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WORKSHOP ENSINA COMO LUCRAR COM A “GUERRA” EUA X CHINA

“OPORTUNIDADES BRASIL CHINA” É UMA INICIATIVA DO JORNALISTA, ESCRITOR E CONSULTOR DANIEL CASTRO, COM APOIO DA CÂMARA DE COMÉRCIO DE DESENVOLVIMENTO INTERNACIONAL BRASIL-CHINA (CCDIBC)

PRIMEIRAS TURMAS OCORRERÃO NA SEDE DA CCDIBC, EM SÃO PAULO (CENTRO), DIAS 29 E 30 DE SETEMBRO.

 

O Brasil pode ganhar R$ 28,5 bilhões com a “guerra” comercial EUA x China, segundo estudo da Confederação Nacional da Indústria –CNI. Em novembro próximo, a China realizará a maior feira de importação do mundo e, nos próximos cinco anos, importará produtos e serviços num valor superior a USS 10 trilhões… Com lucrar com esta janela de oportunidades?

Como o objetivo de responder estas e outras questões, de forma prática, é lançado o “WORKSHOP OPORTUNIDADES BRASIL-CHINA”.

Entre os temas estão:

CONJUNTURA DE NEGÓCIOS BRASIL-CHINA;
O QUE A CHINA E O BRASIL QUEREM COMPRAR E VENDER;
COMO ESCOLHER UM PARCEIRO/ ETIQUETA EMPRESARIAL;
ACESSO A CRÉDITO E FUNDOS DE INVESTIMENTOS;
MISSÕES NA CHINA – O QUE É IMPORTANTE CONHECER;
FEIRAS NA CHINA – O QUE É IMPORTANTE VISITAR;
SETORES ESTRATÉGICOS E MERCADOS POTENCIAIS;
IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO;
COMUNICAÇÃO ESTRATÉGICA;
ROTA DA SEDA;
INOVAÇÃO/TECNOLOGIA;
COMO MONTAR SEU PROJETO PARA A CHINA!

O WORKSHOP engloba todos aqueles que já fazem ou pretendem trabalhar com a China: EXECUTIVOS, GESTORES (PÚBLICOS E PRIVADOS), ESTUDANTES, EMPREENDEDORES, EMPRESÁRIOS (PEQUENOS, MÉDIOS E GRANDES), ADÊMICOS, COMUNICADORES, ADVOGADOS, PROFISSIONAIS, CONSULTORES, ASSOCIAÇÕES, ONGS E STARTUPS…

OLHAR BRASIL-CHINA

O WORKSHOP é uma iniciativa do jornalista, escritor e consultor Daniel Castro, com apoio da CÂMARA DE COMÉRCIO DE DESENVOLVIMENTO INTERNACIONAL BRASIL-CHINA (CCDIBC), que trabalha com a China desde 2002.

Especialista nas relações e negócios entre os dois gigantes, Castro acompanhou mais de três mil missões de negócios Brasil-China, com destaque para eventos importantes como as maiores feiras e eventos no Brasil e na China. Além de amplo material já produzido sobre os dois países.

Em seu livro mais recente, Castro faz uma reflexão de por onde anda a China e para onde vai o mundo. “China: de volta para o presente” é material didático do WORKSHOP, que usa ferramentas tecnológicas e muitas experiências, além de ferramentas tecnológicas.

“WORKSHOP OPORTUNIDADES BRASIL-CHINA”

PRÓXIMAS TURMAS: 29 e 30 de setembro

LOCAL: SEDE DA CCDIBC; AVENIDA SÃO LUÍZ, 89 – 9º (CENTRO)

AO LADO DO EDIFÍCIO ITÁLIA

 

PREÇO ESPECIAL – PRIMEIRAS TURMAS

R$ 600,00*
*DESCONTO PARA GRUPOS FECHADOS EM EMPRESAS E ENTIDADES!

 

 

CERTIFICADO INTERNACIONAL

Os participantes terão direito a certificado internacional, emitido pela CÂMARA DE COMÉRCIO DE DESENVOLVIMENTO INTERNACIONAL BRASIL-CHINA (CCDIBC), que atua no Brasil desde 2002. E que tem mais de dois mil associados na China.

