chinesa na Câmara Municipal de São Paulo

A Câmara Municipal de São Paulo realizou hoje (15 de agosto) a solenidade de hasteamento da bandeira da China em registro ao Dia do imigrante Chinês. O evento reuniu a comunidade chinesa na cidade, tendo a frente à participação do cônsul-Geral, sra. Chen Peijie.

A cerimonia foi uma iniciativa da vereadora Edir Sales, que é autora da lei que criou este dia em São Paulo. “O dia está frio, mas nossos corações estão quentes”, frisou a vereadora Edir, em fala sobre a importância deste dia para chineses e brasileiros.

Para a sra. Chen, o Brasil e São Paulo são irmãos da China. A cônsul-geral destacou a iniciativa da vereadora, bem como a linda apresentação da banda da guarda metropolitana, que tocou o hino da China.

Homenagem

Como parte da solenidade, a vereadora homenageou várias personalidades da comunidade chinesa. Entre elas, o presidente da Câmara de Comércio de Desenvolvimento Internacional Brasil-China (CCDIBC), Fabio Hu, que ressaltou a singularidade deste Ato.

“O Brasil e a China comemoram este dia. É um momento de muitas trocas e oportunidades. Cada chinês que chegou lá atrás é um símbolo desta irmandade que existe até hoje. E que vai a cada dia ser maior e melhor”, concluiu Hu

Presidente da CCDIBC é homenageado no Dia do imigrante Chinês
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Festival celebra Dia da Imigração Chinesa no Brasil em parque de São Paulo

São Paulo, 12 ago (Xinhua) — O Festival da Imigração Chinesa no Brasil celebrou neste domingo a chegada dos imigrantes ao país latino-americano com apresentações artísticas e culturais no Parque da Aclimação, em São Paulo. O evento antecede o Dia da Imigração Chinesa no Brasil, em 15 de agosto, data no calendário oficial do país graças ao projeto sancionado este ano pelo presidente brasileiro, Michel Temer. Neste dia, diversas cerimônias oficiais estão marcadas nas principais cidades brasileiras, entre as quais Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro.

No Parque da Aclimação, o domingo foi um dia festivo para a comunidade, e contou também com autoridades chinesas e brasileiras, como a cônsul-geral da China em São Paulo, Chen Peijie, o presidente da Associação Chinesa do Brasil, Ronaldo Zhu, o deputado federal que preside a Frente Parlamentar Brasil-China, Fausto Pinato, e a primeira-dama do Estado de São Paulo, Lúcia França.

Para a cônsul-geral chinesa em São Paulo, a data lembra os mais de 200 anos da chegada dos primeiros imigrantes ao Brasil, um país acolhedor e de povo hospitaleiro. Segundo ela, o dia é de muita celebração, pois é a primeira vez que a data é comemorada nacionalmente. A primeira-dama do Estado de São Paulo aproveitou para agradecer aos chineses por terem escolhido o Brasil e se aliado ao espírito de trabalho que o Estado representa. Além disso, França agradeceu também a doação de mil cestas básicas e de 1.500 cobertores para projetos sociais do Estado, feita por meio de um cheque simbólico que recebeu das mãos da cônsul-geral e do presidente da Associação Chinesa do Brasil.

“Não tem uma coisa que aproxime mais os povos do que a cultura, que tem, de certa forma, de ser compartilhada. Além disso, que o Dia da Imigração Chinesa no Brasil sirva para aqueles chineses que vão nascer por aqui, que possam lembrar de seus avós, de seus pais”, disse Pinato, idealizador da Frente Parlamentar Brasil-China e que propôs a criação da data da Imigração Chinesa do Brasil em 15 de agosto.

