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porCCDIBC

Investimento em infraestrutura elétrica injeta dinâmica à iniciativa de “Um Cinturão e Uma Rota”

O presidente da corporação da China State Grid, Shu Yinbiao, disse nesta quinta-feira (15) que o investimento em infraestrutura elétrica se tornou uma das áreas mais ativas para a construção de “Um Cinturão e Uma Rota”, e que a cooperação no setor terá uma expectativa ampla. A afirmação foi feita em uma “passagem de entrevista”, durante a primeira sessão do 13º Comitê Nacional da Conferência Consultiva do Povo Chinês (CCPPCh).

Segundo Shu Yinbiao, o investimento global previsto para a energia renovável alcançará US$ 2,6 trilhões, até 2025, mas ainda existe um bilhão de pessoas no mundo sem acesso à eletricidade. Com o desenvolvimento inovador do setor, a China tem vantagens visíveis e forte competitividade internacional nas áreas técnica e administrativa. São pontos que contribuem a favor da transformação energética e da solução da carência de eletricidade no mundo.

Shu Yinbiao lembrou que, até o momento, a State Grid investiu US$ 65 bilhões na operação da principal rede energética de sete países e regiões. O valor de contrato dos projetos no exterior da empresa acumula US$ 40 bilhões, impulsionando a exportação de equipamentos chineses a mais de 80 países e regiões. Ele ressaltou que é mais importante colocar em prática o conceito de “comunidade de destino comum da humanidade” para todos os projetos, persistir na operação com mercantilização, localização e de longo prazo. Dessa forma, o desenvolvimento econômico e a vida da população são beneficiados, assim como o ganho mútuo é concretizado.

Tradução: Virgília Han

Revisão: Diego Goulart

Fonte: http://portuguese.cri.cn/news/china/407/20180315/103400.html

porCCDIBC

A origem operária do 8 de Março, o Dia Internacional da Mulher

Para muitos, o 8 de Março é apenas um dia para dar flores e fazer homenagens às mulheres. Mas diferentemente de diversas outras datas comemorativas, esta não foi criada pelo comércio.

Oficializado pela Organização das Nações Unidas em 1975, o chamado Dia Internacional da Mulher era celebrado muito tempo antes, desde o início do século 20. E se hoje a data é lembrada como um pedido de igualdade de gênero e com protestos ao redor do mundo, no passado nasceu principalmente de uma raiz trabalhista.

Foram as mulheres das fábricas nos Estados Unidos e em alguns países da Europa que começaram uma campanha dentro do movimento socialista para reivindicar seus direitos – as condições de trabalho delas eram ainda piores do que as dos homens à época.

A origem da data escolhida para celebrar as mulheres tem algumas explicações históricas. No Brasil, é muito comum relacioná-la ao incêndio ocorrido em 25 de março de 1911 na Companhia de Blusas Triangle, quando 146 trabalhadores morreram, sendo 125 mulheres e 21 homens (a maioria judeus).

No entanto, há registros anteriores a essa data que trazem referências à reivindicação de mulheres para que houvesse um momento dedicado às suas causas dentro do movimento de trabalhadores.

As origens

Se fosse possível fazer uma linha do tempo dos primeiros “dias das mulheres” que surgiram no mundo, ela começaria possivelmente com a grande passeata das mulheres em 26 de fevereiro de 1909, em Nova York.

Naquele dia, cerca de 15 mil mulheres marcharam nas ruas da cidade por melhores condições de trabalho – na época, as jornadas para elas poderiam chegar a 16h por dia, seis dias por semana e, não raro, incluíam também os domingos. Ali teria sido celebrado pela primeira vez o “Dia Nacional da Mulher”.

Enquanto isso, na Europa também crescia o movimento nas fábricas. Em agosto de 1910, a alemã Clara Zetkin propôs em reunião da Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas a criação de uma jornada de manifestações.

“Não era uma questão de data específica. Ela fez declarações na Internacional Socialista com uma proposta para que houvesse um momento do movimento sindical e socialista dedicado à questão das mulheres”, explicou à BBC Brasil a socióloga Eva Blay, uma das pioneiras nos estudos sobre os direitos das mulheres no país.

“A situação da mulher era muito diferente e pior do que a dos homens nas questões trabalhistas daquela época”, disse ela, que é coordenadora da USP Mulheres.

A proposta de Zetkin, segundo os registros que se têm hoje, propunha uma jornada anual de manifestações das mulheres pela igualdade de direitos, sem exatamente determinar uma data. O primeiro dia oficial da mulher seria celebrado, então, em 19 de março de 1911.

Em 1917, houve um marco ainda mais forte daquele que viria a ser o 8 de Março. Naquele dia, um grupo de operárias saiu às ruas para se manifestar contra a fome e a Primeira Guerra Mundial, movimento que seria o pontapé inicial da Revolução Russa.

O protesto aconteceu em 23 de fevereiro pelo antigo calendário russo – 8 de março no calendário gregoriano, que os soviéticos adotariam em 1918 e é utilizado pela maioria dos países do mundo hoje.

Após a revolução bolchevique, a data foi oficializada entre os soviéticos como celebração da “mulher heroica e trabalhadora”.

Oficialização

O chamado “Dia Internacional da Mulher” só foi oficializado em 1975, ano que a ONU intitulou de “Ano Internacional da Mulher” para lembrar suas conquistas políticas e sociais.

“Esse dia tem uma importância histórica porque levantou um problema que não foi resolvido até hoje. A desigualdade de gênero permanece até hoje. As condições de trabalho ainda são piores para as mulheres”, pontuou Eva Blay.

“Já faz mais de cem anos que isso foi levantado e é bom a gente continuar reclamando, porque os problemas persistem. Historicamente, isso é fundamental.”

No mundo inteiro, a data ainda é comemorada, mas ao longo do tempo ganhou um aspecto “comercial” em muitos lugares.

O dia 8 de março é considerado feriado nacional em vários países, como a própria Rússia, onde as vendas nas floriculturas se multiplicam nos dias que antecedem a data, já que homens costumam presentear as mulheres com flores na ocasião.

Na China, as mulheres chegam a ter metade do dia de folga no 8 de Março, conforme é recomentado pelo governo – mas nem todas as empresas seguem essa prática.

Já nos Estados Unidos, o mês de março é um mês histórico de marchas das mulheres.

No Brasil, a data também é “comemorada” com protestos em todas as principais cidades do país, com reivindicações sobre igualdade salarial e protestos contra o aborto e a violência contra a mulher.

“Certamente o 8 de Março é um dia de luta, dia para lembrarmos que ainda há muitos problemas a serem resolvidos, como os da violência contra a mulher, do feminicídio, do aborto, e da própria diferença salarial”, observou Blay.

Segundo ela, mesmo passadas décadas de protestos das mulheres e de celebração do 8 de Março, a evolução ainda foi muito pequena.

“Acho que o que evoluiu é que hoje a gente consegue falar sobre os problemas. Antes, se escondia isso. Tudo ficava entre quatro paredes. Antes, esses problemas eram mais aceitos, hoje não.”

Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/internacional-43324887

porCCDIBC

É assim que a China quer dominar o mundo

O presidente chinês, Xi Jinping, deseja que Pequim ocupe o vácuo geopolítico deixado pelos EUA. Seus investimentos em diplomacia, armamentos e inteligência artificial são prova disso

“Esconder a força e aguardar o momento.” Deng Xiaoping, o grande protagonista da abertura econômica chinesa, recomendava manter a China em segundo plano no cenário global, enquanto o país lutava para sair da pobreza e deixar para trás o marasmo de 10 anos de Revolução Cultural. Mas essa etapa ficou no passado. Na “nova era” proclamada pelo presidente Xi Jinping, o gigante asiático está decidido a ocupar o papel de protagonista da arena global, que, aos seus olhos, a história lhe deve. Através de Xi, o líder mais poderoso do país em décadas e que continuará no poder além dos 10 anos inicialmente previstos, a nação quer moldar a ordem mundial para se consolidar como referente e criar oportunidades estratégicas para si e suas empresas, além de legitimar seu sistema de governo. E já não hesita em divulgar esses planos.

