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CCDIBC faz agenda estratégica no Sul

Presidente Fabio Hu liderou missão que reuniu áreas de negócios, medicina, tecnologia, alimentos, esportes, turismo e cultura

Em missão estratégica, Fabio Hu, presidente da Câmara de Comércio de Desenvolvimento Internacional Brasil-China (CCDIBC), liderou articulações com o estado do Rio Grande do Sul, um dos mais desenvolvidos e importantes na economia do Brasil. A Agenda incluiu passagem pela Assembleia Legislativa, PUC-RS, municípios de Serafina, Palmeira das Missões e Novo Barreiro. E teve organização da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação (CONTAC) e do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), entidades parcerias da CCDIBC.

Agenda em Porto Alegre

Como parte de aproximação na área de tecnologia, a missão conheceu as instalações do TECNOPUC, que reúne parque tecnológico e laboratórios como o Labelo. A comitiva conversou sobre a possiblidade de parcerias entre empresas privadas e a PUC, com possiblidade de intercâmbio com universidades chinesas. E também de organização de uma missão de empresas, estudantes, empreendedores voltados a área de tecnologia.

A agenda também incluiu uma conversa com o vice-presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, Deputado Nelsinho Metalúrgico (PT-RS). Na pauta a aproximação do Estado com a China, por meio de financiamento de projetos públicos e privados, além da formação de uma Frente Parlamentar Brasil-China.

Ainda na cidade, a convite do empresário Eduardo Borges de Assis, o presidente conheceu a Arena Grêmio, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro de Futebol. Empresários e o próprio presidente do Grêmio trataram de possíveis parcerias com a China.

Agenda na região de Palmeira das Missões

Região que reúne 72 municípios, primeira em produtividade agrícola, com destaque para soja e erva mate, a missão chinesa conheceu o potencial econômico e as oportunidades que podem surgir de uma parceria estratégica.

O grupo teve agenda na cidade de Serafina, com o presidente Siderlei de Oliveira e parte da diretoria da CONTAC, e o representante do MPA, Romário Rossseto, além de outras lideranças. Na mesa a proposta de criação de uma Bolsa de Alimentos Brasil-China. A proposta decorre de parceria já existente da CCDIBC com a CONTAC e o MPA e deve gerar novas reuniões para estruturação. E uma possível missão à China ainda este ano.

Em Palmeira das Missões, os chineses tiveram reunião no Sindicato dos Trabalhares Rurais, que reuniu lideranças, entre elas o presidente do sindicato, Jorge Almeida, o prefeito da cidade, Dudu Freire – acompanhado de secretários e procuradoria –, do deputado estadual Jeferson Fernandes (PT-RS), além de representantes da Emater-RS,  Universidade de Santa Maria, Ibramate, vereadores da região, agricultores e empresários.

Na pauta a parceria para financiamento e gestão tecnológica do Hospital da Região, rojeto e antigo sonho da população. Uma equipe de três médicos chineses, Dr. Chen Shyn Thoe, Dr. Chen Shue Hone e Dr. Liu Em Liang, acompanhados de Rubens Kiso, especialista em gestão empresarial e tecnológica da FGV, apresentou uma proposta de adaptação do projeto atual do hospital para um modelo híbrido, que reunirá medicina tradicional chinesa e ocidental, com tecnologia de referência mundial a ser implantada.

A proposta dos chineses faz parte de possível parceria, que tem no gestor do projeto local, Plinío Simas, uma possível articulação técnica, com o apoio das autoridades e das entidades locais, para tornar possível esta atração do investimento chinês para tornar possível este empreendimento. O que gerará oferta de mais leitos e um melhor sistema de diagnostico e gestão, que envolverá os 72 municípios atendimentos. Além de outras áreas do estado e do Mercosul.

Erva mate

No município de Novo Barreiro, o grupo foi recebido pelo prefeito Tito, que reuniu representantes das ervateiras, autoridades, vereadores, Sebrae, universidades, o Ibramate. Foi mostrado o potencial desta cultura para a economia local, bem como a possível expansão para a China. E após o grupo teve uma visita no complexo desta cultura e degustação de produtos. Além de vinhos e bebidas, estas por meio da cidade de Constantina, na qual foram recebidos pelo prefeito Gerri Sawaris.

Cultura e negócios

Como parte da programação, o grupo de chineses conheceu o festival Carijo, mais importante evento do gênero no Brasil. Uma grande exposição da cultura e de negócios da região. E ficou em tenda dos trabalhadores rurais.

Além de assistir a programação, o jornalista chinês Oscar Yuen, tocou em violão chinês duas músicas, sendo uma chinesa e outra brasileira, empolgando os participantes, que acompanharam com palmas.