O festival teve apresentações artísticas no palco central, como música e dança, caso da Dança do Dragão. No parque também havia demonstrações de recorte em papel, caligrafia chinesa e de medicina tradicional chinesa, além de língua e cultura, oferecidas por entidades estabelecidas na cidade de São Paulo, como o Instituto Confúcio.São Paulo, 12 ago (Xinhua) — O Festival da Imigração Chinesa no Brasil celebrou neste domingo a chegada dos imigrantes ao país latino-americano com apresentações artísticas e culturais no Parque da Aclimação, em São Paulo. O evento antecede o Dia da Imigração Chinesa no Brasil, em 15 de agosto, data no calendário oficial do país graças ao projeto sancionado este ano pelo presidente brasileiro, Michel Temer. Neste dia, diversas cerimônias oficiais estão marcadas nas principais cidades brasileiras, entre as quais Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro.

No Parque da Aclimação, o domingo foi um dia festivo para a comunidade, e contou também com autoridades chinesas e brasileiras, como a cônsul-geral da China em São Paulo, Chen Peijie, o presidente da Associação Chinesa do Brasil, Ronaldo Zhu, o deputado federal que preside a Frente Parlamentar Brasil-China, Fausto Pinato, e a primeira-dama do Estado de São Paulo, Lúcia França.

Para a cônsul-geral chinesa em São Paulo, a data lembra os mais de 200 anos da chegada dos primeiros imigrantes ao Brasil, um país acolhedor e de povo hospitaleiro. Segundo ela, o dia é de muita celebração, pois é a primeira vez que a data é comemorada nacionalmente. A primeira-dama do Estado de São Paulo aproveitou para agradecer aos chineses por terem escolhido o Brasil e se aliado ao espírito de trabalho que o Estado representa. Além disso, França agradeceu também a doação de mil cestas básicas e de 1.500 cobertores para projetos sociais do Estado, feita por meio de um cheque simbólico que recebeu das mãos da cônsul-geral e do presidente da Associação Chinesa do Brasil.

“Não tem uma coisa que aproxime mais os povos do que a cultura, que tem, de certa forma, de ser compartilhada. Além disso, que o Dia da Imigração Chinesa no Brasil sirva para aqueles chineses que vão nascer por aqui, que possam lembrar de seus avós, de seus pais”, disse Pinato, idealizador da Frente Parlamentar Brasil-China e que propôs a criação da data da Imigração Chinesa do Brasil em 15 de agosto.

O festival teve apresentações artísticas no palco central, como música e dança, caso da Dança do Dragão. No parque também havia demonstrações de recorte em papel, caligrafia chinesa e de medicina tradicional chinesa, além de língua e cultura, oferecidas por entidades estabelecidas na cidade de São Paulo, como o Instituto Confúcio.

porCCDIBC

Mais de 2.800 empresas participarão da Exposição Internacional de Importação da China

A primeira edição da Exposição Internacional de Importação da China será realizada em novembro em Shanghai. Até o momento, mais de 2.800 empresas de 130 países e regiões já confirmaram presença. Além disso, 80 países e 3 organizações internacionais também participarão da exibição.

Segundo o vice-ministro do Comércio chinês, Wang Bingnan, o evento conta com duas partes, incluindo a feira de negócios corporativos e as exposições nacionais de comércio e investimento. A área de estandes comerciais de empresas atingirá 270 mil metros quadrados, mostrando ao público mais de 100 novos produtos e tecnologias. Na zona de exposições nacionais, serão destacadas as apresentações sobre o comércio de bens e serviços, desenvolvimento industrial, investimento e o turismo.

Além disso, também será criado um Pavilhão da China durante a exposição, com o objetivo de mostrar o papel positivo das importações na reforma e abertura da China.

Tradução: Zhao Yan

Edição: Layanna Azevedo

Fonte: CRI

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China diz que reagirá após nova ameaça de tarifas dos EUA sobre US$ 200 bilhões

A China acusou os Estados Unidos nesta quarta-feira (11) de intimidação e alertou que vai responder depois que o governo norte-americano elevou o tom na disputa comercial, ameaçando com novas tarifas de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses na terça-feira (10).

A alíquota de 10% entraria em vigor em pelo menos dois meses e inclui uma série de bens, entre eles soja, aço, alumínio, produtos químicos e alimentícios.

Pequim afirma que vai responder mais uma vez contra as medidas tarifárias de Washington, inclusive por “medidas qualitativas”. Empresas norte-americanas na China temem que essa ameaça possa significar inspeções mais duras ou atrasos em aprovações de investimentos ou mesmo boicotes ao consumidor.