“Nunca o mundo teve tanto interesse na China, nem precisou tanto dela”, declarava solenemente no mês passado o Jornal do Povo, o mais oficial das publicações oficiais de Pequim. E o atual momento – em que os Estados Unidospresididos por Donald Trump abrem mão de seu papel de líder global, a Europa está presa em suas próprias divisões e o mundo ainda arrasta as consequências da crise financeira de 2008 – apresenta uma “oportunidade histórica” que, segundo o comentário, “abre-nos um enorme espaço estratégico para manter a paz e o desenvolvimento e ganhar vantagem”. A assinatura como “Manifesto” indicava que o texto representava a opinião dos mais altos dirigentes do Partido.

Essa ambição não é nova: a catástrofe que significou o Grande Salto Adiante(1958-1962) foi provocada, no fim das contas, pela vontade de Mão Tsé-Tung de transformar a China numa potência industrial em tempo recorde. A novidade, de fato, é que isso seja agora proclamado – e cada vez mais alto. Em seu discurso no XIX Congresso Nacional do Partido Comunista, em outubro, quando renovou seu mandato por outros cinco anos, Xi anunciou a meta de transformar o país “num líder global em termos de fortaleza nacional e a influência internacional” até 2050. A data não é casual: até lá, a China já terá esgotado seu dividendo demográfico (hoje a estrutura etária de sua mão de obra, ainda relativamente jovem, é benéfica para o crescimento econômico do país).

Aos olhos de Pequim, a China nunca teve esse objetivo tão ao seu alcance. A diferença não é pautada apenas pelas circunstâncias geopolíticas ou por seu auge econômico, mas também por sua situação interna. Nunca, desde os tempos de Mao, um líder chinês havia contado com tanto poder, nem tinha se sentido tão seguro no cargo.

Xi não deixa de acumular postos e títulos, oficiais e extraoficiais. Secretário-geral do Partido, presidente da Comissão Militar Central, chefe de Estado, “núcleo” do Partido e agora lingxiu, o líder, um tratamento que só havia sido concedido a Mão e ao seu sucessor imediato, Hua Guofeng. Universidades do país inteiro abrem centros de estudo dedicados ao seu pensamento; as ruas de qualquer cidade estão cheias de cartazes pedindo que a população aplique suas ideias. De uma forma marcante, não vista em décadas, a lealdade ao Partido, e em consequência a Xi, é a condição essencial para se ter sucesso em qualquer atividade que tenha a ver com o onipotente Estado.

Xi se apresentou como o grande defensor da luta contra as mudanças climáticas, a globalização e os tratados de livre comércio

A consolidação do poder de Xi vai ser coroada na sessão anual da Assembleia Nacional Popular, o Legislativo chinês, que será inaugurada na próxima semana no Grande Palácio do Povo de Pequim. Os deputados aprovarão, entre outras coisas, a eliminação do limite temporário de dois mandatos que a Constituição impõe ao presidente, abrindo caminho para que o mandatário continue à frente do país por tempo indefinido.

A China multiplicou sua expansão internacional já durante o primeiro mandato de Xi. Seu Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura completará três anos concedendo empréstimos equivalentes a mais de 13,4 bilhões de reais. Sua nova Rota da Seda – um plano para construir uma rede de infraestrutura ao redor do mundo – acaba de incorporar oficialmente a América Latina, mira o Ártico e se dispõe e realizar sua segunda reunião internacional em 2019. Seus investimentos em diplomacia têm sido vastos. Em 2017, o país destinou a essa área o equivalente a 25,5 bilhões de reais, um aumento de 60% em relação a 2013. Já os EUA propuseram cortar 30% das despesas com o serviço exterior.

Enquanto Washington abandona seus compromissos internacionais, a China está disposta a preencher esse vazio. Xi Jinping se apresentou como o grande defensor da globalização, da luta contra a mudança climática, dos tratados de comércio internacionais. Pequim já mantém acordos de livre comércio com 21 países – um a mais que Washington – e, segundo suas autoridades, negocia ou planeja incluir outros 10.

Os investimentos do Governo e das empresas da China e no exterior são um dos principais pilares dessa estratégia. Na América Latina, o país já concedeu mais créditos que o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Ano passado, investiu o equivalente a 390 bilhões de reais em 6.236 empresas de 174 países, segundo seu Ministério do Comércio. Como parte do plano de se tornar um país líder em tecnologia e fazer com que esse setor seja uma das principais fontes de seu PIB, a China comprou empresas fundamentais em áreas estratégicas, como a líder alemã em robótica Kuka e a fabricante de chips britânica Imagination. Já é um referente em inteligência artificial.

Mas sua presença no exterior não se limita ao terreno diplomático e comercial. Ser uma potência global requer não apenas ter acesso aos recursos e conexões com o resto do mundo, mas também defendê-los e se defender. E a China, com o equivalente a 490 bilhões de reais, é o segundo país com maior gasto militar, atrás dos EUA, e moderniza rapidamente seu Exército. Já conta com sua primeira base militar no exterior, em Djibuti, e, segundo o Afeganistão, estuda construir uma segunda base num canto remoto desse país.

Mas se a China hoje inspira mais simpatia que os EUA em diversos países – incluindo aliados tradicionais de Washington, como México e Holanda, segundo informou o Pew Research Center em 2017 –, seu auge também gera desconfiança. O Eurasia Group descreveu a influência chinesa em meio a um vazio de liderança global como o primeiro risco geopolítico para este ano. “[A China] está fixando padrões internacionais com a menor resistência já vista”, afirma a consultoria. “O único valor político que a China exporta é o princípio de não ingerência nos assuntos internos de outros países. Isso é atrativo para os Governos, acostumados às exigências ocidentais de reformas políticas e econômicas em troca de ajuda financeira.” Menção especial, entre outras coisas, merece o investimento chinês em inteligência artificial. “[Esse investimento] procede do Estado, que se alinha com as instituições e companhias mais poderosas do país e trabalha para garantir que a população se comporte como o Estado deseja. É uma força estabilizadora para o Governo autoritário e capitalista do Estado chinês. Outros Governos acharão esse modelo sedutor.”

Xi Jinping, em 24 de outubro, no XIX Congresso do Partido Comunista.
Xi Jinping, em 24 de outubro, no XIX Congresso do Partido Comunista. NICOLAS ASFOURI (AFP / GETTY )

Outras vozes também demonstram alarme. O primeiro-ministro australiano, Malcom Turnbull, denunciou em dezembro a influência da China nos assuntos políticos de seu país, mediante lobbies e doações, e apresentou um projeto de lei que busca frear isso. O diretor do FBI, a polícia federal dos EUA, Christopher Wray, também advertiu que Pequim pode ter infiltrado agentes até mesmo nas universidades. Um relatório do think tank alemão MERICS e do Global Public Policy Institute alerta para a crescente penetração da influência política da China na Europa, especialmente nos países do Leste. E um grupo de acadêmicos conseguiu, graças aos protestos do ano passado, que a editora Cambridge University Press restabelecesse artigos censurados por não coincidirem com a visão do governo chinês em assuntos como Tiananmen e Tibete.

A crescente assertividade de Pequim pode beirar a arrogância ou o desdém pelas normas internacionais. No mar do Sul da China, onde suas reivindicações de soberania enfrentam as de outras cinco nações, o país tem construído ilhas artificiais em áreas em disputa, apesar dos protestos dos Estados vizinhos e dos EUA. Recentemente, a imprensa recriminou a Suécia por suas pressões pela libertação de Gui Minhai, o livreiro sueco detido no mês passado quando viajava a Pequim escoltado por dois diplomatas.

Além dos alarmes, começam a soar também – de modo ainda muito incipiente – propostas para contra-atacar essa pujança ou os aspectos menos benevolentes dela. O presidente francês, Emmanuel Macron, pediu a unidade dos 27 parceiros da União Europeia para não perderem terreno para a China. A Casa Branca começou a impor tarifas a alguns produtos para frear o que considera concorrência desleal da China no intercâmbio comercial. Japão, Índia, Austrália e EUA estudam apresentar um plano internacional alternativo ao da Rota da Seda.