Ainda dentro das dependências do festival, o grupo teve reunião com a Associação dos Municípios da Zona de Produção do Rio Grande do Sul (AMZOP), liderada pelo presidente e prefeito de Liberato Salzano, Gilson de Carli. Reunião esta que contou com vários prefeitos da região, empresários, lideranças de trabalhadores e da CONTAC e MPA, além de representantes do legislativo e de câmaras municipais.

Após explanação dos projetos e ações que podem ser feitas entre os dois países, com foco na região, foi assinada uma carta de intenção para que a CCDIBC possa atrair investimentos e oportunidades em áreas como educação, inovação, turismo, esportes, cidades inteligentes, alimentação, entre outros.

Com destaque para a área do meio ambiente, por meios dos projetos de usina de lixo e caminhão de lixo hospitalar. Além de Led público e cadeia de geração solar e eólica de energia.

Para o presidente da CCDIBC, Fabio Hu a agenda no Sul representa a abertura de novos centros dinâmicos de negócios entre o Brasil e a China. “A China precisa conhecer diretamente quem vende para ela. E fazer negócios diretamente com estes parceiros. O que traz o ganha-ganha para todos. E esta região é próspera em vários setores. E vamos buscar melhorar esta aproximação e gerar emprego e renda para os povos do Brasil e da China”, finalizou Hu, que encaminhará, oficialmente, uma proposta de missão para a China. ,

O grupo teve acompanhamento da secretaria geral da CCDIBC na China,  Sra Andrea Wang, e do diretor de Comunicação da CCDIBC, Daniel Castro.

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CCDIBC FAZ AGENDA ESTRATÉGICA NO SUL
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CCDIBC faz agenda com grandes players na China

Missão liderada pelo presidente da CCDIBC, FABIO HU participa de grandes encontros com o governo, empresários e investidores

A China está no centro do interesse do mundo. E ter espaço neste momento global chinês é o desejo de todos os países. Com o Brasil não é diferente. Por isso a CCDIBC cumpriu agenda com importantes players chineses, desde governos e investidores, passando por empresas e centros tecnológicos. Nas cidades de PEQUIM, SHENZHEN, FUZHOU, ZHEIJIANG, DONGGUAN E XIAMEN.

Na agenda da missão foram feitas parcerias para novas rodadas de investimentos no Brasil, com encontros importantes com a direção do CHINA EXIM BANK – THE EXPORT-IMPORT BANK OF CHINA, tendo a frente o seu PRESIDENTE, YONGXIANG ZHANG, e seu SECRETÁRIO-GERAL, XUGUO WANG. O que permitirá a CCDIBC abrir para o Brasil novas oportunidades de negócios e crédito para projetos.

Outra grande parceria fechada é a participação, com exclusividade, no ITTC 2018, maior fórum de transferência de tecnologia transnacional da China, que será realizado em Pequim, em setembro. A CCDIBC terá um dia especial para promover novos negócios do Brasil, principalmente em inovação e tecnologia, para uma plateia presente no evento que reúne os maiores investidores da China. Este fórum faz parte da estratégia da Nova Rota da Seda – Belt and Roud.

Brasil na China

Outro importante acordo dará a CCDIBC a representação de projeto que pretende criar na China o primeiro centro de exposição do Brasil. Que ficará na região metropolitana de Pequim. Um investimento que mudará o contexto de relações comerciais, aproximando as empresas, governos e empreendedores dos dois países.

Para o presidente da CCDIBC é um passo importante esta nova dinâmica de negócios entre a China e o Brasil. “Esta missão foi estratégica. Conseguimos reunir empresários e representantes de governos no Brasil com figuras importantes da China. Num momento de muitos projetos e

novos investimentos. Nossa Câmara, mais uma vez, sai na frente”, explica Fabio Hu, que volta animado com este novo momento para as oportunidades e geração de divisas.

Para o vice-presidente da CCDIBC, ROBERTO LIAO, as perspectivas são as melhores. “Estamos avançando para grandes negócios e muitas formas de financiamento. O que falta no Brasil é projeto. E vamos organizar esta etapa, para abrir novos mercados”, afirma.

Para a secretária-geral da CCDIBC, ANDREIA WANG, as possibilidades e oportunidades estão dadas. “O Brasil tem tudo para ganhar e a China também. Vamos ser esta ponte, agora com mais estrutura e novos parceiros”, explica Wang, que é responsável pela parte China da CCDIBC.

Escritório em Pequim

Outra novidade fruto da missão foi à parceria para inauguração de novo escritório da CCDIBC em Pequim. Esta nova unidade será estratégica para atração de empresas e governos do Brasil. O diferencial de ter agentes preparados para prospectar e para organizar agendas bilaterais de negócios. Pesquisa de mercado e novos projetos.