 

INFORMAÇÕES:
+55 11 3214-2266
CONTATO@BRASILCHINA.ORG.BR

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR A APRESENTAÇÃO COMPLETA

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Presidente da CCDIBC é homenageado no Dia do imigrante Chinês

Fabio Hu participou de ato que homenageou a comunidade chinesa na Câmara Municipal de São Paulo

A Câmara Municipal de São Paulo realizou hoje (15 de agosto) a solenidade de hasteamento da bandeira da China em registro ao Dia do imigrante Chinês. O evento reuniu a comunidade chinesa na cidade, tendo a frente à participação do cônsul-Geral, sra. Chen Peijie.

A cerimonia foi uma iniciativa da vereadora Edir Sales, que é autora da lei que criou este dia em São Paulo. “O dia está frio, mas nossos corações estão quentes”, frisou a vereadora Edir, em fala sobre a importância deste dia para chineses e brasileiros.

Para a sra. Chen, o Brasil e São Paulo são irmãos da China. A cônsul-geral destacou a iniciativa da vereadora, bem como a linda apresentação da banda da guarda metropolitana, que tocou o hino da China.

Homenagem

Como parte da solenidade, a vereadora homenageou várias personalidades da comunidade chinesa. Entre elas, o presidente da Câmara de Comércio de Desenvolvimento Internacional Brasil-China (CCDIBC), Fabio Hu, que ressaltou a singularidade deste Ato.

“O Brasil e a China comemoram este dia. É um momento de muitas trocas e oportunidades. Cada chinês que chegou lá atrás é um símbolo desta irmandade que existe até hoje. E que vai a cada dia ser maior e melhor”, concluiu Hu

Presidente da CCDIBC é homenageado no Dia do imigrante Chinês
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CCDIBC faz agenda estratégica no Sul

Presidente Fabio Hu liderou missão que reuniu áreas de negócios, medicina, tecnologia, alimentos, esportes, turismo e cultura

Em missão estratégica, Fabio Hu, presidente da Câmara de Comércio de Desenvolvimento Internacional Brasil-China (CCDIBC), liderou articulações com o estado do Rio Grande do Sul, um dos mais desenvolvidos e importantes na economia do Brasil. A Agenda incluiu passagem pela Assembleia Legislativa, PUC-RS, municípios de Serafina, Palmeira das Missões e Novo Barreiro. E teve organização da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação (CONTAC) e do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), entidades parcerias da CCDIBC.

Agenda em Porto Alegre

Como parte de aproximação na área de tecnologia, a missão conheceu as instalações do TECNOPUC, que reúne parque tecnológico e laboratórios como o Labelo. A comitiva conversou sobre a possiblidade de parcerias entre empresas privadas e a PUC, com possiblidade de intercâmbio com universidades chinesas. E também de organização de uma missão de empresas, estudantes, empreendedores voltados a área de tecnologia.

A agenda também incluiu uma conversa com o vice-presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, Deputado Nelsinho Metalúrgico (PT-RS). Na pauta a aproximação do Estado com a China, por meio de financiamento de projetos públicos e privados, além da formação de uma Frente Parlamentar Brasil-China.

Ainda na cidade, a convite do empresário Eduardo Borges de Assis, o presidente conheceu a Arena Grêmio, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro de Futebol. Empresários e o próprio presidente do Grêmio trataram de possíveis parcerias com a China.

Agenda na região de Palmeira das Missões

Região que reúne 72 municípios, primeira em produtividade agrícola, com destaque para soja e erva mate, a missão chinesa conheceu o potencial econômico e as oportunidades que podem surgir de uma parceria estratégica.

O grupo teve agenda na cidade de Serafina, com o presidente Siderlei de Oliveira e parte da diretoria da CONTAC, e o representante do MPA, Romário Rossseto, além de outras lideranças. Na mesa a proposta de criação de uma Bolsa de Alimentos Brasil-China. A proposta decorre de parceria já existente da CCDIBC com a CONTAC e o MPA e deve gerar novas reuniões para estruturação. E uma possível missão à China ainda este ano.