Claro que nem sequer o todo-poderoso Xi pode considerar tudo como garantido, e a China da nova era padece de fraquezas importantes. No momento, o apoio popular ao presidente e sua gestão parece sólido. Mas mantê-lo, em uma sociedade de fortes desigualdades sociais, pode ser uma tarefa complicada. As jovens classes médias, nascidas e criadas depois da Revolução Cultural e de Mao, não conheceram o sofrimento de seus progenitores e demandam um bem-estar econômico que dão como certo, assim como padrões de vida semelhantes aos do Ocidente.

Isto inclui a poluição, um dos grandes males da China. Depois de medidas como um plano de urgência para o inverno, padrões de emissões para veículos e fechamento de fábricas com elevados níveis de poluição, este ano a qualidade do ar em Pequim melhorou notavelmente. Mas organizações como o Greenpeaceenfatizam que essa melhora se deu, em parte, ao custo de transferir a poluição para regiões mais pobres e menos visíveis.

Garantir padrões de vida cada vez melhores – a China se comprometeu a acabar até 2020 com a pobreza rural, que em 2015 afetava 55 milhões de pessoas – obriga também a uma reforma econômica. Ao chegar ao poder, há cinco anos, Xi prometeu deixar que o mercado seguisse seu ritmo. É uma aspiração que se mostrou complicada. Em 2015, a revista Caixin indicava que, entre as 113 áreas suscetíveis de reforma, somente 23 avançavam a bom ritmo, os progressos eram lentos em 84 e nada se conseguira em 16.

O que está por fazer é o mais difícil: as empresas de propriedade estatal, gigantescas e ineficientes, mas básicas no sistema socioeconômico chinês atual; o excesso de crédito e de capacidade de produção; a completa liberalização do yuan. Reformas necessárias, mas que vão requerer enorme habilidade para que não prejudiquem o índice de desemprego ou a estabilidade social, a grande prioridade do Governo.

Em prol dessa estabilidade social, a China de Xi Jinping pôs em prática ambiciosos programas de controle e vigilância dos cidadãos, ajudada pela inteligência artificial. O fluxo das informações e as redes sociais são ferreamente supervisionados. Todas as empresas, incluindo as multinacionais estrangeiras, precisam contar com uma unidade do Partido Comunista em sua estrutura. Os meios de comunicação estatais – os principais  – receberam instruções da boca do próprio presidente: “Vocês devem se nomear Partido”.

A tendência é a de redução da tolerância a qualquer manifestação cultural que não reforce o papel dominante do Partido Comunista nem se ponha a serviço de seus objetivos. E isso inclui o tratamento às minorias e a prática da religião, sobre a qual recentemente foram impostos novos regulamentos. As pessoas incômodas – sejam dissidentes políticos, advogados de direitos humanos ou ativistas de causas sociais– são presas e, às vezes, condenadas a longas penas de prisão. No ano passado, o Prêmio Nobel da Paz Liu Xiaobo morreu de câncer de fígado enquanto cumpria uma pena de 11 anos.

Mas o tempo corre, para Xi, para Pequim e para implementar as reformas. Um dos grandes obstáculos que o país enfrenta é precisamente seu rápido envelhecimento. A desastrosa política do filho único faz com que o dividendo demográfico esteja se esgotando. Apesar do fim da proibição em 2015, a natalidade não dá mostras de aumentar. Em 2020, 42 milhões de idosos não poderão cuidar de si mesmos e 29 milhões superarão os 80 anos. Um grande desafio para sistemas de previdência social e de saúde ainda muito frágeis.

Para 2050, quando o país espera ter se tornado uma grande potência, contará com 400 milhões de aposentados. Por essa época, terá completado seus ambiciosos planos de reforma militar e econômica; a prioridade será atender a esse grande segmento de população envelhecida. O prazo de “oportunidade estratégica” terá expirado.

A nova era de Xi tem, portanto, pressa. Hoje pode mobilizar a população em busca do sonho chinês; amanhã poderá ser tarde. Dentro de alguns anos, esta nova era pode ter ficado velha demais.

Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/03/02/internacional/1519993755_786257.html

porCCDIBC

China se torna primeira potência comercial mundial

O ministro chinês do Comércio, Zhongshan, destacou hoje (5) no Grande Palácio do Povo a determinação do país de ser uma potência no comércio exterior com melhor qualidade e sua marca própria. Anunciou que tem o prazer de informar que, no ano passado, a China se tornou o maior país comercial do mundo. Isso mostra que a posição do país como uma potência comercial foi consolidada.

fonte: http://portuguese.cri.cn

porCCDIBC

Chineses compram terminal em Paranaguá e deixam trabalhadores apreensivos

O grupo China Merchants Ports Holdings concluiu nesta quinta (22), em Brasília, a compra do Terminal de Contêineres do Porto de Paranaguá (TCP), no Litoral do Paraná, por R$ 2,9 bilhões.

Os trabalhadores no Porto estão bastante apreensivos com a aquisição do TCP pela China Merchants. Eles acompanharam esta semana o desfecho da transação no Distrito Federal.

O negócio foi fechado em setembro de 2017 durante comitiva de Michel Temer na cúpula dos BRICS em Xiamen, província de Fujian, na China.

A partir de agora, o mandarim — língua oficial dos chineses — passará a ser obrigatório em Paranaguá.

A concessão da área ao TCP, licitada ainda pelo governo Jaime Lerner, em 1998, renovada no ano passado por mais 25 anos, terminará em 2043.

O Porto de Paranaguá tem capacidade para movimentar 1,5 milhão de TEUs por ano (contêiner padrão de 20 pés), que deve aumentar para 2,4 milhões quando a expansão planejada for concluída no segundo semestre de 2019.

Acerca do TCP

A TCP, uma das mais modernas integradoras logísticas para comércio exterior no Brasil, administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá e a empresa de integração logística TCP Log. Foi criada em 1998, quando venceu licitação realizada pelo Governo do Paraná para a concessão do Terminal de Contêineres do Porto de Paranaguá.

Situado em uma baía protegida, capaz de receber os maiores navios que fazem o comércio internacional na América Latina, o terminal oferece às empresas exportadoras e importadoras localizadas em sua hinterlândia uma infraestrutura moderna e bem dimensionada para movimentar cargas com agilidade, segurança e os melhores custos operacionais. Sua área de influência se estende pelos estados do Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Santa Catarina, e está estrategicamente situado em uma região servida por diversas rodovias, além de ser o único terminal da sua hinterlândia que conta com conexão ferroviária direta no próprio pátio.

Após receber investimentos de R$ 365 milhões, um dos maiores aportes privados do setor portuário brasileiro nos últimos anos, a TCP atualmente tem capacidade para movimentar 1,5 milhão de TEUs/ano, conta com 320 mil m² de área de armazenagem e oferece três berços de atracação, com extensão total de 879 metros, além de dolfins exclusivos para operação de navios de veículos.

porCCDIBC

Manifesto aos militantes e eleitores reunidos no campo da esquerda e a quem mais possa interessar

Existe uma militância que se originou do PT e que reconhece em Lula não só o operário inspirador e mentor da criação do Partido dos Trabalhadores, mas também como o homem que acumulou em sua trajetória experiência com conhecimento profundo sobre os problemas e soluções para o Brasil, conquistando a confiança de milhões de brasileiros, milhões de eleitores, petistas ou não, que hoje abraçam a causa de Lula candidato à presidência. As pesquisas confirmam Lula como a maior liderança para aglutinar a esquerda, resolver as crises política e econômica e pacificar o país promovendo novamente crescimento e progresso.

São esses milhões de brasileiros, que saíram do anonimato através das pesquisas de intenção de votos para as eleições 2018 para presidente, que queremos representar, bem como a nós, por meio deste manifesto como militantes da candidatura Lula convocando a todos, que por ventura não tenham ainda prestado atenção nas declarações de Ciro Ferreira Gomes, que prestem atenção. O alerta é no sentido de que nos parece ser uma campanha enganadora, equivocada e desastrada, para aglutinar a esquerda em torno de Ciro.

