Categoria China

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6º Fórum de Economia do Turismo Global é realizado em Macau

O 6º Fórum de Economia do Turismo Global foi inaugurado ontem (16) em Macau. Para responder às iniciativas de “Um Cinturão e Uma Rota” e “cooperação 16+1” com os países da Europa Central e Oriental, o fórum reuniu especialistas e acadêmicos desses 16 países, a fim de explorar a cooperação e o desenvolvimento turístico mutuamente benéfico. O vice presidente da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês (CCPPCh), He Houhua, e o secretário-geral da Organização Mundial de Turismo, Taleb Rifai, participaram do evento.

Ao proferiu seu discurso, He Houhua disse que cada fórum reuniu com sucesso a elite da área de turismo global, que deu conselhos e sugestões para promover o desenvolvimento saudável e sustentável da economia mundial do turismo. Depois de anos de esforços, o fórum obteve ampla atenção em todo o mundo, e alto reconhecimento e apoio do governo central.

Segundo Taleb Rifai, é muito encorajador ver que Macau se tornou um líder mundial em turismo, e que o fórum se tornou uma voz especial nesta área. O fórum nos lembrou que o crescimento econômico de qualquer país e comunidade deve se fortalecer mutuamente com o desenvolvimento sustentável, o bem-estar das pessoas e a melhor compreensão mútua entre os povos dos diferentes países.

Tradução: Cecília Ma

Revisão: Layanna Azevedo

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Hong Kong volta a ser considerada economia mais liberal do mundo

O Governo da Região Administrativa Especial de Hong Kong (RAEHK) comemorou ontem (28) a nova classificação da metrópole como a economia mais liberal do mundo. A informação consta no último relatório do Instituto Fraser, que classifica Hong Kong como a economia com a melhor “supervisão” e a segunda “liberdade de comércio internacional” em todo o mundo.

Segundo um porta-voz do governo de Hong Kong, a classificação revela o reconhecimento dos esforços da região em manter a liberdade econômica e criar um excelente ambiente de negócios. Em um mundo altamente competitivo, o governo da região sustenta o princípio da economia livre, que resulta na alta competitividade da região.

De acordo com o porta-voz, o governo local vai consolidar as vantagens institucionais de Hong Kong. Entre elas, um ambiente de negócios e comércio livre e aberto, a tradição de direito e independência judicial, além de um governo eficiente. O objetivo consiste em manter o sólido crescimento econômico da região.

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China e UEE concluem negociações sobre acordo de cooperação econômica e comercial

A China e a União Econômica Euroasiática (UEE) concluíram importantes negociações envolvendo um acordo de cooperação econômica e comercial, declarou no domingo o Ministério do Comércio da China.
O ministro da pasta, Zhong Shan, assinou uma declaração sobre a conclusão formal das negociações com a ministra do Comércio da UEE, Veronika Nikishina, em Hangzhou, na Província de Zhejiang, no leste da China.
Este é o primeiro acordo institucional importante no âmbito econômico e comercial alcançado entre a China e a UEE, segundo a declaração.
Também é um importante resultado para alinhar a Iniciativa do Cinturão Econômico da Rota da Seda da China com a UEE.
O acordo é muito importante tanto para a China como para os membros da UEE. Ele ajudará a reduzir as barreiras não comerciais, facilitará o comércio, criará um entorno favorável ao desenvolvimento industrial, promoverá a Iniciativa do Cinturão e Rota e impulsionará o desenvolvimento dos laços econômicos entre a China e a UEE.
As negociações começaram oficialmente em 25 de junho de 2016, abordando dez capítulos, incluindo procedimentos alfandegários, facilitação do comércio, direitos de propriedade intelectual, cooperação, compras públicas e comércio eletrônico. Fim

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Chineses em todo o país celebram o 68° aniversário da República

O dia 1º de outubro deste ano marca o 68° aniversário da fundação da República Popular da China. O feriado do Dia Nacional desencadeou celebrações nos últimos dias em cidades de todo o país, período conhecido como a Semana Dourada na China. Este ano, os chineses celebrarão no dia 4 de outubro a Festa de Meio Outono, uma das mais tradicionais cerimônias familiares. Por isso, o feriado se prolonga durante oito dias. Muitas pessoas aproveitam as férias para viajar ou reunir-se com a família.