Em Palmeira das Missões, os chineses tiveram reunião no Sindicato dos Trabalhares Rurais, que reuniu lideranças, entre elas o presidente do sindicato, Jorge Almeida, o prefeito da cidade, Dudu Freire – acompanhado de secretários e procuradoria –, do deputado estadual Jeferson Fernandes (PT-RS), além de representantes da Emater-RS,  Universidade de Santa Maria, Ibramate, vereadores da região, agricultores e empresários.

Na pauta a parceria para financiamento e gestão tecnológica do Hospital da Região, rojeto e antigo sonho da população. Uma equipe de três médicos chineses, Dr. Chen Shyn Thoe, Dr. Chen Shue Hone e Dr. Liu Em Liang, acompanhados de Rubens Kiso, especialista em gestão empresarial e tecnológica da FGV, apresentou uma proposta de adaptação do projeto atual do hospital para um modelo híbrido, que reunirá medicina tradicional chinesa e ocidental, com tecnologia de referência mundial a ser implantada.

A proposta dos chineses faz parte de possível parceria, que tem no gestor do projeto local, Plinío Simas, uma possível articulação técnica, com o apoio das autoridades e das entidades locais, para tornar possível esta atração do investimento chinês para tornar possível este empreendimento. O que gerará oferta de mais leitos e um melhor sistema de diagnostico e gestão, que envolverá os 72 municípios atendimentos. Além de outras áreas do estado e do Mercosul.

Erva mate

No município de Novo Barreiro, o grupo foi recebido pelo prefeito Tito, que reuniu representantes das ervateiras, autoridades, vereadores, Sebrae, universidades, o Ibramate. Foi mostrado o potencial desta cultura para a economia local, bem como a possível expansão para a China. E após o grupo teve uma visita no complexo desta cultura e degustação de produtos. Além de vinhos e bebidas, estas por meio da cidade de Constantina, na qual foram recebidos pelo prefeito Gerri Sawaris.

Cultura e negócios

Como parte da programação, o grupo de chineses conheceu o festival Carijo, mais importante evento do gênero no Brasil. Uma grande exposição da cultura e de negócios da região. E ficou em tenda dos trabalhadores rurais.

Além de assistir a programação, o jornalista chinês Oscar Yuen, tocou em violão chinês duas músicas, sendo uma chinesa e outra brasileira, empolgando os participantes, que acompanharam com palmas.

Ainda dentro das dependências do festival, o grupo teve reunião com a Associação dos Municípios da Zona de Produção do Rio Grande do Sul (AMZOP), liderada pelo presidente e prefeito de Liberato Salzano, Gilson de Carli. Reunião esta que contou com vários prefeitos da região, empresários, lideranças de trabalhadores e da CONTAC e MPA, além de representantes do legislativo e de câmaras municipais.

Após explanação dos projetos e ações que podem ser feitas entre os dois países, com foco na região, foi assinada uma carta de intenção para que a CCDIBC possa atrair investimentos e oportunidades em áreas como educação, inovação, turismo, esportes, cidades inteligentes, alimentação, entre outros.

Com destaque para a área do meio ambiente, por meios dos projetos de usina de lixo e caminhão de lixo hospitalar. Além de Led público e cadeia de geração solar e eólica de energia.

Para o presidente da CCDIBC, Fabio Hu a agenda no Sul representa a abertura de novos centros dinâmicos de negócios entre o Brasil e a China. “A China precisa conhecer diretamente quem vende para ela. E fazer negócios diretamente com estes parceiros. O que traz o ganha-ganha para todos. E esta região é próspera em vários setores. E vamos buscar melhorar esta aproximação e gerar emprego e renda para os povos do Brasil e da China”, finalizou Hu, que encaminhará, oficialmente, uma proposta de missão para a China. ,

O grupo teve acompanhamento da secretaria geral da CCDIBC na China,  Sra Andrea Wang, e do diretor de Comunicação da CCDIBC, Daniel Castro.