O político Ciro, que nos primeiros momentos do golpe de 2016 ganhou espaço na mídia por manifestar repúdio ao golpe e aos ataques infundados à então presidenta Dilma, mostra sua capacidade em metamorfosear-se de esquerda progressista. Dono de reconhecida eloquência ao falar, Ciro destaca orgulhoso sua formação na Universidade de Harvard. Nada mais estéril, diante de um operário que levou o Brasil à 6ª maior potência mundial e é reconhecido no mundo todo por sua capacidade de governar e por seus mais de 40 anos dedicados às causas coletivas que sempre visaram dignidade ao trabalhador e justiça social ao povo em geral. Por sorte, hoje o povo sabe distinguir o realizar do discursar. Os dois mandatos de Lula e sua popularidade registrada até os dias atuais colocam em segundo plano a formação em Harvard desse que nos parece pretender ser, ele sim, o salvador do Brasil. Clichê direitista disseminado para atordoar tolos.

Ciro Gomes no seu jeito de ser hostil ao Lula, que sempre o trata com respeito, assumiu o discurso de muitos políticos os quais acreditam que batendo em Lula e no PT vão angariar a simpatia da direita enrustida e indecisa. Com inúmeras trocas de partido, indo da ARENA da época da ditadura ao PDT de hoje, muitos o veem como oportunista, como “papagaio de pirata” de quem está sempre no centro das atenções, como Lula, mas que, ao mesmo tempo, não perde oportunidade para tentar desabonar Lula de forma a atrair sedutoramente os incautos indecisos. Talvez Ciro já esteja querendo garantir sua indicação pela Frente de Esquerdas. Com esse comportamento, Ciro jamais uniria o país. Para nós, enquanto Ciro não adotar atitudes de respeito ao povo que vê em Lula a maior força de esquerda e do Brasil, e enquanto não respeitar Lula e não defender abertamente o direito de Lula candidatar-se, será visto como braço neoliberal, talvez até infiltrado, o que nos faz ficar alertas. Respeitávamos a chegada de Ciro na esquerda e ponderamos sobre uma parceria. A partir de novembro de 2017 acentuaram-se ações e declarações de Ciro que foram mudando a nossa opinião. Na entrevista no dia 20 de fevereiro para a jornalista Mônica Bergamo na Folha de S. Paulo foi o ponto final.

O pré-candidato Ciro Gomes em entrevista para a jornalista Mônica Bergamo disse ficar zangado porque por Temer luta e “Dilma deixou o país cair na mão dessa gente sem espernear e lutar”. Por onde andou Ciro durante todo o processo de um falso impeachment enfrentado por Dilma? Vergonhosa afirmação. Elogiar Temer e chamar de lutador? Ora, “lutar” é uma coisa, outra coisa é lidar com falcatruas comprando com dinheiro público os serviçais do Congresso para que atendam suas ordens, perdoar dívidas bilionárias e milionárias, prejudicar o país para obter apoios para atender seus interesses pessoais e de poderosos, os quais querem alcançar objetivos que não são do interesse do país e de seu povo. Isso nunca poderá ser chamando de lutar. É tudo muito fácil quando se tem a proteção de todo o aparelhamento possível para fazer as falcatruas que se quer. Isso é lutar? É isso o que a sociedade espera do presidente da República? Ou espera a integridade de quem confia nas Instituições? Se as Instituições falham, quem errou não foi quem nelas confiou. Ciro não sabe o que é golpe? Ele se contradiz de forma espetacular. A presidenta eleita democraticamente muito nos honrou com a forma como enfrentou e defendeu seu mandato e como reagiu ao golpe consumado na sua primeira fase.

Gostaríamos é de ver Ciro numa situação em que nenhum órgão deste país moveu uma palha contra os absurdos do falso processo de impeachment. Qualquer cidadão entendia o que ocorria naquele processo e que a Constituição não seria respeitada. E Dilma Rousseff, íntegra e republicana, defendeu-se confiando nas Instituições do seu país. Dilma e Lula nunca agiram de modo a sequer parecer que aparelhariam as Instituições ou que agiriam com ações mais enérgicas para beneficiar seus governos ou por benefícios pessoais. Dessa forma desmontaram a imensa mentira dos irresponsáveis que durante anos fizeram parte da sociedade acreditar que o PT era uma ditadura. Apesar de entendermos que a maioria sabe que é mentira mas faz questão de dizer para prejudicar o PT e suas lideranças. Os dois presidentes do PT foram exemplarmente republicanos e proporcionaram um Estado de paz durante os seus mandatos.

Foi de deixar pasmo ouvir Ciro afirmando que é ofender a inteligência mediana do brasileiro dizer que há uma perseguição contra Lula pela mídia e um golpe. Candidato progressista que está no campo da esquerda dizendo que não foi golpe? É assombroso! Foi exibido, na noite do dia 21 de fevereiro no Festival de Berlim, o filme “O Processo” sobre o “impeachment” de Dilma. Segundo Filippo Pitanga, o filme foi “ovacionado durante o crédito final e novamente ovacionado de pé, ao chamarem a cineasta Maria Augusta Ramos à frente para debater. O documentário é uma arma de reconstrução em massa. Considerado uma das edições mais politizadas do festival e a produção brasileira deixou Berlim ‘de joelhos ao Brasil'”. Como queríamos assistir ao documentário com quem diz que não houve golpe. Para ter certeza de que foi golpe sequer precisavam aparecer depois do impeachment sacramentado, as confissões de empresários e politiqueiros admitindo compra dos deputados, quanto custou o golpe e como agiram os conspiradores e traidores, até mesmo o mais próximo de Dilma. Um disparate afirmar que não sofremos o golpe de Estado de 2016. Diante dessa afirmação mentirosa de Ciro, afirmamos que há algo a ser esclarecido sobre esse candidato que quer até contar com o eleitorado de Lula, apesar de na entrevista ter feito pouco caso, tanto de Lula, como de seu eleitorado.

Nos pareceu ver alguém de joelhos ao assistirmos Ciro muito simpático com a mídia brasileira concentrada em grandes veículos de comunicação controlados por poucas famílias. Criticando até mesmo a necessária regulação da comunicação no Brasil. Citou mídias de outros países como exemplo, inclusive a Inglaterra, ignorando que faz alguns anos que o Reino Unido teve sancionada, pela rainha Elizabeth II, a lei de médios apoiada pelos três principais partidos políticos britânicos. No Brasil, além da lei de médios é necessária a regulação econômica e o fim da absurda propriedade cruzada. É tão grave a questão das mídias, que a maioria dos brasileiros sequer sabem como realmente foram os governos progressistas de Lula e Dilma. No Brasil, todos sabem que se não passa na Globo não se fica sabendo ou não aconteceu, isso ocorre com uma boa parcela dos brasileiros da direita. A Globo pauta as demais emissoras de TV, rádios, jornais, portais de internet, e revistas. Um candidato à presidência que não apresentar em seu plano de governo uma solução para democratização das mídias e solucionar esse que é um dos maiores problemas de nossa democracia, não deve ser levado em consideração.

Na contramão dos direitos de Lula, Ciro disse: “O Brasil não pode ficar refém da candidatura do Lula”. Pelo contrário. É Lula, vítima de fraude por ser condenado num processo político sem crime, que não pode ser refém dos interesses de poucos. Lula e os milhões que querem votar nele. Ciro elogia Temer pelas falcatruas que faz, as quais chamou de luta, critica a imperiosa resistência de Dilma, e ao Lula pede para desistir antes do fim da batalha? Muito nos conforta a fibra de Lula, que desde menino não fugiu do enfrentamento nos embates, não se acovardou e não se ajoelhou. Porque valoriza todos como iguais. Com Lula muitos aprenderam que só é puxadinho de imperialistas, é serviçal ou se deixa explorar por poderosos sem reagir, que só fazem parte da república de bananas, quem não tem amor próprio e a honradez de um brasileiro consciente.