Na sexta-feira (6), a China apresentou uma ação contra os EUA na Organização Mundial do Comércio (OMC) pela imposição de taxas de importação, informou seu Ministério do Comércio.

O Ministério das Relações Exteriores descreveu as ameaças de Washington como “intimidação típica” e disse que a China precisa contra-atacar para proteger seus interesses.

“Essa é uma luta entre unilateralismo e multilateralismo, protecionismo e livre comércio, poder e regras”, afirmou a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Hua Chunying, nesta quarta.

Lista de produtos

Na terça-feira (10), autoridades dos EUA divulgaram a lista de milhares de importações chinesas que o governo norte-americano quer atingir com as novas tarifas. A medida provocou críticas de alguns grupos industriais dos EUA.

Os US$ 200 bilhões superam de longe o valor total de bens que a China importa dos EUA, o que significa que Pequim pode precisar pensar em maneiras criativas de responder a tais medidas dos EUA. O montante corresponde a 40% das vendas chinesas anuais para os EUA.

A nova lista de produtos sobretaxados da China inclui:

  • centenas de produtos alimentícios
  • soja e milho
  • tabaco
  • peixes
  • produtos químicos
  • carvão
  • algodão
  • aço e alumínio

Reação dos mercados

Os mercados acionários da China caíram nesta quarta, após três dias seguidos de ganhos, e o iuan enfraqueceu depois que os Estados Unidos ameaçaram com mais tarifas de importação sobre produtos chineses, intensificando o conflito entre as duas maiores economias do mundo.

As bolsas de valores europeias também operavam em queda nesta quarta com a escalada na disputa comercial entre os EUA e a China, após ganhos seguidos de seis sessões.

O dólar sobe frente ao real, também refletindo o agravamento do cenário internacional depois que os Estados Unidos ameaçaram adotar novas tarifas sobre produtos da China.

Entenda a tensão entre EUA e China

Há anos, os EUA reclamam de um considerável déficit comercial (que é a diferença do volume exportado entre os dois países) com a China. A meta de Trump era reduzir em pelo menos US$ 100 bilhões o rombo com a China.

Os EUA defendem que o país asiático rouba propriedade intelectual, especialmente no setor de tecnologia, além de violar segredos comerciais de empresas americanas, gerando uma concorrência desleal com o resto do mundo.

O tiro inicial foi dado em abril, quando os EUA anunciaram tarifas de US$ 50 bilhões sobre 1,3 mil produtos chineses, alegando violação de propriedade intelectual. Em resposta, a China impôs tarifas de 25% sobre 128 produtos dos EUA, como soja, carros, aviões, carne e produtos químicos.

Desde então, os dois países não pararam de trocar novas ameaças e agravaram a guerra comercial. Guerras comerciais começam quando um país impõe tarifas comerciais à importação de outro, que responde sobretaxando os produtos do concorrente.

Na semana passada, Washington impôs tarifas de 25% sobre US$ 34 bilhões em importações chinesas, somando 818 produtos. As taxas miram em produtos chineses que, para o governo de Trump, são comercializados de forma injusta, como veículos de passageiros, transmissores de rádio, peças para aviões e discos rígidos para computadores.

Uma segunda parte dos bens, avaliada em US$ 16 bilhões, será analisada após um processo de revisão e observação do público.

Veja abaixo a cronologia da tensão entre EUA e China:

2001: China entra oficialmente na OMC.

2006: Henry Paulson assume a secretária do Tesouro dos EUA com a missão de reduzir o déficit comercial do país com a China.

2007: Departamento de Comércio ameaçam sobretaxas sobre a importação de papel da China.

2012: Durante a campanha presidencial, Obama e Romney discutiram as práticas comerciais da China.

2016: Na eleição, Trump chega a ameaçar elevar para 30% a tarifa sobre todos os produtos chineses.

Dezembro de 2016: Ao fim dos 15 anos para fazer mudanças propostas pela OMC, China não altera nada e continua a ser encarada apenas como economia “semi-aberta” por EUA e UE.