Veja galeria de fotos:

CCDIBC FAZ AGENDA ESTRATÉGICA NO SUL
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CCDIBC faz agenda com grandes players na China

Missão liderada pelo presidente da CCDIBC, FABIO HU participa de grandes encontros com o governo, empresários e investidores

A China está no centro do interesse do mundo. E ter espaço neste momento global chinês é o desejo de todos os países. Com o Brasil não é diferente. Por isso a CCDIBC cumpriu agenda com importantes players chineses, desde governos e investidores, passando por empresas e centros tecnológicos. Nas cidades de PEQUIM, SHENZHEN, FUZHOU, ZHEIJIANG, DONGGUAN E XIAMEN.

Na agenda da missão foram feitas parcerias para novas rodadas de investimentos no Brasil, com encontros importantes com a direção do CHINA EXIM BANK – THE EXPORT-IMPORT BANK OF CHINA, tendo a frente o seu PRESIDENTE, YONGXIANG ZHANG, e seu SECRETÁRIO-GERAL, XUGUO WANG. O que permitirá a CCDIBC abrir para o Brasil novas oportunidades de negócios e crédito para projetos.

Outra grande parceria fechada é a participação, com exclusividade, no ITTC 2018, maior fórum de transferência de tecnologia transnacional da China, que será realizado em Pequim, em setembro. A CCDIBC terá um dia especial para promover novos negócios do Brasil, principalmente em inovação e tecnologia, para uma plateia presente no evento que reúne os maiores investidores da China. Este fórum faz parte da estratégia da Nova Rota da Seda – Belt and Roud.

Brasil na China

Outro importante acordo dará a CCDIBC a representação de projeto que pretende criar na China o primeiro centro de exposição do Brasil. Que ficará na região metropolitana de Pequim. Um investimento que mudará o contexto de relações comerciais, aproximando as empresas, governos e empreendedores dos dois países.

Para o presidente da CCDIBC é um passo importante esta nova dinâmica de negócios entre a China e o Brasil. “Esta missão foi estratégica. Conseguimos reunir empresários e representantes de governos no Brasil com figuras importantes da China. Num momento de muitos projetos e

novos investimentos. Nossa Câmara, mais uma vez, sai na frente”, explica Fabio Hu, que volta animado com este novo momento para as oportunidades e geração de divisas.

Para o vice-presidente da CCDIBC, ROBERTO LIAO, as perspectivas são as melhores. “Estamos avançando para grandes negócios e muitas formas de financiamento. O que falta no Brasil é projeto. E vamos organizar esta etapa, para abrir novos mercados”, afirma.

Para a secretária-geral da CCDIBC, ANDREIA WANG, as possibilidades e oportunidades estão dadas. “O Brasil tem tudo para ganhar e a China também. Vamos ser esta ponte, agora com mais estrutura e novos parceiros”, explica Wang, que é responsável pela parte China da CCDIBC.

Escritório em Pequim

Outra novidade fruto da missão foi à parceria para inauguração de novo escritório da CCDIBC em Pequim. Esta nova unidade será estratégica para atração de empresas e governos do Brasil. O diferencial de ter agentes preparados para prospectar e para organizar agendas bilaterais de negócios. Pesquisa de mercado e novos projetos.

Ainda em Pequim, o presidente da CCDIBC Fabio Hu teve importante agenda com o embaixador do Brasil na China, Marcos Caramuru de Paiva. Na pauta uma parceria para dar suporte para os dois países em negócios e eventos. O embaixador acha importante trabalhar com a CCDIBC, pois as possibilidades são muitas e quanto mais gente trabalhando melhor.

“O Brasil precisa de ajuda para promover seus negócios e a Câmara está à disposição do embaixador. Vamos fazer muitos trabalhos juntos”, afirma Fabio HU.

Foco no meio ambiente

Outro destaque da missão é a parceria para trazer usinas e caminhões de tratamento de lixo. Uma realidade das novas tecnologias chinesas. A CCDIBC representará uma fábrica de FUJIAN, a FUJIAN PAUL INVIRONMENTAIL ENERGY CO. “A questão das novas tecnologias em meio ambiente possuem, atualmente, condição de prioridade na China, com

liderança do presidente Xi Jiping. E caberá a esta nova parceria implementar este novo modelo de tratamento de lixo, o que favorecerá as políticas públicas e privadas para combater este problema”, afirma Fabio Hu, que atende com esta parceria uma demanda de muitas cidades brasileiras que buscam na CCDIBC formas de resolver o problema do lixo nas cidades do Brasil.