Não consideramos as críticas e ironias e até bobagens que dizem sobre ser Lula um Deus, salvador da pátria, santo, único e insubstituível e outras expressões. Só lamentamos que alguém da esquerda tenha a infelicidade de reproduzir esses bordões direitistas. Relevamos essas tentativas de fazer Lula parecer uma liderança populista, através de expressões inventadas e disseminadas pelos piores boquirrotos da direita. Sabemos a enorme diferença de um líder popular como é Lula, para os populistas como os que tentam fabricar na direita e os conhecidos do PSDB, como tentaram com Aécio, as tentativas da Globo e FHC com Huck, como fez Alckmin com Doria e como tenta ser o conspirador traidor ilegítimo que chegou ao governo através de golpe, mas nem para populista serve. E não nos esqueçamos de Fernando Collor. Lula é uma liderança popular. Nunca precisou fazer esforço e ser teatral para chamar a atenção e conquistar simpatia e respeito. Sempre lhe bastou o trabalho que desempenhou como operário, ativista sindical e político.

Entendemos que os envolvidos em diversos escândalos de todo tipo de ilícitos, unidos entre PMDB, PSDB, DEM, e outros partidos, desesperados para aniquilar o Brasil privatizando e depredando a estrutura do Estado, precisam esperar mais uns anos para tentar novamente. Assim como respeitamos o direito de candidatura de todos os candidatos que também podem esperar para disputar e eleger-se, caso Lula seja eleito na próxima eleição. Todo esse medo, esse desespero de Lula candidato e de Lula eleito, precisa ser adiado. Em alguns anos Lula não será mais candidato e poderá não ter disposição para trabalhar transferindo seus votos. Nos ocorre que um entre todos os que hoje estão aí, poderá despontar como liderança e seja como for, Lula estará naturalmente fora e a disputa será mais equilibrada.

Nesse momento precisamos de um candidato forte pra vencer a eleição e com força para governar impedindo que continuem esses que não chegam lá para trabalhar pelo Brasil e pelos brasileiros. Esses politiqueiros que servem aos grupos poderosos do grande capital que pretendem explorar a educação, a saúde e a previdência privada, explorar e entregar, a preços muito abaixo do valor, as riquezas naturais do Brasil e quais forem as demais oportunidades que os faça ganhar em cima do esforço e sacrifício do povo brasileiro e da destruição do Estado social e da soberania nacional. Por isso financiam seus representantes no Congresso e investem impiedosamente sobre a democracia brasileira, criando os mais perversos tempos, como esses anos que estamos vivendo no desânimo que toma conta dos que não têm altos salários garantidos até o fim da vida, mas que são indispensáveis para manter a máquina Brasil em funcionamento mesmo que capengando. São a imensa maioria dos brasileiros, assalariados, profissionais liberais, da economia informal, os pequenos e médios empresários, que mantém o país e o mundo funcionando.

Além disso, os partidos políticos progressistas, são os que mantém constante atenção nos direitos e proteção dos invisíveis e dos mais que invisíveis. A imensa maioria dos brasileiros entenderam a farsa do combate contra a corrupção, que através de condução irresponsável, e provavelmente mais que isso, atingiu um ou outro corrupto, deu-lhes vantagens nos processos e prejudicou assustadoramente empresas que são importante empregadoras e geradoras de PIB. Deve-se combater a corrupção e corruptos, e não destruir empresas, PIB e empregos. Vimos a Lava Jato soberba na pirotecnia parcial e um golpe disfarçado num vergonhoso processo de impeachment afundar o país no desemprego e assolar a economia. E ainda temos que ler e ouvir mentiras da poderosa mídia e de pessoas desinformadas que citam a tal herança maldita, contrariando absolutamente todos os índices oficiais, os registros das realizações no governo Dilma e o que estava público nas sessões do Congresso. Salafrários do Congresso travaram todas as condições da presidenta Dilma governar e resolver os problemas que eram facilmente solucionáveis. O Brasil tinha todas as condições para hoje estar bem, bastava que o Congresso fosse decente permitindo ao governo Dilma trabalhar.

O golpe aprofundou a crise política e desencadeou uma crise econômica sem precedentes. Sem resolver a crise política, a crise econômica não será resolvida. Sem Lula na disputa no pleito de outubro, a crise política jamais terminará. Quem não se sentir contemplado através das urnas não irá legitimar governo algum. Não se trata somente de Lula, trata-se de milhões de brasileiros, dentre os quais os mais de 54 milhões que elegeram Dilma Rousseff, mas tiveram seus votos desrespeitados e descartados por parlamentares do PSDB, PMD, DEM que estearam o desprezível golpe com a conivência de outros partidos políticos, do Judiciário e do STF. O STF é o nosso maior desalento, lançaram o país num clima de desamparo total fragilizando nossas estruturas pessoais. Isso atinge toda a estrutura motora de uma nação. Agora querem eleição sem a participação do candidato que tem a maior intenção de votos do povo? É imperativo que todos os partidos políticos que lançarem candidatos enfrentem Lula nas urnas, tenham ou não tenham hombridade e coragem, tornando a eleição com resquícios de democracia. Chegou a hora de sabermos se é verdade que Lula só fez bons governos porque recebeu o país “arrumado”. Vamos lhe entregar o país destroçado e esperar o resultado.

Esse desejo e tentativas de impedir a candidatura de Lula são inaceitáveis. Seria a ruptura total da democracia brasileira. O julgamento de Lula foi uma fraude. Portanto, Lula impedido de disputar a eleição seria uma fraude. Isso é muito injusto com o nosso povo e com a nossa nação. Há candidatos eleitos e pré-candidatos de partidos da direita para a eleição de 2018 que têm os nomes envolvidos em escândalos durante anos, porém, magicamente nunca se tornam alvo de processos rumorosos, nunca são investigados. Dos que “milagrosamente são investigados”, em 99% dos casos a investigação empaca, some, é arquivada. Curioso notar que nesses casos seria facilmente comprovado o crime e com fartas provas. E lhes é permitido disputar as eleições, são eleitos, assumem e cumprem seus mandatos. Por isso não admitimos falso moralismo quando se trata de Lula. No meio político não significa nada dizer que nunca foi alvo de denúncias e de processos. Ciro Gomes deveria saber disso.

Lembramos que foi justamente no governo de Lula que a PF e demais Instituições do Judiciário ganharam autonomia e expressivos investimentos. Lula depositou confiança nas Instituições e lhes promoveu incentivos e fortalecimento. E está aí, a PF e todo o judiciário decididos em investigar Lula e todos do PT numa constante perseguição, sempre com promessas de que não irão parar, pois servem aos que querem ter apenas governos de direita neoliberais. Enquanto se fazem de cegos e são lerdos quando é PSDB, PMDB, DEM ou outros partidos. Até mesmo quando são empresários e empresas não relacionados aos governos do PT e ao Lula. Só investigam quem pensam que pode ter algo que incrimine o PT e suas lideranças. Isso é um absurdo sem parâmetros. Toda essa crise criada pela direita deixou essa realidade mais do que clara e absorvida pela maioria do povo brasileiro e é percebida no mundo inteiro.

Desde o Mensalão, quando espantaram o mundo com a condenação sem provas, mas porque a literatura jurídica permitia, sofremos com o pior desrespeitos e ódio da direita que não sabe fazer oposição e não tem no DNA a democracia. Lideranças do PT foram injustiçadas pela Justiça e por uma parcela da sociedade. São até hoje. De nós essas lideranças continuam tendo a consideração e apreço que merecem. Na continuação das intenções iniciadas no Mensalão, investimento da Rede Globo que desde então, faz tudo para se “livrar” de Lula e do PT, Lula enfrenta perseguições midiáticas e jurídicas as quais foram indiscutivelmente intensificadas, apesar de Lula ser investigado faz uns 40 anos ou mais. O objetivo é acabar com Lula e com o PT. A campanha midiática e jurídica, com o apoio dos partidos golpistas é tão descarada que negaram ouvir uma testemunha que mostrou ter provas sobre ilícitos na Lava Jato. Ora! Onde foi parar o bordão que ninguém está acima da Lei? Lemos nos periódicos sobre falsificação de provas, sobre cerceamento de defesa, centenas de juristas respeitáveis denunciam desde o princípio os erros e lawfare nos processos contra Lula. Se com Lula é assim, imaginamos quando for contra nós, simples cidadãos. Mas porque essa determinação de prejudicar um político que fez tanto por esse país, pelo povo, e até por eles mesmos? Porque prejudicar e querer se livrar de um partido político tão necessário que abriga milhões de brasileiros, em sua imensa maioria gentes simples? Um partido super importante para a democracia. O que seria da democracia e do mundo sem partidos como o PT e os demais partidos de esquerda? Destruir o PT e Lula? Enfraquecer a esquerda? Não! Não podemos aceitar. É melhor morrer, não concordariam todos os que têm brios?