Ainda em Pequim, o presidente da CCDIBC Fabio Hu teve importante agenda com o embaixador do Brasil na China, Marcos Caramuru de Paiva. Na pauta uma parceria para dar suporte para os dois países em negócios e eventos. O embaixador acha importante trabalhar com a CCDIBC, pois as possibilidades são muitas e quanto mais gente trabalhando melhor.

“O Brasil precisa de ajuda para promover seus negócios e a Câmara está à disposição do embaixador. Vamos fazer muitos trabalhos juntos”, afirma Fabio HU.

Foco no meio ambiente

Outro destaque da missão é a parceria para trazer usinas e caminhões de tratamento de lixo. Uma realidade das novas tecnologias chinesas. A CCDIBC representará uma fábrica de FUJIAN, a FUJIAN PAUL INVIRONMENTAIL ENERGY CO. “A questão das novas tecnologias em meio ambiente possuem, atualmente, condição de prioridade na China, com

liderança do presidente Xi Jiping. E caberá a esta nova parceria implementar este novo modelo de tratamento de lixo, o que favorecerá as políticas públicas e privadas para combater este problema”, afirma Fabio Hu, que atende com esta parceria uma demanda de muitas cidades brasileiras que buscam na CCDIBC formas de resolver o problema do lixo nas cidades do Brasil.

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Assembleia do Espirito Santo avança na criação de Frente Parlamentar Rota do Desenvolvimento

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Erick Musso (PRB), recebeu o vice-presidente da Câmara de Comércio de Desenvolvimento Internacional Brasil – China (CCDIBC), Bruno Lachis, para definirem os pontos da formalização da Frente Parlamentar Rota do Desenvolvimento.

O objetivo da Frente Parlamentar será debater as ações da integração política empresarial com o comércio chinês por meio da Câmara. Dois escritórios, um no Espírito Santo e outro na China, serão instalados com a função de aproximar as instituições governamentais e também para facilitar os trâmites.

“Hoje demos um passo muito importante para a economia capixaba. A criação dessa Frente Parlamentar nos garante o estreitamento das relações com empresas chinesas que querem investir ao redor do mundo. Trazer essas empresas para qualquer município do Espírito Santo é muito importante, não só para a economia, mas também para a geração de empregos e o crescimento do nosso Estado em todo o mundo”, destaca Musso.

O vice-presidente Bruno falou da importância dessa aproximação Brasil e China: “as empresas chinesas interessadas em investir no Espírito Santo serão direcionadas a esse escritório em Pequim, onde receberão todo o suporte necessário para a articulação. Nosso Estado ganhará muito com isso e nós capixabas também”.

A criação da Frente Parlamentar tem o comando do deputado estadual Rafael Favatto (PEN) e o apoio do governo do Estado e da Associação dos Municípios do Estado do Espírito Santo (Amunes). A Assembleia criou uma Comissão Especial, composta de três membros, para, no prazo de 180 dias, analisar oportunidades e parcerias institucionais e comerciais entre o Estado e a China, visando apresentar as potencialidades de nossos municípios, discutir projetos, incentivar demandas institucionais e comerciais em parceria com Câmara de Comércio e Desenvolvimento Internacional Brasil-China.

Apoio estratégico

Na China em missão comercial, o presidente da CCDIBC felicitou a parceria. “O Espírito Santo é região excepcional para aportar novos investimentos chineses no Brasil. Esta Frente é estratégica para aproximar as relações entre o Brasil, o Estado e a China”, afirmou Fabio Hu, que parabeniza excelente trabalho feito pelo vice-Presidente Bruno Lachis.

Fonte: Assembleia do ES

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Caetano Soares toma posse como novo Vice-Presidente da CCDIBC

Empresário lidera nova gestão da câmara chinesa na região Norte do País

A China virou o foco de empresas, governos e empreendedores. Mas como aproveitar as oportunidades e se tornar parceiro da economia que mais cresce no mundo? E maior parceiro comercial do Brasil? De trajetória visionária para novos negócios, o empresário CAETANO SOARES PINTO liderará na região Norte esta nova fase de parceria com a China.

A Câmara de Comércio de Desenvolvimento Internacional Brasil-China (CCDIBC), com sede em São Paulo, convidou Caetano para liderar um processo de regionalização do foco de investimentos chineses. E em função de sua larga experiência e trajetória de inovação, a câmara deu posse de VICE-PRESIDENTE NACIONAL. A cerimonia foi comandada pelo presidente da CCDIBC, Fábio Hu.

US$ 3 bilhões

Vale destacar que a CCDIBC representa o fundo do grupo Huayang, um dos maiores conglomerados empresariais da China – que mereceu destaque em matéria no Jornal Valor Econômico. A parceria envolve a CCDIBC representar o fundo no Brasil para apresentar projetos de empresas públicas e privadas. O grupo Huayang, como destaca a matéria, disponibilizou cerca US$ 3 bilhões para o Brasil.