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Assembleia do Espirito Santo avança na criação de Frente Parlamentar Rota do Desenvolvimento

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Erick Musso (PRB), recebeu o vice-presidente da Câmara de Comércio de Desenvolvimento Internacional Brasil – China (CCDIBC), Bruno Lachis, para definirem os pontos da formalização da Frente Parlamentar Rota do Desenvolvimento.

O objetivo da Frente Parlamentar será debater as ações da integração política empresarial com o comércio chinês por meio da Câmara. Dois escritórios, um no Espírito Santo e outro na China, serão instalados com a função de aproximar as instituições governamentais e também para facilitar os trâmites.

“Hoje demos um passo muito importante para a economia capixaba. A criação dessa Frente Parlamentar nos garante o estreitamento das relações com empresas chinesas que querem investir ao redor do mundo. Trazer essas empresas para qualquer município do Espírito Santo é muito importante, não só para a economia, mas também para a geração de empregos e o crescimento do nosso Estado em todo o mundo”, destaca Musso.

O vice-presidente Bruno falou da importância dessa aproximação Brasil e China: “as empresas chinesas interessadas em investir no Espírito Santo serão direcionadas a esse escritório em Pequim, onde receberão todo o suporte necessário para a articulação. Nosso Estado ganhará muito com isso e nós capixabas também”.

A criação da Frente Parlamentar tem o comando do deputado estadual Rafael Favatto (PEN) e o apoio do governo do Estado e da Associação dos Municípios do Estado do Espírito Santo (Amunes). A Assembleia criou uma Comissão Especial, composta de três membros, para, no prazo de 180 dias, analisar oportunidades e parcerias institucionais e comerciais entre o Estado e a China, visando apresentar as potencialidades de nossos municípios, discutir projetos, incentivar demandas institucionais e comerciais em parceria com Câmara de Comércio e Desenvolvimento Internacional Brasil-China.

Apoio estratégico

Na China em missão comercial, o presidente da CCDIBC felicitou a parceria. “O Espírito Santo é região excepcional para aportar novos investimentos chineses no Brasil. Esta Frente é estratégica para aproximar as relações entre o Brasil, o Estado e a China”, afirmou Fabio Hu, que parabeniza excelente trabalho feito pelo vice-Presidente Bruno Lachis.

Fonte: Assembleia do ES

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Caetano Soares toma posse como novo Vice-Presidente da CCDIBC

Empresário lidera nova gestão da câmara chinesa na região Norte do País

A China virou o foco de empresas, governos e empreendedores. Mas como aproveitar as oportunidades e se tornar parceiro da economia que mais cresce no mundo? E maior parceiro comercial do Brasil? De trajetória visionária para novos negócios, o empresário CAETANO SOARES PINTO liderará na região Norte esta nova fase de parceria com a China.

A Câmara de Comércio de Desenvolvimento Internacional Brasil-China (CCDIBC), com sede em São Paulo, convidou Caetano para liderar um processo de regionalização do foco de investimentos chineses. E em função de sua larga experiência e trajetória de inovação, a câmara deu posse de VICE-PRESIDENTE NACIONAL. A cerimonia foi comandada pelo presidente da CCDIBC, Fábio Hu.

US$ 3 bilhões

Vale destacar que a CCDIBC representa o fundo do grupo Huayang, um dos maiores conglomerados empresariais da China – que mereceu destaque em matéria no Jornal Valor Econômico. A parceria envolve a CCDIBC representar o fundo no Brasil para apresentar projetos de empresas públicas e privadas. O grupo Huayang, como destaca a matéria, disponibilizou cerca US$ 3 bilhões para o Brasil.

“Nosso objetivo é nomear pessoas competentes e inovadoras, com vasta experiência de negócios no Brasil. E por isso escolhemos Caetano e estamos muito felizes com essa nomeação”, explica Fabio Hu, presidente da CCDIBC.