Portanto, se as demais Instituições falham, que o STF, STJ e o TSE façam agora o seu papel no resgate ao Estado de Direito e início do retorno da democracia. Se essas três instituições falharam até aqui, por favor! Não falhem mais!

Temos consciência de que a eleição não será democrática porque hoje vivemos num Estado de exceção, não temos democracia. Temos uma presidenta golpeada que deveria ter sido reconduzida ao seu cargo quando ficou claro que foi golpe. Teria sido justiça. Agora está difícil de acertarem mais ou menos o passo, como era antes, já que são conservadores. Não vamos aqui entrar na questão de luta de classes e do patriarcado. Que é exatamente o ponto central de toda a nossa luta progressista. Prosseguimos destacando neste manifesto que a eleição será a única tentativa que ainda temos de dar um passo para iniciar a restituição da democracia. Na verdade as eleições nunca foram democráticas no Brasil. Enquanto o oligopólio da comunicação bater nos candidatos e proteger um preferido, não serão eleições democráticas. A mídia baterá dia e noite nos candidatos de esquerda, distorcendo a realidade, publicando mentiras raramente desmentidas e quando são desmentidas é com notinhas de rodapé, muito raramente ocorre a leitura de uma nota em emissora de TV. Enquanto isso, o candidato que a Globo quiser ver eleito contará com apoio em todos os veículos de comunicação, das empresas mais poderosas e das Instituições.

Candidatos como Lula contam com as ruas, as redes sociais e as mídias progressistas, as quais também são criminalizadas e injustamente perseguidas pela direita, tendo seu trabalho extremante prejudicado. A união entre a grande mídia acaudilhada pela Globo, membros do Judiciário, partidos políticos, governo ilegítimo, outras Instituições, meios da sociedade e os poderosos do grande capital nacional e internacional, apóiam a fraude nos processos contra Lula e o golpe de Estado de 2016, determinados em manter Lula e o PT longe do Governo Federal, porque os governos petistas não permitiriam a destruição do Estado Social, não seriam entreguistas de riquezas naturais e protegeriam a soberania nacional. Onde estaria a democracia nessa correlação de forças? Por tudo isso, iremos lutar muito pela restituição do Estado de Direito antes do pleito e para Lula ter assegurado o direito de ser candidato. Por todos esses motivos, Ciro Gomes não precisa mais pedir para Lula desistir de ser candidato.

Soubemos através da mídia que no documento assinado por fundações e partidos que se situam no campo da esquerda para que se faça uma ampla frente de combate à direita, nada consta sobre o direito de Lula ser candidato, se esse direito não for defendido, não será defendida a democracia por essa frente. O pleito não será democrático, nos fazendo crer que a frente não estará lutando pelo retorno da democracia e fim do Estado de exceção no Brasil imposto por uma Ditadura Jurídica. Seja como for, a nossa militância é composta por milhares de cidadãos e reafirmamos não só apoio à candidatura de Lula, mas um combate sem trégua a quem se soma à direita repulsiva, para excluir Lula do direito de ser candidato e do direito do povo em votar na liderança de esquerda que reconhece ser o melhor para o Brasil.

Ressaltamos que Lula vem sendo reconhecido pelo direito de ser candidato e como o maior representante da esquerda deste país pelos pré-candidatos Manuela D’Ávila do PCdoB e Boulos do PSOL, por ambos empenhamos nosso respeito e simpatia.

A constante criminalização do PT, de Lula e da militância, dos Movimentos Sociais, da mídia progressista, da ideologia de esquerda, dos progressistas, disseminando mentiras e moralismo, encorajaram o desrespeito e a humilhação da direita contra a esquerda, plantando a discórdia e afastamento entre familiares, amigos, colegas de trabalho, nas relações sociais e comerciais. Na internet proliferam montagens, difamações e conceitos absurdos sobre a ideologia progressista e de esquerda, contra o PT, contra Dilma e Lula, contra várias lideranças e partidos de esquerda. As mídias como a Globo e principais revistas não fazem diferente do que tem na internet. É a indústria da difamação. É a injustiça e a intolerância instalada entre o povo brasileiro. E pessoas, como inclusive o Ciro Gomes, mentem descaradamente dizendo que Lula e o PT dividem o povo brasileiro. Mesmo assim, o PT e sua valorosa militância seguem na luta que continua por uma Brasil mais justo e igualitário.

A nossa determinação é sempre conquistar os objetivos pacificamente, independente do auto custo que pagamos com prejuízos emocionais e materiais. O desespero do desemprego, da fome, de golpes e fraudes que querem nos tirar da discussão e decisões sobre o Brasil que merecemos e pelo qual trabalhamos duramente para ter, automaticamente tomam conta e destroem nossas esperanças. O que vem depois disso, a história registra fartamente. A vida sempre nos exigiu a aplicação da lei da sobrevivência. Não iremos padecer sem lutar muito.

Ressalvamos a iniciativa desse manifesto pela importância de estarmos em alerta sobre mais esse instrumento de desqualificação de Lula como candidato, observado nas declarações do pré-candidato Ciro Gomes. Combateremos firmemente essas atitudes em Ciro e em todos que por ventura fizerem o mesmo. Encerramos com a convocação de todos os militantes das redes sociais e das ruas, dos partidos de esquerda, movimentos sociais e populares, professores, artistas, juízes pela democracia, médicos pela democracia e demais segmentos da sociedade, todas e todos, a apoiar este manifesto e lutarmos por uma eleição com princípios de democracia e pelo direito de Lula ser candidato, dando início na reconstrução da democracia e do Brasil.

21 de fevereiro de 2018.
O presente manifesto foi idealizado pelos 13 amigos militantes e eleitores de Lula, petistas filiados e não filiados que a resistência uniu e que assinam o manifesto e por ele são responsáveis: Inês Duarte Fernandes, Cleusa Slaviero, Eglê Kohlrausch, Rosa Maria Zucca de Aguiar, Amália Maria Queiroga, Fabiana Agra, Maria Olimpia Junqueira Mancini Netto, Maura Bezerra Vilar, Vanessa Goulart, Sonia Peres Naranjo, Ricardo Martins, Ívano Jorge de Castro Corrêa e Wilian Oliveira.
Inês Duarte Fernandes
Eletrotécnica – Escola Técnica Federal – Fortaleza-CE
Cleusa Slaviero 
Jornalista e Editora – Curitiba-PR
Eglê Kohlrausch 
Professora de Ensino Superior – Porto Alegre-RS
Rosa Maria Zucca de Aguiar 
Cozinheira profissional e Pensionista – Recife-PE
Fabiana Agra 
Advogada e Escritora – Picuí-PB
Amália Maria Queiroga 
Professora e Artesã – Brasília-DF
Maria Olimpia Junqueira Mancini Netto 
Economista aposentada – Marília-SP
Maura Bezerra Vilar 
Psicóloga – João Pessoa-PB
Vanessa Goulart Assistente Social – Porto Alegre-RS
Sonia Maria Peres Naranjo 
Terapeuta Holística – São Paulo-SP
Ricardo Martins 
Engenheiro Mecânico – Salvador-BA
Ívano Jorge de Castro Corrêa 
Empresário e Diretor Sindical de Eletrônica e Informática – Porto Alegre-RS
Wilian Oliveira Autônomo – Hemel Hempstead – Reino Unido
Atenção!
Quem desejar assinar o manifesto envia nome, profissão, cidade e estado para o e-mail: manifestodemocracia13@outlook.com
Maria Esther Torinho
Professora aposentada – Vila Velha-ES
Cleusa Maria Lima Martins 
Autônoma – Moro em Itaperuna-RJ
Alex da Silva Damaceno
Militar da Marinha – Cabo Frio – RJ
Gledir Martins
Química – Florianópolis-SC
Nelson Sabbagh Delegado de Polícia – Curitiba-PR
Giuditta Ribeiro
Pesquisadora – Verona- Itália
Cristina Couto Musicista – Niteroi-RJ
Sandra Maria da Silva Matos
Autônoma – Torres-RS
José Renato Uchoa Professor – Site renatuchoa.com
Maria da Graça Carpenedo
Autônoma – Roma – Itália
Odete Maria Pottmaier Professora – Florianópolis-SC
Maria Áurea Ursulino
Bancária aposentada – Fortaleza-CE