8 de março de 2018: EUA impõem sobretaxas ao aço e alumínio importado de vários países.

2 de abril de 2018: em resposta, China impõe tarifas de 25% sobre 128 produtos dos EUA, como soja, carros, aviões, carne e produtos químicos.

5 de abril de 2018: China recorre à OMC contra tarifas dos EUA para o aço e alumínio.

5 de abril de 2018: Trump propõe sobretaxar mais US$ 100 bilhões em produtos chineses.

31 de maio de 2015: Trump retira isenção a tarifas sobre aço e alumínio da UE, Candá e México.

1 de junho: EUA oficializam imposição de cotas e sobretaxas à importação de aço brasileiro.

15 de junho de 2018: EUA começam a sobretaxar parte dos US$ 50 bilhões em produtos chineses. Outra parte é prevista para 6 de julho.

16 de junho de 2018: China surpreende com ameaças de novas tarifas, agora sobre o petróleo bruto, gás natural e produtos de energia dos EUA.

19 de junho de 2018: Trump ameaça impor tarifa de 10% sobre US$ 200 bilhões em bens chineses, em retaliação.

19 de junho de 2018: Pequim criticou “chantagem” e alertou que irá retaliar, em um rápido agravamento do conflito comercial.

6 de julho de 2018: começa a cobrança de tarifas sobre 818 produtos chineses, no valor de R$ 34 bilhões.

6 de julho de 2018: China apresenta ação na OMC contra os EUA contra as tarifas.

10 de julho de 2018: EUA anunciam nova lista com tarifas de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses.

11 de julho de 2018: China acusa os EUA de intimidação e alerta que vai responder às novas tarifas.

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Empresas de Jinjiang se expandem para o exterior e viram marca internacional

A cidade de Jinjiang, província de Fujian, foi uma importante cidade na antiga rota da seda marítima da China, em que o comércio exterior viveu um momento de grande prosperidade. Hoje em dia, a cidade se situa na vanguarda da aplicação da reforma e abertura do país, testemunhando a penetração de empresas locais no mercado exterior, criando um modelo internacional.

A cidade passou gradualmente da condição de “cidade industrial” chinesa para uma “cidade de grife internacional”. O caminho de transformação de Jinjiang teve início no estilo de vida de sua população, incluindo hábitos como o modo de se vestir e a gastronomia local.

O Grupo de Alimentos Panpan, uma das corporações mais conhecidas em Jinjiang, já exporta seus produtos para mais de 40 países e regiões. Em 2017, o volume de venda no exterior ultrapassou 7 bilhões de yuans. O presidente do Grupo, Cai Jinan, afirma que a Panpan estabelecerá fábricas em alguns países do Sudeste Asiático e da Europa.

“Já estabelecemos uma empresa nas Filipinas. No passado, nossa matéria-prima vinha da Indonésia, Tailândia, Canadá e Austrália, entre outros países. Agora instalamos primeiramente a empresa e vendemos nossos produtos. Se a venda for abundante, podemos abrir uma fábrica no local, avançar rumo à tendência internacional.”

Para criar um modelo internacional para a Panpan, a empresa cooperou de forma ampla com algumas instituições e universidades chinesas. Ele fundou um laboratório de estudo, conjuntamente com os institutos de estudo sobre alimentos e bebidas do Japão, Estados Unidos, Alemanha e Itália, realizando a cooperação estratégica nessa área. A empresa também enviou regularmente funcionários para os países do BRICS, além de outros países e regiões, para estudar e buscar oportunidades de colaboração.

A Empresa de Vestuário de Qipai é outra empresa que se concentra no mercado externo. O valor da marca Qipai ultrapassa 42,5 bilhões de yuans, ficando na linha de frente entre as marcas de vestuário.

A empresa foi fundada em 1979, quase ao mesmo momento de aplicação da reforma e abertura da China. Nesses quase 40 anos de desenvolvimento, mais de 3,5 mil lojas especializadas foram abertas em cidades por toda a China. O presidente da empresa, Hong Zhaoshe, conta que a empresa está planejando ampliar seu trabalho no mercado internacional.