“Nosso objetivo é nomear pessoas competentes e inovadoras, com vasta experiência de negócios no Brasil. E por isso escolhemos Caetano e estamos muito felizes com essa nomeação”, explica Fabio Hu, presidente da CCDIBC.

“O Brasil, principalmente a região Norte, com destaque para o Amapá e o Para, são as portas de entrada para novos investimentos chineses. E vamos buscar estas oportunidades com um bom trabalho. Focado em resultados”, afirma Caetano, que organiza uma agenda de aproximação com a China, que envolverá eventos e muitos negócios.

O objetivo é focar na região, que para a CCDIBC conta com muitas oportunidades e que está em acordo com o planejamento da gestão Xi Jiping, presidente da China, em promover e regionalizar os negócios entre os dois países.

investimentos

A China investiu US$ 20,9 bilhões no Brasil em 2017, maior valor desde 2010 uma vez que a recessão ajudou a reduzir os preços de ativos e atraiu investidores, de acordo com o Ministério do Planejamento brasileiro.

Os dados apontam que 2017 foi o segundo melhor ano dos investimentos chineses no Brasil. Entre anunciados e confirmados, a China se envolveu em 250 projetos no Brasil no período de 2003 a 2017 com valores totais de US$ 123,9 bilhões. Destes, 93 projetos foram confirmados, totalizando US$ 53,5 bilhões.

CAETANO SOARES PINTO

Natural de Palmeira dos Índios, no Estado de Alagoas, Caetano Soares Pinto esteve pela primeira vez no Amapá em 1992. De lá pra cá foram muitas idas e vinda até fixar residência em 2009, quando instalou representação de multinacional do ramo náutico. Foi da direção de grandes grupos de comunicação, como o SBT-RJ, TV Itapoan-BA e TV Bandeirantes-Rio. Trabalhou como chefe de gabinete e assessor especial da Presidência na empresa CODESA – Companhia Docas do Espírito Santo.

 

Publicação Recomendada:

Parceria da CCDIBC com Fundo Chinês é destaque no Valor Econômico

http://brasilchina.org.br/2017/11/06/parceria-da-ccdibc-com-fundo-chines-e-destaque-no-valor-economico/

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CCDIBC lança nova plataforma de associação e acesso à China

Associados terão tratamento diferenciado e ações serão focadas na geração de resultados

A China tornou-se um dos mais importantes players mundiais. E a cada ano essa importância aumenta MAIS. Essa nova demanda também impacta no trabalho da CCDIBC.

A partir de abril, a CCDIBC, que reúne cerca de dois mil associados na China, passará a atender, de forma preferencial, seus associados no Brasil.

Aqui no Brasil, a CCDIBC tem parcerias com autoridades das três esferas de poder, além de amplos contatos com associações e empresas dos mais variados setores.

Promovendo missões, eventos, reuniões, acordos de cooperação e muitos negócios.

Para ter acesso a esta estrutura, a CCDIBC oferece a seus associados um apoio estratégico para realizar seu negócio ou satisfazer seu objetivo de parcerias com a China.

“Em função da grande procura, a Câmara precisa focar em seus associados ou em quem deseja se associar”, explica Hu, que preside a CCDIBC.

 

NOVA POLITICA DE SÓCIOS  

A partir de abril, a CCDIBC aceitará novos associados no Brasil. Para se associar as empresas precisam conhecer os serviços oferecidos e fazer inscrição de filiação. A taxa anual semestral é de R$ 500,00. E a anual de R$ 700,00.

Para quem não for associado e deseja apenas uma primeira reunião, a CCDIBC cobrará R$ 200,00 (até uma hora de encontro).

“A grande demanda da China por novos negócios exige um novo formato de trabalho. Precisamos focar nas empresas que querem, de fato, fazer negócios, que possuem projetos ou que queiram novas parcerias para seus negócios”, conclui Hu.

A secretaria da CCDIBC está à disposição para esclarecer dúvidas.

Para representação ou abertura de escritório os interessados devem entrar em contato com a CCDIBC

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Chineses vão investir R$ 5 bilhões em Mato Grosso

Capital será empregado principalmente em empreendimentos para geração de energia fotovoltaica e biocombustível

Empresas chinesas irão investir cerca de R$ 5 bilhões no setor de energia renovável nos próximos cinco anos em Mato Grosso. O dinheiro será aplicado nas áreas de biocombustível e usinas fotovoltaicas, sendo que dois projetos estão em andamento e um deles está em fase de elaboração. A expectativa do governo do Estado é que mais de dois mil empregos diretos e indiretos sejam gerados por estes empreendimentos.