Rita Maria de Medeiros Castro 
Economista. Funcionária Pública – Salvador-BA

Laerte Alberto Junior
Professor Público Estadual disciplina de Sociologia – São Paulo-SP

Fernando Cezar Toledo Martins
Administrador – Curitiba-PR

Maria José de Oliveira.
Música . Aposentada – Curitiba-PR

Liane Fronza
Pedagoga aposentada – Canoas-RS

Sergio Athayde Silva
Aposentado – Curitiba-PR

Ofélia Cerinéia Brochado 
Valinhos-SP

Walter Gadelha Ferreira
Corretor de Seguros – Teresina-PI

Flavia Pires de Melo Aposentada – Maceió-AL
Neiva Maria Rogieri Caffaro Médica pediatra com formação em Saúde Pública e Homeopatia – São Paulo-SP
Liane Egg
Psicóloga – Curitiba-PR
Paulo Saba Arbache Psicólogo clínico e psicoterapeuta – Juiz de Fora-MG
Delza Maria Frare Chamma Supervisora de Ensino aposentada – Campinas-SP
Maria Antônia Calobrizi
Aposentada – Pederneiras-SP
Selen Alves Barreto
Secretária Executiva – Salvador-BA

Roberto Carlos da Rocha 
Frentista – Santo Amaro da Imperatriz- S-C
Armando Rodrigues Coelho Neto
Delegado da Polícia Federal aposentado.
Rep. Associação Até. 5º – Delegados da PF pela Democracia

Fábio José Vieira
Ex-Bancário BB, Aposentado – Itanhomi-MG

Sheila Grecco Historiadora, jornalista e empresária – São Paulo-SP.
Maria Antônia Calobrizi
Aposentada – Pederneiras-SP
Vera Nilce Cordeiro Correa
Economista – Rio de Janeiro-RJ
Marita Brilhante Jornalista e estudante de Medicina – UFPB – João Pessoa-PB
Francisca Simone de Castro Alves Nepomuceno.
Professora/Especializada Gestão Escolar – Fortaleza-CE
Maria de Nazaré Coelho Antero 
Pedagoga – Fortaleza-CE
Glay Canedo Arigoni Artesã – Porto Alegre-RS.
Edna Maria Melo de Pontes
Jornalista – Fortaleza-CE
Maria Jose dos Santos Rego 
Aposentada – Justiça Federal de Goiás
Maria do Carmo Rodrigues 
Aposentada do MS – Catarina-CE
Mary Simonette M. da Silva
Arquiteta e Analista de Sistemas – Rio de Janeiro-RJ
Ritacy de Azevedo Teles
Professora – Fortaleza-CE
Rosângela Paula Lima 
Funcionária Pública – Iraí-RS
Cláudia Santiago Alves Carvalhais Autônoma – Governador Valadares-MG
Iara Marisa de Lima
Funcionária Pública – Panambi-RS
José Júlio Valente Médico Veterinário – Porto Alegre-RS
Milton Junqueira da Silva
Aposentado – Santos-SP

Reinaldo Bordon Carletti Fomentador de negócios – São Paulo-SP
Angela Maria Kimico Kinzu
Bancária aposentada – Praia Grande-SP

Silvia A. Raposo
Psicóloga e pedagoga – Bauru-SP

William Lima
Engenheiro Eletrônico – Fortaleza-CE

Terezinha Dulce dos Santos Silva
Assistente Social – Bauru-SP

Antonio Carlos Pedro Gestor cultural – São Paulo-SP
Marli Moreira Heleno Dutra Professora de História – Santana dos Montes-MG
Wilton Darleans dos Santos Cunha
Professor Doutor da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer – Rio de Janeiro-RJ

Maria Marta de Castro Guerra Advogada – Natal-RN
Denise Ap. Refundini Castellani
Professora – Santo André-SP

Ricardo Simões Gonçalves
Químico – São Paulo-SP

Rosana Margarete Felipe
Psicóloga – Araraquara-SP

Maria do Carmo Lourenço
Jader Martins Engenheiro e professor – PhD
Eliza Faganello Adm. do lar – Florianópolis-SC
Diego Machado da Silva Produtor Audiovisual – São Paulo-SP
Mateus Silva Ferreira
Professor aposentado – Vitória-ES
Júlio Bartzen Técnico em Química – Taquara-RS
Zora Motta Arquiteta – Rio de Janeiro-RJ
Maria Brezensky Atriz e professora – Niterói-RJ

Vânia Grossi
advogada – araçatuba-SP
Priscila Niccoli Presotto 
Professora primária e Decoração – São Paulo-SP
Cláudia Mortari Schmidt Professora – Curitiba-PR
Jurandy Rodrigues Professor aposentado – Laguna-SC
Elson Almeida Stecher
Analista de Sistemas – São Paulo-SP
Eugênio Maria dos Santos Teixeira Servidor Público Federal – Natal-RN
Helena Bezerra de Sousa Lee
Hotelaria – Paraty-RJ

Simon Christopher Lee
Músico – Paraty-RJ

Maria Augusta de Mattos
Funcionária Pública Federal aposentada – Porto Alegre-RS

Katia Lucia Vieira
Médica aposentada – Florianópolis –SC

Tereza Maria de Lourdes Andrade
Publisher – Rio de Janeiro-RJ

Sebastiana Diniz
Paulo Cesar da Silva Funcionário Público Estadual – Tremembé-SP
Marcelo dos Santos Ribeiro Professor de Educação Física – Goiânia- GO
Maria da Piedade “dadinha” P. dos Santos Aposentada da UNESP – Guaratinguetá-SP
Carlos Cruz da Silva
Professor – Rio de Janeiro-RJ

Guilherme Coutinho – Jornalista
Vera Pereira Socióloga – IFCS-UFRJ – Rio de Janeiro-RJ
Monica Fernandes
Sandra Maura Sampaio Ribeiro
Presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio de Camaquã/RS
Comerciária – Camaquã-RS

Claudio Calmo Ativista da Livre Comunicação Alternativa – Porto Alegre-RS
Lya Edson Aposentada – Rio de Janeiro-RJ
Elane F Souza Gonçales
Psicanalista – Campinas-SP

Shyrley Hübner Jornalista – Rio de Janeiro-RJ

Wagner Marins
Gerente Administrativo – São Paulo-SP

Ailton Francisco da Silva
Aposentado – Recife-PE

Maria das Graças Piccolo Zuany
Professora Universitária aposentada – Vila Velha-ES

Danielle Tristão
Publicitária – Rio de Janeiro-RJ

Eide Isabel Zerbeto Socióloga e professora – São Bernardo do Campo-SP
Désirée Oberst Professora – Curitiba-PR
Daniela Marques Andrade
Professora – Salvador-BA

porCCDIBC

A CCDIBC visita a União das Cidades do Estado de São Paulo

No dia 16 de fevereiro de 2018, o primeiro dia do ano novo chinês, o Presidente da Câmara de Comércio de Desenvolvimento Internacional Brasil-China, Sr. Fabio Hu visitou a União das Cidades do Estado de São Paulo para discutir os assuntos para explorar o mercado chinês.

Na tarde do mesmo dia, o presidente da CCDIBC, Sr. Fabio Hu, e o vice – presidente Sr. Liao, secretário – geral da CCDIBC, Sr. Felipe Zhuo visitaram a sede da União das Cidades do Estado de São Paulo em Itaim Bibi, o grupo foi recebido pelo atual presidente da União, prefeito de Campinas, Sr. Carlos, os prefeitos de Sorocaba e Porto Feliz e ex – presidente da União de indústria e comércio do Estado de São Paulo, Sr. Paulo, o CEO da organização Mason, Sr. Alexandre, ambos discutiram sobre  projeto de conexão e desenvolvimento econômico e comercial entre o Brasil e a China.