“O Brasil, principalmente a região Norte, com destaque para o Amapá e o Para, são as portas de entrada para novos investimentos chineses. E vamos buscar estas oportunidades com um bom trabalho. Focado em resultados”, afirma Caetano, que organiza uma agenda de aproximação com a China, que envolverá eventos e muitos negócios.

O objetivo é focar na região, que para a CCDIBC conta com muitas oportunidades e que está em acordo com o planejamento da gestão Xi Jiping, presidente da China, em promover e regionalizar os negócios entre os dois países.

investimentos

A China investiu US$ 20,9 bilhões no Brasil em 2017, maior valor desde 2010 uma vez que a recessão ajudou a reduzir os preços de ativos e atraiu investidores, de acordo com o Ministério do Planejamento brasileiro.

Os dados apontam que 2017 foi o segundo melhor ano dos investimentos chineses no Brasil. Entre anunciados e confirmados, a China se envolveu em 250 projetos no Brasil no período de 2003 a 2017 com valores totais de US$ 123,9 bilhões. Destes, 93 projetos foram confirmados, totalizando US$ 53,5 bilhões.

CAETANO SOARES PINTO

Natural de Palmeira dos Índios, no Estado de Alagoas, Caetano Soares Pinto esteve pela primeira vez no Amapá em 1992. De lá pra cá foram muitas idas e vinda até fixar residência em 2009, quando instalou representação de multinacional do ramo náutico. Foi da direção de grandes grupos de comunicação, como o SBT-RJ, TV Itapoan-BA e TV Bandeirantes-Rio. Trabalhou como chefe de gabinete e assessor especial da Presidência na empresa CODESA – Companhia Docas do Espírito Santo.

 

Publicação Recomendada:

Parceria da CCDIBC com Fundo Chinês é destaque no Valor Econômico

http://brasilchina.org.br/2017/11/06/parceria-da-ccdibc-com-fundo-chines-e-destaque-no-valor-economico/

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CCDIBC lança nova plataforma de associação e acesso à China

Associados terão tratamento diferenciado e ações serão focadas na geração de resultados

A China tornou-se um dos mais importantes players mundiais. E a cada ano essa importância aumenta MAIS. Essa nova demanda também impacta no trabalho da CCDIBC.

A partir de abril, a CCDIBC, que reúne cerca de dois mil associados na China, passará a atender, de forma preferencial, seus associados no Brasil.

Aqui no Brasil, a CCDIBC tem parcerias com autoridades das três esferas de poder, além de amplos contatos com associações e empresas dos mais variados setores.

Promovendo missões, eventos, reuniões, acordos de cooperação e muitos negócios.

Para ter acesso a esta estrutura, a CCDIBC oferece a seus associados um apoio estratégico para realizar seu negócio ou satisfazer seu objetivo de parcerias com a China.

“Em função da grande procura, a Câmara precisa focar em seus associados ou em quem deseja se associar”, explica Hu, que preside a CCDIBC.

 

NOVA POLITICA DE SÓCIOS  

A partir de abril, a CCDIBC aceitará novos associados no Brasil. Para se associar as empresas precisam conhecer os serviços oferecidos e fazer inscrição de filiação. A taxa anual semestral é de R$ 500,00. E a anual de R$ 700,00.

Para quem não for associado e deseja apenas uma primeira reunião, a CCDIBC cobrará R$ 200,00 (até uma hora de encontro).

“A grande demanda da China por novos negócios exige um novo formato de trabalho. Precisamos focar nas empresas que querem, de fato, fazer negócios, que possuem projetos ou que queiram novas parcerias para seus negócios”, conclui Hu.

A secretaria da CCDIBC está à disposição para esclarecer dúvidas.

Para representação ou abertura de escritório os interessados devem entrar em contato com a CCDIBC

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Chineses vão investir R$ 5 bilhões em Mato Grosso

Capital será empregado principalmente em empreendimentos para geração de energia fotovoltaica e biocombustível

Empresas chinesas irão investir cerca de R$ 5 bilhões no setor de energia renovável nos próximos cinco anos em Mato Grosso. O dinheiro será aplicado nas áreas de biocombustível e usinas fotovoltaicas, sendo que dois projetos estão em andamento e um deles está em fase de elaboração. A expectativa do governo do Estado é que mais de dois mil empregos diretos e indiretos sejam gerados por estes empreendimentos.