A empresa Sepco1 Construções do Brasil Ltda, consorciada da empresa estatal Powerchina, se reuniu na quinta-feira (08.03) com o governador Pedro Taques e apresentou o projeto de construção de usinas fotovoltaicas no estado. Atualmente, a empresa, que tem unidade administrativa em Vera (460 km ao norte de Cuiabá), é responsável pela construção da linha de transmissão entre Cláudia e Paranatinga e executa outras obras similares no Brasil.

O diretor executivo adjunto da Sepco1, Shi Shixiao, explicou que a China está em processo de abertura para o capitalismo e existe um posicionamento governamental para investimento em empreendimentos fora do país. O objetivo desta ação é exportar capital para evitar acúmulo e assim, controlar a inflação.

Primeiro, vamos atuar com a solar porque tem menos impacto ao meio ambiente, maior facilidade para instalação e ainda tem a captação favorecida pelo relevo de Mato Grosso

Por meio do incentivo governamental Belt and Road (uma espécie de cinturão viário ou rota), a Sepco 1 pretende investir mais de R$ 1 bilhão em Mato Grosso para a construção da usina fotovoltaica. Dentro desta linha estratégica, em andamento em países da África, os chineses querem desenvolver novas rotas comerciais e promoção econômica.

Conforme o coordenador administrativo da Sepco1, Bernardo Nien, técnicos estão fazendo a captação de informações sobre demanda energética  em Mato Grosso para definir o local de instalação e o sistema de comercialização do produto.  Ele acrescenta que o objetivo principal é o desenvolvimento de energia solar e eólica.

“Primeiro, vamos atuar com a solar porque tem menos impacto ao meio ambiente, maior facilidade para instalação e ainda tem a captação favorecida pelo relevo de Mato Grosso. Porém, estudamos a possibilidade de expandir para a segunda forma de captação”.

A Sepco1 foi uma das 11 empresas que procuraram o governo, após a promoção do Mato Grosso Investment Forum, na China, em novembro do ano passado. O evento teve o objetivo de apresentar o Estado para investidores asiáticos.

Além de atuar com produção de energia solar, eólica e nuclear, a empresa aplica nos setores de construção, logística, investimentos, linhas de crédito e infraestrutura.

 

Celeridade no licenciamento e segurança jurídica

Durante a reunião com a Sepco 1, o governador Pedro Taques apresentou as potencialidades de Mato Grosso e disse que o estado está preparado para receber as empresas internacionais, oferecendo transparência nos processos, de forma a impulsionar os negócios com sustentabilidade. “Investimentos como estes são bem-vindos, porque não apenas vão gerar empregos, conhecimento e tecnologia, mas também reforçar o potencial produtivo e competitivo de Mato Grosso em todo o mundo”, destacou Taques.

A assessora de Assuntos Internacionais do Governo do Estado, Rita Chiletto, explica que o número de empresas chinesas que procuram o Estado em busca de parceria e suporte para investir foi grande após o Mato Grosso Investment Forum. “Tivemos a visita de 11 empresas, sendo que uma delas marcou a visita um mês após o evento na China”.

Conforme Chiletto, muitas já tentaram entrar no mercado brasileiro em outras ocasiões, mas acabaram tendo as iniciativas frustradas pelo excesso de burocracia e falta de expertise em atuar de acordo com as legislações vigentes no país tanto para a abertura de empreendimentos, como participação de processos licitatórios.

A técnica relata que uma das estratégias utilizadas atualmente é se consorciar com empresas brasileiras que estão nas áreas de interesse.

O secretário de Estado de Meio Ambiente, André Baby, informou que o tempo para a liberação das licenças ambientais foi reduzido em Mato Grosso após um trabalho de modernização de processo, sem comprometer o cumprimento da legislação.

Baby assegura que hoje, o processo demora 180 dias nos casos mais complexos. Porém, existem demandas que são liberadas em até 90 dias. O período é inferior a média nacional, que gira em torno de 270 dias.

Mais setores

Entre as empresas chinesas que anunciaram investimentos no Estado está a Zhuhai Yuren Agricultural, especialista em drones para a agricultura. Ela pretende instalar uma montadora no município de Sorriso.

Também está na lista a COFCO que manifestou interesse na construção de silos e na ampliação dos negócios. A empresa comprou 4 milhões de toneladas de grãos, orçadas em aproximadamente R$ 15 milhões, e até 2022, a quantidade será ampliada para 7 milhões de toneladas.

No setor de comércio está prevista a construção de uma filial comercial da empresa XCMG, especializada em maquinários para a construção civil.