Na manhã de ontem, foi realizada em atmosfera solene uma cerimônia de hasteamento da bandeira nacional na Praça Tiananmen, em Beijing. Mais de 100 mil pessoas das diferentes regiões do país assistiram à cerimônia na Praça da Paz Celestial para celebrar o aniversário da pátria.

O Partido Comunista da China (PCCh) convocou seu primeiro Congresso em julho de 1921, em Shanghai. Por ocasião do Dia Nacional, uma cerimônia de hasteamento da bandeira também foi realizada no lugar da reunião.

As diversas províncias e regiões da China também realizaram uma série de atividades culturais para celebrar o 68° aniversário de fundação da República Popular da China. Crianças em escolas primárias e jardins-de-infância expressaram seu amor pelo país ao participar de performances artísticas. Em Fuzhou, capital da província de Fujian, sudeste da China, rostos alegres dos cidadãos foram exibidos na tela do LED em uma grande praça.

Várias universidades promoveram corridas nos campus, sob o tema do Dia Nacional. Shows de luz também foram projetados nos edifícios mais conhecidos de Beijing, Guangzhou, Shanghai, Xi’an e outras grandes cidades do país. Uma série de atividades folclóricas em parques também atraiu a atenção dos turistas.

A Semana Dourada representa sempre um boom de turismo e visita aos familiares todos os anos. De acordo com as estatísticas da Administração Estatal de Turismo da China, o número de turistas atingirá 710 milhões durante o feriado de oito dias, criando uma receita de 590 bilhões de yuans. A cifra é cerca de 10% maior que a verificada no mesmo período do ano passado. Segundo a previsão da Academia de Turismo da China, mais de 6 milhões de chineses viajarão para o exterior durante o feriado.

A Companhia de Ferrovias da China também prevê um novo recorde de passageiros. Quase 15 milhões de bilhetes de trem já foram vendidos. A empresa acrescentou 569 trens em todo o país à sua rede ferroviária para atender à demanda no primeiro dos oitos dias de feriado do Dia Nacional e do Festival de Meio Outono. No último sábado, a rede ferroviária transportou 12,52 milhões de pessoas em todo o país, um aumento anual de 9,8%. A empresa prevê que 130 milhões de bilhetes sejam vendidos nos 11 dias imediatamente após o dia 28 de setembro.

Tradução: Zhao Yan

Edição: Rafael Fontana

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Exportações para China impulsionam balança comercial

Parceiro comercial de longa data, a China se firmou como o mais importante mercado para produtos brasileiros, e seu interesse pelas matérias-primas brasileiras possui papel determinante para a balança comercial do Brasil.

Neste ano, o saldo comercial do País deve superar a barreira dos US$ 60 bilhões, sendo que, até setembro, o resultado entre as exportações e importações apenas com os chineses soma US$ 18,2 bilhões – ao menos 30% desse total.

Produto mais vendido pelo Brasil, a soja triturada tem na China seu principal comprador: 78% da nossa soja triturada é exportada aos chineses, US$ 18 bilhões dos cerca de US$ 23 bilhões exportados no total em 2017.

É mais um exemplo da importância da China na balança comercial brasileira. A China figura tanto entre os nossos principais compradores, como nossos principais importadores. Entre os produtos mais comprados estão a soja, o minério de ferro, petróleo em bruto e a celulose.

Por outro lado, somos dependentes de produtos essencialmente ligados à tecnologia, como circuitos impressos e peças de telefonia, partes de aparelhos receptores e transmissores, além de outros produtos manufaturados.

Desempenho por bloco

A importância comercial da China também supera o fluxo de comércio com importantes blocos comerciais, como é o caso da União Europeia.

De janeiro a setembro, o saldo comercial com os europeus foi de US$ 2,04 bilhões devido, principalmente, às embarcações de farelo de soja, minério de ferro, soja triturada e café cru.

No caso do bloco de países do sudeste asiático, o que não inclui a China, o saldo comércio foi de US$ 3,06 bilhões no mesmo período e, com o Mercosul, o fluxo sobe um pouco, mas ainda longe do desempenho dos chineses: US$ 7,7 bilhões.

Fonte: Governo do Brasil, com informações do MDIC

 

De janeiro a setembro, saldo comercial com a China somou US$ 18,2 bilhões