A empresa Sepco1 Construções do Brasil Ltda, consorciada da empresa estatal Powerchina, se reuniu na quinta-feira (08.03) com o governador Pedro Taques e apresentou o projeto de construção de usinas fotovoltaicas no estado. Atualmente, a empresa, que tem unidade administrativa em Vera (460 km ao norte de Cuiabá), é responsável pela construção da linha de transmissão entre Cláudia e Paranatinga e executa outras obras similares no Brasil.

O diretor executivo adjunto da Sepco1, Shi Shixiao, explicou que a China está em processo de abertura para o capitalismo e existe um posicionamento governamental para investimento em empreendimentos fora do país. O objetivo desta ação é exportar capital para evitar acúmulo e assim, controlar a inflação.

Primeiro, vamos atuar com a solar porque tem menos impacto ao meio ambiente, maior facilidade para instalação e ainda tem a captação favorecida pelo relevo de Mato Grosso

Por meio do incentivo governamental Belt and Road (uma espécie de cinturão viário ou rota), a Sepco 1 pretende investir mais de R$ 1 bilhão em Mato Grosso para a construção da usina fotovoltaica. Dentro desta linha estratégica, em andamento em países da África, os chineses querem desenvolver novas rotas comerciais e promoção econômica.

Conforme o coordenador administrativo da Sepco1, Bernardo Nien, técnicos estão fazendo a captação de informações sobre demanda energética  em Mato Grosso para definir o local de instalação e o sistema de comercialização do produto.  Ele acrescenta que o objetivo principal é o desenvolvimento de energia solar e eólica.

“Primeiro, vamos atuar com a solar porque tem menos impacto ao meio ambiente, maior facilidade para instalação e ainda tem a captação favorecida pelo relevo de Mato Grosso. Porém, estudamos a possibilidade de expandir para a segunda forma de captação”.

A Sepco1 foi uma das 11 empresas que procuraram o governo, após a promoção do Mato Grosso Investment Forum, na China, em novembro do ano passado. O evento teve o objetivo de apresentar o Estado para investidores asiáticos.

Além de atuar com produção de energia solar, eólica e nuclear, a empresa aplica nos setores de construção, logística, investimentos, linhas de crédito e infraestrutura.

 

Celeridade no licenciamento e segurança jurídica

Durante a reunião com a Sepco 1, o governador Pedro Taques apresentou as potencialidades de Mato Grosso e disse que o estado está preparado para receber as empresas internacionais, oferecendo transparência nos processos, de forma a impulsionar os negócios com sustentabilidade. “Investimentos como estes são bem-vindos, porque não apenas vão gerar empregos, conhecimento e tecnologia, mas também reforçar o potencial produtivo e competitivo de Mato Grosso em todo o mundo”, destacou Taques.

A assessora de Assuntos Internacionais do Governo do Estado, Rita Chiletto, explica que o número de empresas chinesas que procuram o Estado em busca de parceria e suporte para investir foi grande após o Mato Grosso Investment Forum. “Tivemos a visita de 11 empresas, sendo que uma delas marcou a visita um mês após o evento na China”.

Conforme Chiletto, muitas já tentaram entrar no mercado brasileiro em outras ocasiões, mas acabaram tendo as iniciativas frustradas pelo excesso de burocracia e falta de expertise em atuar de acordo com as legislações vigentes no país tanto para a abertura de empreendimentos, como participação de processos licitatórios.

A técnica relata que uma das estratégias utilizadas atualmente é se consorciar com empresas brasileiras que estão nas áreas de interesse.

O secretário de Estado de Meio Ambiente, André Baby, informou que o tempo para a liberação das licenças ambientais foi reduzido em Mato Grosso após um trabalho de modernização de processo, sem comprometer o cumprimento da legislação.

Baby assegura que hoje, o processo demora 180 dias nos casos mais complexos. Porém, existem demandas que são liberadas em até 90 dias. O período é inferior a média nacional, que gira em torno de 270 dias.