Fonte: http://midianews.com.br/politica/chineses-vao-investir-r-5-bilhoes-em-mato-grosso/320033

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China repreende EUA por criticarem sua estratégia na América Latina

Secretário de Estado norte-americano afirmou que a região não precisa de “novas potências imperiais”

A China não gostou nada das advertências feitas por Washington a vários países latino-americanos sobre a influência cada vez maior de Pequim na região. O gigante asiático considera que as palavras do secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, sobre os riscos de uma dependência excessiva da segunda economia mundial, são uma falta de respeito à política exterior dessas nações.

Tillerson – antes de iniciar uma viagem com paradas no México, Argentina, Peru e Colômbia – afirmou que a região não precisa de “novas potências imperiais” e advertiu sobre a estratégia de se apoiar excessivamente na China, “que significa ganhos no curto prazo em troca de uma dependência no longo prazo”. Em nota, o Ministério das Relações Exteriores chinês considerou que essa premissa é falsa e que o intercâmbio com a América Latina se baseia “em interesses comuns e necessidades mútuas”.

O aumento da influência chinesa na América Latina, pelo menos em termos quantificáveis, como o comércio e o investimento, é inquestionável. O intercâmbio de mercadorias se multiplicou na última década, superando os 200 bilhões de dólares (640 bilhões de reais) por ano, sobretudo graças à compra e venda de matérias primas. A China já é o principal parceiro comercial de países como Argentina, Brasil, Chile e Peru.

Pequim também se tornou uma fonte de empréstimos vital para nações da região, especialmente Brasil, Venezuela e Equador. As autoridades chinesas – como costumam repetir sempre que há suspeitas de que haja mais interesse próprio do que altruísmo por trás desses créditos – dizem que a cooperação se baseia em “igualdade, reciprocidade, abertura e inclusão”.

“Esperamos que este país (em referência aos EUA) abandone o conceito antiquado dos jogos de soma zero e veja o desenvolvimento das relações entre a China e a América Latina de forma aberta e inclusiva”, afirma o comunicado.

A China reforçou recentemente seus laços com a região durante o segundo fórum ministerial entre o gigante asiático e a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC), realizado há apenas duas semanas em Santiago, no Chile. O bloco decidiu apoiar, numa declaração oficial, a iniciativa chinesa da nova Rota da Seda – o megaprojeto de interconexão mundial idealizado pelo presidente chinês, Xi Jinping, que colocou sobre a mesa bilhões de dólares para investi-los em obras de infraestrutura que melhorem a conectividade. Os críticos veem nessa iniciativa o desejo de Pequim de aumentar sua influência sobre outros países em desenvolvimento. O ministro chinês das Relações Exteriores, Wang Yi, disse no encontro que seu país quer se transformar no “parceiro mais confiável” da região.

Em seu discurso antes de iniciar a viagem latino-americana, Tillerson declarou que as ofertas da China na forma de investimento “quase sempre exigem a importação de força de trabalho chinesa, grandes empréstimos e uma dívida insustentável, ignorando os direitos humanos e de propriedade intelectual”, algo que comparou com o antigo colonialismo europeu.

Segundo a Xinhua, a agência oficial chinesa, a investida recente da administração Trump contra a diplomacia e a política exterior de Pequim é uma consequência da “perda de carisma” da primeira potência mundial na região: “Em vez de perder tempo criticando a China, talvez fosse uma boa ideia para Washington baixar o tom hostil de sua retórica, que provocou a ira na América Latina com propostas como endurecer a imigração, construir um muro e tentar influenciar os tratados comerciais em seu favor.”

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Diplomata chinês instiga empresários brasileiros a conquistar a Ásia

O empresariado brasileiro precisa sair do comodismo e investir agressivamente no mercado chinês, que está de portas abertas. Essa é a opinião do ministro da Embaixada da China no Brasil, Song Yang, 50 – o termo “ministro”, neste caso, equivale a ser o segundo no comando da representação diplomática chinesa. Em entrevista ao UOL, ele questionou por que os brasileiros não “conquistam” o mercado de turismo, não aproveitam os novos movimentos econômicos no sudeste asiático nem fazem publicidade de marcas de seus produtos já vendidos e bem aceitos na China, como o café.

“O Brasil está olhando para o mercado asiático. Qual é o esforço que está fazendo para conquistar o mercado asiático?”, questionou Yang, que já trabalhou na embaixada em Angola e foi cônsul em São Paulo e no Rio de Janeiro. “Espero que os empresários brasileiros abram seus olhos.”

Os chineses projetam que vão importar US$ 10 trilhões (cerca de R$ 31 trilhões) nos próximos cinco anos. Para impulsionar isso, no fim deste ano, vão fazer uma feira internacional com mais de cem países focada na importação. Do Brasil, querem não só produtos de baixo valor agregado –alimentos, minérios, soja, ferro

Como está a dinâmica da economia da China?