“Se a nossa empresa puder sair para o exterior, isso representará um grande salto para o nosso desenvolvimento. Portanto, ampliamos agora o mercado externo e alguns trabalhos já são executados. Por exemplo, atividades relacionadas com o comércio eletrônico e a criação de nossas filiais no exterior. Tudo isso é o que planejamos agora.”

O Grupo de Hengan é o maior fabricante de lenço de papel e produtos de higiene para maternidade. Fundado em 1985, ele já acumula 30 bilhões de yuans em ativos fixos.

O gerente-geral de relações públicas da empresa, Chen Fapei, afirma que, graças à aplicação da iniciativa do Cinturão e Rota, a empresa tem acelerado o passo para estender ainda mais a cadeia industrial e se instalar no mercado internacional.

“Desde 2016, aceleramos o ritmo para planejar nosso trabalho no exterior. De 2016 a 2017, adquirimos uma companhia da Malásia que produz fraldas. E investimos na Indonésia e na Rússia para abrir fábricas. Em abril deste ano, investimos em uma planta de polpa biológica da Finlândia. Tudo isso representa nosso trabalho no exterior. No contexto do Cinturão e Rota, acredito que nossa empresa encontrará uma condição para desenvolvimento rápido.”

porCCDIBC

Trem de carga China-Ásia Central

Há um trem de carga China-Ásia Central que é chamado pelo nome da cidade Qingdao. O trem parte de Qingdao para cinco países da Ásia Central. Desde 2015, mais de três mil trens carregando produtos feitos pela China, Japão e Coreia do Sul têm percorrido em esta ferrovia. A Cúpula da Organização de Cooperação de Shanghai será realizada em breve, em Qingdao. Aproveitando esta ocasião, o trem, carregando muita esperança, será conduzido rumo à Ásia Central.

Fonte: http://portuguese.cri.cn/videos/list/469/20180605/140689.html

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CCDIBC faz agenda estratégica no Sul

Presidente Fabio Hu liderou missão que reuniu áreas de negócios, medicina, tecnologia, alimentos, esportes, turismo e cultura

Em missão estratégica, Fabio Hu, presidente da Câmara de Comércio de Desenvolvimento Internacional Brasil-China (CCDIBC), liderou articulações com o estado do Rio Grande do Sul, um dos mais desenvolvidos e importantes na economia do Brasil. A Agenda incluiu passagem pela Assembleia Legislativa, PUC-RS, municípios de Serafina, Palmeira das Missões e Novo Barreiro. E teve organização da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação (CONTAC) e do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), entidades parcerias da CCDIBC.

Agenda em Porto Alegre

Como parte de aproximação na área de tecnologia, a missão conheceu as instalações do TECNOPUC, que reúne parque tecnológico e laboratórios como o Labelo. A comitiva conversou sobre a possiblidade de parcerias entre empresas privadas e a PUC, com possiblidade de intercâmbio com universidades chinesas. E também de organização de uma missão de empresas, estudantes, empreendedores voltados a área de tecnologia.

A agenda também incluiu uma conversa com o vice-presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, Deputado Nelsinho Metalúrgico (PT-RS). Na pauta a aproximação do Estado com a China, por meio de financiamento de projetos públicos e privados, além da formação de uma Frente Parlamentar Brasil-China.

Ainda na cidade, a convite do empresário Eduardo Borges de Assis, o presidente conheceu a Arena Grêmio, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro de Futebol. Empresários e o próprio presidente do Grêmio trataram de possíveis parcerias com a China.

Agenda na região de Palmeira das Missões

Região que reúne 72 municípios, primeira em produtividade agrícola, com destaque para soja e erva mate, a missão chinesa conheceu o potencial econômico e as oportunidades que podem surgir de uma parceria estratégica.

O grupo teve agenda na cidade de Serafina, com o presidente Siderlei de Oliveira e parte da diretoria da CONTAC, e o representante do MPA, Romário Rossseto, além de outras lideranças. Na mesa a proposta de criação de uma Bolsa de Alimentos Brasil-China. A proposta decorre de parceria já existente da CCDIBC com a CONTAC e o MPA e deve gerar novas reuniões para estruturação. E uma possível missão à China ainda este ano.