Mais setores

Entre as empresas chinesas que anunciaram investimentos no Estado está a Zhuhai Yuren Agricultural, especialista em drones para a agricultura. Ela pretende instalar uma montadora no município de Sorriso.

Também está na lista a COFCO que manifestou interesse na construção de silos e na ampliação dos negócios. A empresa comprou 4 milhões de toneladas de grãos, orçadas em aproximadamente R$ 15 milhões, e até 2022, a quantidade será ampliada para 7 milhões de toneladas.

No setor de comércio está prevista a construção de uma filial comercial da empresa XCMG, especializada em maquinários para a construção civil.

Fonte: http://midianews.com.br/politica/chineses-vao-investir-r-5-bilhoes-em-mato-grosso/320033

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China repreende EUA por criticarem sua estratégia na América Latina

Secretário de Estado norte-americano afirmou que a região não precisa de “novas potências imperiais”

A China não gostou nada das advertências feitas por Washington a vários países latino-americanos sobre a influência cada vez maior de Pequim na região. O gigante asiático considera que as palavras do secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, sobre os riscos de uma dependência excessiva da segunda economia mundial, são uma falta de respeito à política exterior dessas nações.

Tillerson – antes de iniciar uma viagem com paradas no México, Argentina, Peru e Colômbia – afirmou que a região não precisa de “novas potências imperiais” e advertiu sobre a estratégia de se apoiar excessivamente na China, “que significa ganhos no curto prazo em troca de uma dependência no longo prazo”. Em nota, o Ministério das Relações Exteriores chinês considerou que essa premissa é falsa e que o intercâmbio com a América Latina se baseia “em interesses comuns e necessidades mútuas”.

O aumento da influência chinesa na América Latina, pelo menos em termos quantificáveis, como o comércio e o investimento, é inquestionável. O intercâmbio de mercadorias se multiplicou na última década, superando os 200 bilhões de dólares (640 bilhões de reais) por ano, sobretudo graças à compra e venda de matérias primas. A China já é o principal parceiro comercial de países como Argentina, Brasil, Chile e Peru.

Pequim também se tornou uma fonte de empréstimos vital para nações da região, especialmente Brasil, Venezuela e Equador. As autoridades chinesas – como costumam repetir sempre que há suspeitas de que haja mais interesse próprio do que altruísmo por trás desses créditos – dizem que a cooperação se baseia em “igualdade, reciprocidade, abertura e inclusão”.

“Esperamos que este país (em referência aos EUA) abandone o conceito antiquado dos jogos de soma zero e veja o desenvolvimento das relações entre a China e a América Latina de forma aberta e inclusiva”, afirma o comunicado.

A China reforçou recentemente seus laços com a região durante o segundo fórum ministerial entre o gigante asiático e a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC), realizado há apenas duas semanas em Santiago, no Chile. O bloco decidiu apoiar, numa declaração oficial, a iniciativa chinesa da nova Rota da Seda – o megaprojeto de interconexão mundial idealizado pelo presidente chinês, Xi Jinping, que colocou sobre a mesa bilhões de dólares para investi-los em obras de infraestrutura que melhorem a conectividade. Os críticos veem nessa iniciativa o desejo de Pequim de aumentar sua influência sobre outros países em desenvolvimento. O ministro chinês das Relações Exteriores, Wang Yi, disse no encontro que seu país quer se transformar no “parceiro mais confiável” da região.

Em seu discurso antes de iniciar a viagem latino-americana, Tillerson declarou que as ofertas da China na forma de investimento “quase sempre exigem a importação de força de trabalho chinesa, grandes empréstimos e uma dívida insustentável, ignorando os direitos humanos e de propriedade intelectual”, algo que comparou com o antigo colonialismo europeu.

Segundo a Xinhua, a agência oficial chinesa, a investida recente da administração Trump contra a diplomacia e a política exterior de Pequim é uma consequência da “perda de carisma” da primeira potência mundial na região: “Em vez de perder tempo criticando a China, talvez fosse uma boa ideia para Washington baixar o tom hostil de sua retórica, que provocou a ira na América Latina com propostas como endurecer a imigração, construir um muro e tentar influenciar os tratados comerciais em seu favor.”