Estamos desenvolvendo a integração da economia regional. As empresas chinesas estão investindo nos países vizinhos. Esses ciclo de prosperidade dos outros países tem ações de mercado, porque é uma escolha de custo-benefício. São condições favoráveis para as empresas chinesas.

A iniciativa de “um cinturão, uma rota” [programa para investir na infraestrutura de cerca de 70 países, de três continentes, com os quais os chineses têm relações comerciais] vai beneficiar os nossos vizinhos bem como os países da América Latina. É uma iniciativa com a qual queremos compartilhar nossas visões, construir conjuntamente e usufruir os benefícios conjuntamente sem a intenção de impor. A nossa cooperação é benéfica mutuamente.

O senhor afirma que a renda per capita do chinês passou de US$ 2.000 para US$ 8.000 em dez anos. Esse aumento do custo da mão-de-obra da China é uma das causas que move as indústrias para outros países?

Realmente é uma das causas. As empresas chinesas estão transferindo suas fábricas para outros países à procura de renda adequada para controlar o custo mão-de-obra. A China está numa fase de fazer uma reestruturação de sua economia, mais tecnologia de ponta. Essa é uma opção natural. É uma ação de mercado, não incentivada pelo Estado.

São empresas nesses setores de maior valor agregado que estão indo para lá?

Isso. A China investe nos países estrangeiros e recebe investimentos estrangeiros. Estamos oferecendo tratamentos iguais para investimentos estrangeiros e fazendo mais aberturas para setores financeiros e de manufatura de tecnologias avançadas.

Hoje em dia, a economia chinesa é integralmente ligada a todo o mundo. É natural termos mais investimentos fora. Fico muito feliz que a renda per capita da China aumentou muito, um crescimento idêntico do nosso crescimento econômico. Esse processo vai continuar.  A renda per capita chegou a US$ 8.000 e, dentro de poucos anos, vai passar para US$ 10 mil.

Então, naturalmente temos de pensar em fazer reformas em nossa economia, para uma produtividade mais eficiente, com valor mais agregado, e menos em fábricas com uso intensivo de mão-de-obra. Estamos incentivando o setor de serviços, que é metade da economia chinesa. O consumo doméstico contribui com 65% do PIB [Produto Interno Bruto] chinês. É um dos maiores mercados no mundo.

Esse crescimento da renda do trabalhador chinês vai se repetir nesses países asiáticos que recebem as fábricas chinesas?

Creio que sim. Queremos participar do desenvolvimento dos países estrangeiros para juntos crescermos mutuamente, a benefício dessa união, para elevar a vida do povo e o poder de compra.

Esse aumento da renda nos países asiáticos ao redor da China vai exigir mais consumo de alimentos, materiais de construção, ferro, ou seja, produtos vendidos pelo Brasil? É uma oportunidade?

Sempre é uma oportunidade com o crescimento socioeconômico do país. Mereceria uma notícia feliz para todo mundo. A China contribui com 30% do crescimento mundial. Queremos ter a nossa boa vizinhança e ter um crescimento conjunto.

Essa oportunidade para o Brasil é realista ou excessivamente otimista?

O Brasil está olhando para o mercado asiático. Qual é o esforço que está fazendo para conquistar o mercado asiático? O crescimento rápido de um país muda a fisionomia e a vida do povo. Aumenta a capacidade de consumo de cada país. Isso cria oportunidades para países como o Brasil, que pode oferecer produtos alimentares, minérios, mas também produtos industriais, produtos de maior valor agregado.

Produtos de maior valor agregado?

A China está aberta para produtos de ótima qualidade do Brasil. Seja para alimentos, produtos agrícolas, minérios, automobilísticos e também outros de maior valor agregado. O mercado chinês é enorme, e o Brasil é bem-vindo.

 

Como?

Queremos abrir as nossas portas a produtos de maior valor. A China não quer, de maneira nenhuma, tornar o Brasil um país de commodities. Estamos investindo em áreas de tecnologia de ponta, como painéis fotovoltaicos em Campinas (SP).
Estamos investindo em fábricas, ferrovias, rodovias, portos, telecomunicações. Não é só investir em minérios.

Como vê a ação dos empresários brasileiros?

Espero que os empresários brasileiros abram seus olhos para o mercado chinês, o mercado asiático, porque ele representa crescimento, oportunidades de mercado.
Tem que investir, divulgar os seus produtos com mais força para maior conhecimento do povo, seus consumidores.

Hoje em dia, o café é muito consumido lá no mercado chinês. Em todos os shoppings têm vários cafés, mas não tem a marca brasileira. O Brasil está produzindo um bom café, e muito café, e tem que realmente pensar em ocupar e conquistar o mercado chinês.

Na conversa com a gente o senhor mencionou que o empresário brasileiro é ‘acomodado’ ou mesmo tem um pouco de ‘preguiça’. O senhor deu o exemplo da propaganda das marcas de café. Poderia dar outro exemplo do comodismo ou preguiça dos empresários brasileiros em incrementar seus negócios com a China?