Em Palmeira das Missões, os chineses tiveram reunião no Sindicato dos Trabalhares Rurais, que reuniu lideranças, entre elas o presidente do sindicato, Jorge Almeida, o prefeito da cidade, Dudu Freire – acompanhado de secretários e procuradoria –, do deputado estadual Jeferson Fernandes (PT-RS), além de representantes da Emater-RS,  Universidade de Santa Maria, Ibramate, vereadores da região, agricultores e empresários.

Na pauta a parceria para financiamento e gestão tecnológica do Hospital da Região, rojeto e antigo sonho da população. Uma equipe de três médicos chineses, Dr. Chen Shyn Thoe, Dr. Chen Shue Hone e Dr. Liu Em Liang, acompanhados de Rubens Kiso, especialista em gestão empresarial e tecnológica da FGV, apresentou uma proposta de adaptação do projeto atual do hospital para um modelo híbrido, que reunirá medicina tradicional chinesa e ocidental, com tecnologia de referência mundial a ser implantada.

A proposta dos chineses faz parte de possível parceria, que tem no gestor do projeto local, Plinío Simas, uma possível articulação técnica, com o apoio das autoridades e das entidades locais, para tornar possível esta atração do investimento chinês para tornar possível este empreendimento. O que gerará oferta de mais leitos e um melhor sistema de diagnostico e gestão, que envolverá os 72 municípios atendimentos. Além de outras áreas do estado e do Mercosul.

Erva mate

No município de Novo Barreiro, o grupo foi recebido pelo prefeito Tito, que reuniu representantes das ervateiras, autoridades, vereadores, Sebrae, universidades, o Ibramate. Foi mostrado o potencial desta cultura para a economia local, bem como a possível expansão para a China. E após o grupo teve uma visita no complexo desta cultura e degustação de produtos. Além de vinhos e bebidas, estas por meio da cidade de Constantina, na qual foram recebidos pelo prefeito Gerri Sawaris.

Cultura e negócios

Como parte da programação, o grupo de chineses conheceu o festival Carijo, mais importante evento do gênero no Brasil. Uma grande exposição da cultura e de negócios da região. E ficou em tenda dos trabalhadores rurais.

Além de assistir a programação, o jornalista chinês Oscar Yuen, tocou em violão chinês duas músicas, sendo uma chinesa e outra brasileira, empolgando os participantes, que acompanharam com palmas.

Ainda dentro das dependências do festival, o grupo teve reunião com a Associação dos Municípios da Zona de Produção do Rio Grande do Sul (AMZOP), liderada pelo presidente e prefeito de Liberato Salzano, Gilson de Carli. Reunião esta que contou com vários prefeitos da região, empresários, lideranças de trabalhadores e da CONTAC e MPA, além de representantes do legislativo e de câmaras municipais.

Após explanação dos projetos e ações que podem ser feitas entre os dois países, com foco na região, foi assinada uma carta de intenção para que a CCDIBC possa atrair investimentos e oportunidades em áreas como educação, inovação, turismo, esportes, cidades inteligentes, alimentação, entre outros.

Com destaque para a área do meio ambiente, por meios dos projetos de usina de lixo e caminhão de lixo hospitalar. Além de Led público e cadeia de geração solar e eólica de energia.

Para o presidente da CCDIBC, Fabio Hu a agenda no Sul representa a abertura de novos centros dinâmicos de negócios entre o Brasil e a China. “A China precisa conhecer diretamente quem vende para ela. E fazer negócios diretamente com estes parceiros. O que traz o ganha-ganha para todos. E esta região é próspera em vários setores. E vamos buscar melhorar esta aproximação e gerar emprego e renda para os povos do Brasil e da China”, finalizou Hu, que encaminhará, oficialmente, uma proposta de missão para a China. ,

O grupo teve acompanhamento da secretaria geral da CCDIBC na China,  Sra Andrea Wang, e do diretor de Comunicação da CCDIBC, Daniel Castro.

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