O Presidente da CCDIBC, Sr. Fabio Hu, disse que a China atualmente é a maior parceiro comercial do Brasil, e a China esta promovendo a iniciativa estratégica de “Uma Cintura, Um Caminho”, que incentiva empresas chinesas a sair da China e realizarem investimentos no exterior, com a esperança de que o desenvolvimento da China traga empresas chinesas de tecnologia de excelência e introdução de capital e novos produtos para o Brasil. Atualmente, a CCDIBC firmou a parceria com o Grupo de Fundo de Investimentos Huayang e o Banco de Desenvolvimento da China para realizar projetos de infra – estruturas no Brasil. A CCDIBC é responsável pela pré – seleção de projetos de investimento no Brasil, espera que o Estado de são Paulo pode oferecer mais opções de projetos de investimento, trazendo mais investimentos de empresas chinesas ao Brasil.

O presidente da União das Cidades do Estados de São Paulo, Sr. Carlos fez uma breve apresentação, ele ressaltou que a União conta atualmente com o apoio de mais de 600 cidades do Estado de São Paulo, ela desempenha um papel muito importante para todo o Brasil, o estado de são Paulo ocupa um terço do PIB do Brasil inteiro, por isso, também é importante para toda a América do Sul, São Paulo é a principal região industrial da área de desenvolvimento, e também o desenvolvimento da agricultura e pecuária.Cada cidade do Estado tem sua própria característica de desenvolvimento, que possui polo tecnológico e zonas francas. São Paulo é vanguarda no desenvolvimento de tecnologia avançada, ensino superior de qualidade e desenvolvimento de novas fontes de energia, etc. Atualmente, todas as cidades têm muitos projetos de desenvolvimento nas agendas, A União quer firmar a relação de amizade com a CCDIBC, e explorar junto com a CCDIBC os potenciais do mercado chinês.

Participaram da reunião, os prefeitos de Porto Feliz e de Sorocaba, representantes da União da Industria e Comercial do Estado de São Paulo, o CEO da Organização Mason, todos eles manifestaram a vontade de cooperar com a China. O presidente da CCDIBC, Sr. Carlos confirmou que, em abril deste ano, sera realizada na cidade de são Paulo, o congresso anual da união das cidades do Estado de São Paulo, vai lançar oficialmente o relatório de desenvolvimento da China e uma série de produtos de viagem para a China, que vai organizar grupo de prefeitos para viajar a China para realizar a aprendizagem.

porCCDIBC

A CCDIBC organizada festa de confraternização para celebrar o ano novo lunar chinês

No dia 16 de fevereiro de 2018, o primeiro dia do calendario lunar do ano novo chinês, a Câmara de Comércio de Desenvolvimento Internacional Brasil-China organizou uma festa de confraternização para celebrar o ano novo lunar no Restaurante Chi Fu no bairro da Liberdade em São Paulo, mais de 30 convidados, entre eles advogados, políticos, juristas, comerciantes participaram da festa.

O Presidente da CCDIBC, Sr. Fabio Hu fez um discurso durante a festa.ele disse que, nos últimos 20 anos, a CCDIBC teve o apoio dos políticos, juristas, mídia, educação, medicos e varias empresas do ramo de indústria e comércio do Brasil, para promover a cooperação económica e comercial entre a China e o Brasil, teve o indispensavel apoio dos presentes convidados, Sr. Fabio Hu agradeceu os amigos presentes e todos os membros da CCDIBC. O Presidente ressaltou que a China está promovendo a estratégia de “Uma Cintura, Um Caminho” , O Brasil é também um país que esta englobado nessa estrategia, aproveitando o forte apoio da China e a confiança das varias entidades tanto Brasileiras quanto chinesas para firmar cooperação económica e comercial entre os dois países, obtendo cartas de a procuração de muitas entidades governamentais para representar e atrair investimentos mediante as empresas e entidades chinesas. Durante o ano novo, a Câmara irá reforçar e promover ainda mais a cooperação económica e comercial entre a China e o Brasil, contribuindo para o desenvolvimento de amizade e cooperação comercial entre os dois países.

O CEO da Associação Brasileira de Mason, Sr. Alexandre, disse que a CCDIBC fez grande contribuição para o desenvolvimento das relações entre o Brasil e a China, ele gosta de fazer amigos com os chineses, espera que a CCDIBC sirva como a plataforma para a criação de mais oportunidades de cooperação entre o Brasil e a China. O famoso advogado brasileiro, Sr. Paulo Eduardo disse que, há mais de vinte anos, ele viu a transformação das relações entre o Brasil e a China, a China tornou – se a segunda maior economia do mundo, a China atualmente é a maior parceiro comercial do Brasil, ele também é advogado de vários projetos de cooperação comercial entre os dois países, essa cooperação está continuando a crescer e mais ampla. Ele espera que a Câmara pode atrair mais investidores de excelencia, ele está disposto a fornecer serviços de alta qualidade para projetos de cooperação entre os dois paises.

Também participaram da festa, os representantes da presidência da união de cidades do Estado de São Paulo, o prefeito de Sorocaba, o desembargador do Estado de São Paulo, o representante do Partido Socialista Democrático, o Vice-Presidente da União de jornalistas, o médico renomado do Estado de São Paulo.

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Empresário Levi Martins toma posse como novo Vice-Presidente da CCDIBC

Em cerimônia ocorrida hoje (21), em São Paulo, a CCDIBC deu posse ao seu mais novo vice-presidente, o empresário Sr. Levi Martins. O objetivo é focar na região Nordeste, que para a CCDIBC conta com muitas oportunidades e que está em acordo com o planejamento da gestão Xi Jiping, presidente da China, em promover e regionalizar os negócios entre os dois países.

Para o presidente da CCDIBC, esta parceria é fundamental para dinamizar os negócios. “Esta nova vice-presidência terá um papel importante no desenvolvimento desta Câmara nos Estados da região Nordeste. E os resultados serão vistos brevemente, pois a China tem muitos recursos e deseja bons projetos”, afirma o Sr. Fabio Hu.

A seguir veja uma pequena entrevista feita ao novo vice-presidente Levi Martins dos Santos, brasileiro, sociólogo especialista em ciências políticas, empresário,  com uma longa carreira no meio político e empresarial.

Qual a sua missão?
Minha missão é articular investimentos para gerar oportunidades para os setores publico e privado e vializar o crescimento socioeconômico nos mais diversos setores.

Por onde pretende começar?
Quero dar uma atenção especial ao nordeste do Brasil, é uma região com quase 60 milhoes de habitantes, com um PIB de mais 800 bilhoes de reais e que tem um potencial incrível para crescer. Vou conversar com governadores, prefeitos, politicos e empresários, federações da indústria e todos aqueles interessados em crescer juntos.

Qual a sua visão sobre o papel da Câmara no Brasil?
A China é o maior parceiro economico do Brasil, bem a frente dos demais, e a Câmara de Comércio e Desenvolvimento Internacional Brasil-China é um dos canais mais importantes nessa relação, isto porque ela  representa fundos chineses de investimentos e atua na intermediação deses recursos visando a expansão empresarial no Brasil novas fábricas e também em concessões públicas, PPPs e obras publicas em geral nas mais diversas áreas.

Quais os diferenciais desses investimentos?
Os juros praticados são com base nos juros internacionais, ou seja abaixo dos juros praticados no Brasil, e uma marca muito interessante dos chineses é que eles são rápidos, enquanto no Brasil um projeto pode levar até 2 anos para ser decidido, na Câmara a tramitação e decisão leva entre 1 a 3 meses.

 

 

Publicação Recomendada:

Parceria da CCDIBC com Fundo Chinês é destaque no Valor Econômico
http://brasilchina.org.br/2017/11/06/parceria-da-ccdibc-com-fundo-chines-e-destaque-no-valor-economico/