Espero que os empresários brasileiros visitem a China para conhecer melhor o mercado chinês e o gosto dos consumidores chineses que querem o Brasil, sua gente, sua cultura e também seus produtos, incluído o café.

Como estão as viagens entre Brasil e China?

No ano passado conseguimos um acordo para incentivar os turistas, os vistos. Agora, podemos oferecer vistos múltiplos de cinco anos para turistas [Brasil e China aumentaram de três meses para cinco anos o prazo do visto para turismo em ambos os países, com entradas múltiplas de 90 dias, renováveis por mais 90 a cada 12 meses. Ou seja, um chinês, com um único visto, pode vir ao Brasil cinco vezes durante seis meses a cada visita, com intervalo de seis meses entre cada viagem].

“A China ‘exportou’ 129 milhões de chineses, que fizeram turismo por todo o mundo no ano passado. Só houve 60 mil para o Brasil

Entre os EUA e a China temos uma troca muito grande. Foram 4 milhões. Temos mais de 350 mil estudantes lá nos EUA. Muitos chineses adoram o Brasil, querem conhecer o país e precisam de facilidades, estruturas e serviços para isso.

porCCDIBC

Brasil tem tudo para se dar bem com a nova China, diz economista

Helen Qiao, economista-chefe para a China do Bank of America Merrill Lynch, diz que o país asiático passa por uma transição

Ao longo dos últimos 15 anos, a economista Helen Qiao fez carreira em bancos de investimento em Hong Kong, acompanhando o mercado chinês. Hoje, ela lidera uma equipe de 12 analistas no banco americano Bank of America Merrill Lynch e é responsável pelos relatórios sobre a China. Numa passagem por São Paulo, ela falou a EXAME sobre a nova fase da economia chinesa e os impactos para o Brasil.

A China é vista como a fábrica do mundo. Isso vai mudar?

Sim. Existem duas tendências importantes na China. A primeira é que a economia está cada vez mais baseada no setor de serviços. Esse setor está crescendo num ritmo mais rápido do que o industrial, e isso já vem ocorrendo há vários anos. A segunda tendência é que a indústria chinesa se atualizou. O tipo de produto que a China exporta é cada vez mais sofisticado.

Qual é a fatia desses produtos sofisticados?

Máquinas e equipamentos já são a categoria de maior participação na indústria, incluindo as exportações. A China não é mais um país que exporta brinquedos, guarda-chuvas, vestuário, sapatos etc. Essa não é mais a China de hoje. A nova China produz computadores, celulares, máquinas. Estamos vendo uma transição. A China está deixando que os outros países emergentes fabriquem os produtos de baixo valor que ela fazia. A China, em si, está buscando o próximo degrau na cadeia de valor global.

Qual é o impacto dessa transição para os demais países?

Haverá vencedores e perdedores. A China vai se tornar cada vez mais um competidor à altura de Coreia do Sul, Taiwan e Japão, países que serviram de modelo para ela. A China possivelmente assumirá o lugar deles. Os países desenvolvidos vão se sentir mais ameaçados pela China do que os emergentes.

De que lado o Brasil está?

O Brasil está muito bem posicionado para se beneficiar dessa transição. O Brasil tem uma economia que é igualmente influenciada pelo aumento do consumo interno chinês e pelo investimento em infraestrutura. A China vai precisar importar mais produtos do que o Brasil fornece.

Que tipo de produto?

Aqueles ligados à agricultura, como grãos de soja. A China ainda importa mais soja dos Estados Unidos do que do Brasil, mas há potencial para inverter essa situação. Também vemos potencial para um aumento na exportação de aves e carne bovina para a China. Água potável e área cultivável são recursos escassos por lá. E esse é o tipo de recurso em que o Brasil é rico. Basicamente, a China está importando luz solar, água potável e terra cultivável ao importar produtos do campo.

Há espaço para o Brasil exportar produtos industriais à China?

Não muito. A China é muito dominante nessa área. Mas provavelmente investidores chineses virão ao Brasil para começar a exportar manufaturados do Brasil, seja para países da América do Sul, seja para a América do Norte.

A economia brasileira se beneficiou do crescimento chinês na década de 2000 e no início de 2010. Isso voltará a acontecer?

Sim. Se olharmos para os preços de commodities, já estamos vivendo outro boom agora. Mas há uma diferença desta vez. A China está dando ênfase à proteção ambiental. O governo está pressionando as empresas para se tornarem mais limpas. Como isso influencia o Brasil? Há um aumento da demanda por matérias-primas de qualidade superior e menos poluentes, como minério de ferro. Brasil e Austrália levam vantagem nisso.